Quaest aponta vantagem de Tarcísio em São Paulo: 42% a 27% sobre Haddad
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Resumo da cobertura
Como cada lado cobriu
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Pesquisa do instituto Quaest divulgada em 8 de setembro de 2026 mostra o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) com 42% das intenções de voto no primeiro turno em São Paulo, contra 27% do ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT). O levantamento ouviu 1.800 eleitores presencialmente entre 4 e 7 de setembro, tem margem de erro de 2 pontos percentuais e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral. Outros dois institutos divulgados na mesma semana apontam vantagem maior para o governador, com números que divergem de forma relevante entre si.
As pesquisas divulgadas em setembro consolidam Tarcísio de Freitas (Republicanos) como favorito à reeleição em São Paulo, com vantagem que vai de 15 pontos percentuais na medição do instituto Quaest a mais de 20 pontos nos levantamentos do Futura/100% Cidades e da Paraná Pesquisas.
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Nesta matéria: perspectiva omitida.
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Todos os levantamentos divulgados em setembro colocam Tarcísio de Freitas à frente de Fernando Haddad na disputa pelo governo de São Paulo, tanto no primeiro quanto no segundo turno, e todos têm registro no Tribunal Superior Eleitoral com ficha metodológica publicada. Há convergência também sobre a estabilidade do candidato do PT em relação à rodada anterior.
Três levantamentos divulgados em setembro de 2026 colocam o governador Tarcísio de Freitas à frente de Fernando Haddad na disputa pelo governo de São Paulo. O instituto Quaest aponta 42% a 27% no primeiro turno, enquanto Futura/100% Cidades e Paraná Pesquisas registram vantagens maiores para o governador. A eleição está marcada para 4 de outubro.
A disputa pelo governo de São Paulo entrou na segunda quinzena de setembro de 2026 com o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), candidato à reeleição, à frente do ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT) em todos os levantamentos divulgados na semana. Na pesquisa do instituto Quaest, divulgada em 8 de setembro, Tarcísio de Freitas aparece com 42% das intenções de voto no primeiro turno e Fernando Haddad, com 27%. Os demais candidatos registram 1% cada: Policial Edjane (Agir), Vera Lúcia (PSTU), Izadora Dias (PCO) e Carlos Machado (PCB). Vivian Mendes (UP) não pontuou. Brancos e nulos somam 13% e os indecisos, 14%.
O levantamento ouviu presencialmente 1.800 eleitores paulistas entre 4 e 7 de setembro, tem margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, nível de confiança de 95% e registro no Tribunal Superior Eleitoral sob o número SP-00959/2026. Na comparação com a rodada anterior, de 25 de agosto, o governador oscilou de 40% para 42%, enquanto o candidato do PT manteve os mesmos 27%. Em simulação de segundo turno, Tarcísio de Freitas tem 48% e Fernando Haddad, 31%.
Os números convergem quanto à ordem dos colocados, mas não quanto ao tamanho da distância. Um levantamento do Futura/100% Cidades, feito com 1.600 eleitores entre 2 e 4 de setembro e com margem de erro de 2,4 pontos, aponta 54% para o governador e 31,5% para o candidato do PT no primeiro turno, com 57,1% a 34,5% em cenário de segundo turno. Já a Paraná Pesquisas, que ouviu 1.680 eleitores entre 7 e 10 de setembro, registrou 49,7% a 34,5% no primeiro turno e 52,9% a 37,5% no segundo. Os três estudos têm registro na Justiça Eleitoral e ficha metodológica publicada.
Na corrida pelas duas vagas de São Paulo no Senado, cada eleitor poderá escolher dois nomes. O Quaest mostra Marina Silva (Rede) e Guilherme Derrite (PP) com 14% cada e Simone Tebet (PSB) com 12%, os três em empate técnico pela margem de erro, seguidos por André do Prado (PL), com 7%, e Ricardo Salles (Novo), com 3%. A Paraná Pesquisas, que consolida primeira e segunda escolha, apresenta Marina Silva com 30,4%, Simone Tebet com 29,5% e Guilherme Derrite com 28,9%.
A cobertura de centro tratou o assunto como matéria de registro, priorizando ficha técnica, comparação com rodadas anteriores, contratante, custo e número de protocolo no Tribunal Superior Eleitoral, sem atribuir leitura política aos resultados. Veículos de direita destacaram o movimento ascendente do governador, apresentando a oscilação de 40% para 42% como chave de leitura do levantamento e deixando em segundo plano o fato de a variação estar no limite da margem de erro. Entre os veículos de esquerda, o levantamento não recebeu cobertura própria no conjunto analisado, o que deixa sem contraponto editorial pontos como o financiamento do estudo mais favorável ao governador pela própria consultoria que o realizou e o peso dos 27% somados de brancos, nulos e indecisos.
O que ainda não se sabe é por que institutos que foram a campo na mesma semana chegam a resultados tão distantes, com diferença de até doze pontos percentuais no desempenho do mesmo candidato. Nenhum dos estudos divulgados explica a divergência, e não há medição posterior a 10 de setembro no material disponível. Também segue em aberto como o eleitorado indeciso vai se comportar, se a disputa presidencial marcada para 4 de outubro altera a corrida estadual e como a soma de primeira e segunda escolha no Senado se converterá em votos efetivos.
Levantamento da Paraná Pesquisas ouviu 1.680 eleitores no Estado, de 7 a 10 de setembro; a margem de erro é de 2,4 pontos. Leia no Poder360.

Levantamento Futura/100% Cidades ouviu 1.600 eleitores de São Paulo de 2 a 4 de setembro; margem de erro é de 2.4 p.p.. Leia no Poder360.

Marina Silva e Guilherme Derrite têm 14% cada para o Senado; Simone Tebet aparece com 12%

Atual governador amplia vantagem sobre candidato do PT
