PSD aciona o STF contra anulação dos votos de Garotinho e fim do 2º turno no Rio
2 veículos de centro · 1 veículo de direita

Usamos identificadores pseudônimos para operar e melhorar o serviço. Aceitar habilita medições opcionais.Medimos audiência e uso com identificadores pseudônimos, em infraestrutura própria, para operar e melhorar o serviço (legítimo interesse). Aceitar habilita também analytics opcionais de terceiros, mapa de calor e medição de anúncios. Consulte nossa Política de Cookies.
2 veículos de centro · 1 veículo de direita

O PSD protocolou no Supremo Tribunal Federal uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental para tentar restabelecer o segundo turno da eleição para governador do Rio de Janeiro, previsto para 25 de outubro. O partido contesta a decisão do Tribunal Superior Eleitoral que anulou 274.411 votos de Anthony Garotinho e, após a retotalização, levou Douglas Ruas de 49,27% para 50,88% dos votos válidos.
Pelo prisma do respeito às regras e às instituições, a Justiça Eleitoral aplicou o indeferimento do registro de Garotinho e consolidou a eleição de Douglas Ruas no primeiro turno, com 50,88% dos votos válidos. A nova ação do PSD é vista como tentativa de reverter um resultado já confirmado e oficializado.
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
3 fontes políticas
Veículos com viés à esquerda
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
Veículos com viés ao centro
Texto não analisado: o veículo bloqueia leitura automática.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés à direita
O PSD acionou o Supremo Tribunal Federal com uma ADPF para tentar restabelecer o segundo turno da eleição para governador do Rio, previsto para 25 de outubro. O partido contesta a anulação de 274.411 votos de Anthony Garotinho pelo TSE, que levou Douglas Ruas a 50,88% dos votos válidos.
O Partido Social Democrático (PSD) acionou o Supremo Tribunal Federal (STF) na quarta-feira, 14 de outubro, com uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental, a ADPF, para tentar restabelecer o segundo turno da eleição para governador do Rio de Janeiro, previsto para 25 de outubro. O partido de Eduardo Paes contesta a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que anulou 274.411 votos dados a Anthony Garotinho, do Republicanos, e levou à vitória de Douglas Ruas, do PL, ainda no primeiro turno.
A cobertura de centro relatou que a disputa passou das urnas aos tribunais porque Garotinho concorreu com o registro de candidatura indeferido e com recurso pendente no TSE. Depois da votação, ele pediu para desistir desse recurso, movimento que Paes classificou como manobra para beneficiar Ruas. Em 8 de outubro, o TSE rejeitou a desistência, manteve o indeferimento e determinou a anulação dos votos, por cinco votos a dois. A maioria entendeu que o ex-governador não reunia as condições de elegibilidade, porque seus direitos políticos estavam suspensos.
Na apuração de 4 de outubro, Ruas teve 4.271.199 votos, ou 49,27% dos válidos, e Paes teve 3.706.984, ou 42,76%. Garotinho somou 274.411 votos, 3,17% do total. Sem esses votos, Ruas passou a 50,88% na retotalização feita em 10 de outubro pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio (TRE-RJ), o que garantiu a vitória sem segundo turno.
A coligação de Paes já havia recorrido ao Supremo. O ministro Cristiano Zanin negou o pedido porque ainda não havia recurso extraordinário nem análise de admissibilidade pelo TSE. Na nova ação, o PSD argumenta que o artigo 77, parágrafo 2º, da Constituição exige maioria absoluta e que votos dados a candidato que participou regularmente do processo, mesmo inelegível, devem compor a base de cálculo, com exclusão apenas de nulos e brancos. Em caráter liminar, pede a suspensão da retotalização e a retomada da disputa entre os dois mais votados.
A cobertura de direita enfatizou a oficialização da vitória de Ruas e o fato de Paes ter reconhecido a derrota em 8 de outubro. Na nota daquele dia, ele afirmou que a Justiça decidiu que não haverá segundo turno, contrariando a vontade dos eleitores, mas que decisão judicial se respeita. Ele disse ainda que o partido continuaria cobrando o governo eleito diante da crise de segurança pública e criticou a nova gestão como continuidade do grupo político que está no poder há oito anos. Os veículos de direita destacaram o contraste entre essa postura e a nova ação do PSD.
Não houve, até o momento, cobertura de veículos de esquerda sobre o caso entre as fontes reunidas. Por isso, a análise não atribui a eles nenhum enquadramento próprio.
O que ainda não se sabe: se o Supremo vai conceder a liminar antes de 25 de outubro, quem será o relator da ADPF e como o tribunal tratará o mérito da questão sobre a base de cálculo da maioria absoluta. Também não há posição pública do PL sobre o novo pedido nas matérias analisadas.
Apuração da Eleição 2026 para Presidente - Pará (PA) | 1º Turno UOL Notícias
No atual recurso, o PSD contesta a decisão do TSE que anulou 274.411 votos dados a Anthony Garotinho e, após a retotalização, transformou os 49,27% do primeiro colocado em 50,88%.

No último sábado (10), o TRE-RJ oficializou a eleição de Douglas Ruas (PL) para o governo fluminense no primeiro turno
