Pesquisa Quaest no Amazonas: Omar Aziz tem 29% e Maria do Carmo sobe a 19%
2 veículos de centro · 1 veículo de direita

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Pesquisa do instituto Quaest divulgada em 24 de setembro de 2026 mostra o senador Omar Aziz (PSD) na liderança da disputa pelo governo do Amazonas, com 29% das intenções de voto no cenário estimulado, contra 26% na rodada de 25 de agosto. A professora e empresária Maria do Carmo Seffair (PL) aparece com 19%, acima dos 16% anteriores, e o governador Roberto Cidade (União Brasil) mantém 18%, configurando empate técnico entre segundo e terceiro colocados dentro da margem de erro. O ex-prefeito de Manaus David Almeida (Avante) caiu de 15% para 11%, Cabo Daciolo (Mobiliza) tem 2% e Isael Munduruku (Rede) 1%. Brancos, nulos e quem não pretende votar somam 7%, e os indecisos, 13%. O instituto entrevistou 804 pessoas de 16 anos ou mais entre 20 e 23 de setembro, com margem de erro de três pontos percentuais e nível de confiança de 95%. O primeiro turno está marcado para 4 de outubro.
Para a leitura de veículos de direita, o movimento central da pesquisa do instituto Quaest no Amazonas é o crescimento da professora e empresária Maria do Carmo Seffair (PL), que saiu de 16% para 19% e passou o governador Roberto Cidade (União Brasil), agora com 18%, enquanto Omar Aziz (PSD) lidera com 29%.
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Veículos com viés à esquerda
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Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés à direita
Toda a cobertura reproduz os mesmos percentuais e a mesma metodologia: Omar Aziz (PSD) com 29%, Maria do Carmo Seffair (PL) com 19%, Roberto Cidade (União Brasil) com 18% e David Almeida (Avante) com 11%, em amostra de 804 eleitores ouvidos entre 20 e 23 de setembro, com margem de três pontos percentuais. Há convergência também na leitura de que a disputa está acirrada e que Maria do Carmo foi quem mais cresceu desde agosto.
A pesquisa Quaest divulgada em 24 de setembro coloca o senador Omar Aziz (PSD) na liderança da disputa pelo governo do Amazonas, com 29% das intenções de voto, seguido por Maria do Carmo Seffair (PL), com 19%, e pelo governador Roberto Cidade (União Brasil), com 18%. A margem de erro é de três pontos percentuais e a eleição ocorre em 4 de outubro.
O senador Omar Aziz (PSD) lidera a disputa pelo governo do Amazonas com 29% das intenções de voto, segundo pesquisa do instituto Quaest divulgada em 24 de setembro de 2026, a dez dias do primeiro turno. A professora e empresária Maria do Carmo Seffair (PL) aparece em segundo, com 19%, e o governador Roberto Cidade (União Brasil) em terceiro, com 18%, um empate técnico dentro da margem de erro de três pontos percentuais. O ex-prefeito de Manaus David Almeida (Avante) tem 11%, Cabo Daciolo (Mobiliza) 2% e Isael Munduruku (Rede) 1%. Gilberto Vasconcelos (PSTU) não pontuou.
A comparação com a rodada anterior, de 25 de agosto, é o dado que toda a cobertura destaca. Aziz subiu de 26% para 29%. Maria do Carmo saiu de 16% para 19% e passou Roberto Cidade, que manteve os mesmos 18%. David Almeida caiu de 15% para 11%. Os indecisos recuaram de 16% para 13%, enquanto brancos, nulos e eleitores que não pretendem votar somam 7%, contra 6% em agosto. O instituto ouviu 804 pessoas de 16 anos ou mais entre 20 e 23 de setembro, com nível de confiança de 95%, e o levantamento foi contratado por um grupo de comunicação regional.
A cobertura de centro foi a que trouxe o conjunto completo dos números. As seis simulações de segundo turno mostram uma disputa apertada: Aziz tem 44% contra 42% de Maria do Carmo, e 44% contra 38% de Roberto Cidade. Em cenário sem o senador, Cidade aparece com 41% e a candidata do PL com 40%. Nos índices de rejeição, David Almeida é o nome com o maior percentual de eleitores que dizem conhecer e não votar, 59%, seguido por Aziz e Cidade, ambos com 42%. Perguntados sobre o principal problema do estado, 45% dos entrevistados citaram saúde e 17%, violência. A avaliação da gestão estadual de Roberto Cidade registra 45% de aprovação e 34% de desaprovação. Essa mesma cobertura detalhou as alianças: Aziz concorre por uma coligação que reúne a federação de PT, PCdoB e PV, além de MDB e Republicanos, com apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva; Maria do Carmo tem o respaldo do grupo político do senador Flávio Bolsonaro e aliança com o Novo; Cidade lidera um bloco com PP, Podemos e PSB e integra o grupo do ex-governador Wilson Lima, que renunciou para disputar o Senado.
Veículos de direita enfatizaram o movimento da candidata do PL, tratando a alta de três pontos e a ultrapassagem do governador como o fato central da rodada, e deram relevo ao desempenho do único candidato apoiado por Jair Bolsonaro na disputa pelo Senado no estado. Nessa cobertura ficaram de fora os cenários de segundo turno, os índices de rejeição e a descrição das coligações, inclusive o apoio de Lula ao primeiro colocado. Até o momento nenhum veículo de esquerda publicou a pesquisa, o que deixa sem contraponto próprio a leitura sobre o palanque governista de Aziz e sobre a demanda por saúde e segurança apontada pelos entrevistados.
Há uma divergência factual entre as fontes que vale registrar: o número de registro do levantamento na Justiça Eleitoral aparece como BR-08101/2026 em parte da cobertura e como AM-01856/2026 em outra, sem que nenhuma delas explique a diferença.
O que ainda não se sabe é como as campanhas reagem aos números, se a curva de crescimento de Maria do Carmo se sustenta até a votação e para onde vão os 13% de indecisos e os 31% de eleitores que admitem mudar de opção. Também não há, nas matérias disponíveis, o recorte da pesquisa por região do estado, faixa de renda ou escolaridade, nem avaliação sobre o efeito da renúncia de Wilson Lima no eleitorado que o apoiava. O primeiro turno está marcado para 4 de outubro.
A pesquisa Quaest divulgada nesta quinta-feira (24) mostra um cenário bastante acirrado na disputa pelo governo do Amazonas. O levantamento foi encomendado pela Rede Amazônica e apresenta aos entrevistados uma lista com

Pesquisa divulgada nesta quinta-feira (24) foi encomendada pela Rede Amazônica. Margem de erro é de três pontos percentuais.

Simulações de segundo turno mostram disputa acirrada no estado
