Pesquisas divergem no Tocantins entre Professora Dorinha e Vicentinho Júnior
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Dois institutos divulgaram, em 25 e 26 de agosto de 2026, pesquisas de intenção de voto para o governo do Tocantins com resultados diferentes. O levantamento da Quaest apontou a senadora Professora Dorinha, do União Brasil, com 37% e o deputado federal Vicentinho Júnior com 28% no primeiro turno. O do Real Time Big Data mostrou 33% para a senadora e 30% para o deputado, com o deputado numericamente à frente em um cenário de segundo turno, por 41% a 40%. Ambas as pesquisas estão registradas no Tribunal Superior Eleitoral.
Os levantamentos mostram uma corrida competitiva no Tocantins entre duas candidaturas com trajetória parlamentar consolidada. A senadora Professora Dorinha, do União Brasil, lidera com folga na pesquisa da Quaest, mas o deputado federal Vicentinho Júnior aparece tecnicamente empatado, e até numericamente à frente em um dos cenários de segundo turno, no levantamento do Real Time Big Data, feito com amostra maior e margem de erro menor.
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Nesta matéria: perspectiva omitida.
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Todas as coberturas registram que Professora Dorinha e Vicentinho Júnior lideram isolados a corrida ao governo do Tocantins, com Laurez Moreira em terceiro, e que as duas pesquisas estão registradas no Tribunal Superior Eleitoral, com metodologia, período de campo e margem de erro declarados.
Em 25 de agosto de 2026, a Quaest mostrou a senadora Professora Dorinha com 37% e o deputado federal Vicentinho Júnior com 28% na corrida ao governo do Tocantins. No dia seguinte, o Real Time Big Data apontou empate técnico, com o deputado à frente por 41% a 40% em um cenário de segundo turno. As duas sondagens convergem nos líderes e se afastam no tamanho da vantagem.
Duas pesquisas de intenção de voto divulgadas com um dia de diferença colocaram a disputa pelo governo do Tocantins em cenários distintos. O levantamento do instituto Quaest, divulgado em 25 de agosto de 2026, apontou a senadora Professora Dorinha, do União Brasil, com 37% das intenções de voto no primeiro turno, contra 28% do deputado federal Vicentinho Júnior. No dia seguinte, o instituto Real Time Big Data apresentou números mais apertados: 33% para a senadora e 30% para o deputado, com o parlamentar numericamente à frente por 41% a 40% em um eventual segundo turno.
Os dois levantamentos são a primeira fotografia divulgada da corrida estadual por esses institutos e estão registrados no Tribunal Superior Eleitoral. A Quaest ouviu 804 eleitores em entrevistas presenciais em domicílio, entre 21 e 24 de agosto, com margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%, sob o protocolo TO-02161/2026. O Real Time Big Data entrevistou 1.600 eleitores, também presencialmente, entre 21 e 25 de agosto, com margem de erro de dois pontos percentuais, financiamento com recursos do próprio instituto e protocolo TO-09655/2026.
As duas sondagens convergem em pontos centrais. Professora Dorinha e Vicentinho Júnior aparecem isolados na frente, seguidos por Laurez Moreira, do PSD, que marcou 7% em uma pesquisa e 11% na outra. Ataides de Oliveira, do Novo, oscilou entre 3% e 7%. Também constam da disputa Subtenente Luiz Carlos, do Democrata, Witer Naves, do PSOL, e Du Pereira, do Democracia Cristã, com desempenho residual ou sem pontuar em pelo menos um dos levantamentos. Em ambos os casos, a fatia de indecisos, brancos e nulos é grande o suficiente para alterar o desenho final: só na primeira pesquisa, indecisos somam 16% e brancos, nulos e quem diz não pretender votar chegam a 7%.
A cobertura de centro concentrou-se na descrição metodológica e no detalhamento de todos os concorrentes, incluindo os que não pontuaram, e foi a única a apresentar os três cenários de segundo turno testados pelo segundo instituto, entre eles a vitória da senadora sobre Laurez Moreira por 49% a 33% e a do deputado sobre o mesmo adversário por 47% a 34%. Veículos de direita registraram a primeira sondagem de forma estritamente factual, limitando-se aos dois primeiros colocados, à margem de erro e ao protocolo do registro, sem explorar cenários alternativos nem comparar institutos. Até o momento, não houve cobertura de veículos de esquerda sobre nenhum dos dois levantamentos, o que deixa sem contraponto a leitura sobre o espaço reduzido de candidaturas do campo progressista na disputa estadual.
O principal ponto de divergência entre as coberturas não é ideológico, e sim de recorte: nenhuma reportagem confrontou diretamente os dois resultados nem examinou por que institutos que foram a campo praticamente no mesmo período chegaram a diferenças de nove e de três pontos entre os líderes. Há ainda uma inconsistência não resolvida sobre a filiação partidária de Vicentinho Júnior, registrado como do Progressistas em um texto e como do PSDB em outros dois.
O que ainda não se sabe é se a distância entre os números decorre do tamanho das amostras, da janela de campo ou do desenho do questionário, e como os eleitores indecisos, que somam parcela superior à diferença entre os dois primeiros colocados, devem se distribuir. Também não foram divulgados os percentuais dos candidatos ao Senado pelo Tocantins, embora uma das pesquisas informe ter feito a pergunta e registre 10% de brancos e nulos e 24% de indecisos nessa disputa.
Candidatos ao governo do estado empatam tecnicamento do 1º e 2º turno

Este é o primeiro levantamento do instituto para o governo tocantinense

Pesquisa foi realizada entre os dias 21 e 24 de agosto e tem margem de erro de 3 pontos percentuais
