
Quaest indica vantagem maior de Lula sobre Flávio
Toque num lado para ler o resumo dele.
Como cada lado cobriu
13 fontes políticas
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Toque num lado para ler o resumo dele.
13 fontes políticas
Como decidimos →A pesquisa Genial/Quaest divulgada em 15 de julho de 2026 mostrou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ampliando a vantagem sobre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na corrida presidencial. No primeiro turno, Lula marcou 40% contra 28% de Flávio; no segundo turno, 45% a 37%. O levantamento ouviu 2.004 eleitores entre 10 e 13 de julho, com margem de erro de 2 pontos percentuais. Flávio lidera a rejeição, com 57%, seguido por Lula, com 50%, e a aprovação do governo oscilou para 48%. Outra rodada da Quaest indicou que 51% dos brasileiros atribuem a Flávio responsabilidade pelo tarifaço dos Estados Unidos. Já a pesquisa Futura/Apex, de 14 de julho, apontou empate técnico entre os dois, e o recorte estadual do Espírito Santo mostrou Flávio numericamente à frente, com 42% a 36% no segundo turno.
Veículos com viés à esquerda
Análise editorial
Veículo progressista com enquadramento claramente favorável a Lula: o título e o corpo destacam que 'a maioria concorda com Lula e diz que o tarifaço é culpa de Flávio', apresentando o cenário como reiteradamente 'desfavorável para Flávio'. Vocabulário e seleção reforçam a leitura de esquerda.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés ao centro
Análise editorial
Cobertura factual do g1 sobre o cenário no Espírito Santo, com todos os percentuais de 1º e 2º turno e metodologia. Neutra e enxuta.
Análise editorial
Reporta que Flávio está numericamente à frente no ES, mas ressalta corretamente o empate técnico dentro da margem de erro. Transparente sobre custo e financiador. Centro factual.
Análise editorial
Reporta a ironia de Flávio à Quaest e cita literalmente sua fala, mas acumula contexto negativo (queda entre a direita, crise no PL, proibição de Moraes, prisão de Bolsonaro). O balanço é factual, com atribuição das declarações, o que o mantém no centro apesar do peso do contexto.
Análise editorial
Cobertura técnica e neutra: reproduz as perguntas exatas da Quaest, os percentuais das duas versões (Lula e Flávio) com paridade e o contexto factual do tarifaço. Padrão de agência.
Análise editorial
Cobertura factual e neutra dos índices de rejeição, com paridade entre os candidatos, comparação com o mês anterior e metodologia detalhada. Sem vocabulário valorativo.
Análise editorial
Texto de agência (Estadão Conteúdo) factual, com todos os cenários, oscilações em relação ao mês anterior e metodologia. Sem enquadramento ideológico.
Análise editorial
Cobertura técnica e neutra dos índices de rejeição, com transparência sobre custo, financiador e registro no TSE. Padrão de agência factual.
Análise editorial
Reportagem factual do Estado de Minas com detalhamento de todos os cenários e comparação histórica desde dezembro. Sem enquadramento valorativo.
Análise editorial
Idêntico em substância ao 72762: reportagem factual do Estado de Minas com todos os cenários e comparação histórica. Neutro.
Veículos com viés à direita
Análise editorial
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
Apesar de a Veja ser veículo de perfil à direita, o texto é uma comparação factual e equilibrada entre Genial/Quaest, BTG/Nexus, AtlasIntel e Datafolha, reconhecendo a liderança de Lula em todos os cenários. Cobertura neutra.
Análise editorial
O corpo é factual e cita números do levantamento Futura/Apex, mas a escolha de destacar justamente o instituto que aponta 'empate técnico' — em contraste com a narrativa dominante de vantagem de Lula — e o título reforçando o empate configuram um enquadramento favorável ao campo da direita.
Perspectivas omitidas
Análise editorial
Apesar de reportar com precisão a vantagem de Lula, o texto usa linguagem coloquial de recorte de direita ('o filho 01 de Bolsonaro') e contextualiza a Nexus como pesquisa 'usada por Flávio nas redes', sinalizando o campo editorial do veículo.
A menos de três meses das eleições de outubro, uma sequência de pesquisas divulgada entre 14 e 17 de julho de 2026 recolocou a corrida presidencial no centro do debate. O levantamento mais comentado foi o da Genial/Quaest, divulgado em 15 de julho, que mostrou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ampliando a vantagem sobre o senador Flávio Bolsonaro. No primeiro turno, o petista aparece com 40% contra 28% do pré-candidato do PL; num eventual segundo turno, a diferença vai a oito pontos, 45% a 37%. A pesquisa ouviu 2.004 eleitores entre os dias 10 e 13 de julho, com margem de erro de dois pontos percentuais e registro no Tribunal Superior Eleitoral.
A cobertura de centro, majoritária neste conjunto de matérias, relatou os números de forma técnica e com paridade. Além dos cenários de voto, a Quaest apontou que Flávio é o pré-candidato mais rejeitado, com 57%, seguido de perto por Lula, com 50%. A aprovação do governo oscilou para 48%, contra 47% de desaprovação, revertendo o quadro do mês anterior. Veículos de centro também destacaram o recorte sobre o tarifaço norte-americano: 51% dos brasileiros concordam com a versão de que o senador teve responsabilidade nas tarifas, enquanto 30% ficam com a defesa de Flávio.
Veículos de esquerda leram o conjunto como um avanço político do presidente. Para essa cobertura, o dado decisivo não foi apenas o placar eleitoral, mas a percepção de que a maioria da população responsabiliza Flávio pela sobretaxa imposta por Donald Trump aos produtos brasileiros, num momento em que 63% temem prejuízos econômicos. Nessa leitura, o eleitorado premiaria a defesa da soberania nacional e cobraria de quem, segundo o presidente, teria estimulado sanções contra o próprio país.
Já veículos de direita enfatizaram que a disputa segue aberta. A pesquisa Futura/Apex, divulgada em 14 de julho, apontou empate técnico entre Lula, com 40,1%, e Flávio, com 36,8%, tanto no primeiro quanto no segundo turno, e a BTG/Nexus indicou distância menor entre os dois. No recorte estadual do Espírito Santo, encomendado pela Rede Gazeta, Flávio aparece numericamente à frente no segundo turno, com 42% a 36%, ainda que dentro da margem que caracteriza empate técnico. Essa cobertura também sublinhou a alta rejeição do próprio Lula e registrou a reação do senador, que ironizou a Quaest nas redes sociais e saudou a proposta do presidente do TSE de criar um selo de acurácia para institutos de pesquisa.
Há convergência num ponto: a polarização entre Lula e Flávio continua estruturando a eleição, com os demais nomes, como Ronaldo Caiado e Romeu Zema, sem ultrapassar a casa dos 5% nos cenários nacionais. O que ainda não se sabe é como o tarifaço, confirmado em 15 de julho e com vigência marcada para 22 de julho, afetará de fato as intenções de voto depois de entrar em vigor, e se as diferenças de metodologia entre os institutos vão convergir à medida que a campanha oficial se aproxima.
Todos os lados reconhecem que a polarização entre Lula e Flávio Bolsonaro segue estruturando a eleição de 2026, com os demais pré-candidatos abaixo de 5% nos cenários nacionais, e que ambos têm rejeição alta (57% de Flávio e 50% de Lula).

Pesquisa com eleitores testou cenários de 1º turno e 2º turno. Foram ouvidas 804 pessoas entre entre os dias 10 e 13 de julho. A margem de erro é de 3 pontos percentuais.

Levantamento ouviu 804 pessoas com 16 anos ou mais em 23 municípios; margem de erro é de 3 pontos percentuais. Leia no Poder360.

VEJA compara os números do petista no primeiro e segundo turnos nos levantamentos Datafolha, Genial/Quaest, Nexus/BTG e AtlasIntel/Bloomberg

O levantamento indica que a maior parte dos brasileiros prevê impacto negativo em suas vidas após a decisão do governo Trump
Senador reagiu nas redes sociais à pesquisa Genial/Quaest, que ampliou a vantagem de Lula sobre o pré-candidato do PL na disputa presidencial

Pesquisa mostra que 63% esperam prejuízo na própria vida ou na de familiares. Leia no Poder360.

Levantamento divulgado nesta terça-feira, 14, apresenta diferentes cenários na disputa pela Presidência da República

Pesquisa entrevistou 2.004 pessoas, entre os dias 10 e 13 de julho; margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos


Intenções de voto espontâneas para o petista subiram três pontos percentuais, enquanto as de Flávio caíram três no último mês

Pesquisa entrevistou 2.004. Levantamento foi pago pelo Banco Genial e realizado em parceria de divulgação com o Grupo Globo. Leia no Poder360.
Presidente abre oito pontos no segundo turno e amplia distância para o senador também na simulação de primeiro turno

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