Quem está na frente para presidente no segundo turno nas regiões do Brasil? Veja a última pesquisa
5 veículos de centro · 2 veículos de direita

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A primeira pesquisa Datafolha do segundo turno e uma nova rodada do Gerp apontam o senador Flávio Bolsonaro (PL) numericamente à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), depois de um primeiro turno decidido por margem mínima.
Na leitura de direita, as pesquisas confirmam o avanço de Flávio Bolsonaro e reforçam a desconfiança em institutos que, no primeiro turno, davam vantagem a Lula e erraram além da margem de erro.
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7 fontes políticas
Como decidimos →Ponto cego: esse lado ficou de fora.
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Veículos com viés ao centro
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Veículos com viés à direita
Nesta matéria: viés de centro.
Nesta matéria: falácia identificada.
A primeira pesquisa Datafolha do segundo turno e uma rodada do Gerp apontam Flávio Bolsonaro numericamente à frente de Lula. A cobertura mostra o recorte por região, o interior e as regiões metropolitanas, e a discussão sobre a credibilidade dos institutos e as novas regras do TSE.
O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece numericamente à frente do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas primeiras pesquisas do segundo turno da eleição presidencial de 2026, segundo a cobertura de centro e de direita reunida nesta história. O quadro vem de um primeiro turno decidido por margem mínima: Flávio recebeu 56.104.503 votos, ou 47,03% dos votos válidos, e Lula somou 53.879.538 votos, ou 45,16%, a menor diferença entre os dois mais votados na história do primeiro turno.
A cobertura de centro detalhou a primeira pesquisa do Instituto Datafolha depois da votação. Foram ouvidos 2.520 eleitores com 16 anos ou mais, nos dias 6 e 7 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com confiança de 95%, e a pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o código BR-02949/2026. No total, Flávio tem 49% e Lula, 45%; entre os votos válidos, a disputa fica em 52% a 48%.
O recorte regional mostra um país dividido. Lula só lidera no Nordeste, com 61% contra 35% nas intenções estimuladas. Flávio vence no Sudeste, por 50% a 42%, no Sul, por 58% a 35%, e no bloco que reúne Centro-Oeste e Norte, por 58% a 37%. Também há divisão entre territórios: nas regiões metropolitanas, Lula tem 49% e Flávio, 45%, enquanto no interior Flávio chega a 51% e Lula, a 43%.
A cobertura de direita acrescentou uma segunda pesquisa, do instituto Gerp. Foram 2.400 entrevistas de 8 a 12 de outubro, com margem de erro de dois pontos percentuais e registro BR-07877/2026. Nos votos válidos, Flávio soma 55% e Lula, 45%. Nos votos totais, são 53% a 44%. No cenário espontâneo, em que os nomes não são apresentados, Flávio tem 50% e Lula, 40%. A própria reportagem informa que a pesquisa foi contratada pelo instituto.
Os veículos de direita enfatizaram ainda a credibilidade dos institutos. Segundo essa cobertura, dos seis principais institutos com pesquisas na reta final do primeiro turno, só o Gerp apontou Flávio na frente. PoderData, Datafolha e Quaest indicavam empate técnico com vantagem numérica para Lula, e CNT/MDA e AtlasIntel mostravam liderança mais sólida do petista. Esses veículos lembraram que o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) reafirmou a intenção de propor uma Comissão Parlamentar de Inquérito sobre a atuação das empresas e que o TSE passou a exigir mais detalhes sobre amostra, plano amostral e procedimentos de campo, regras que já valem no segundo turno. Um professor de Ciência Política da Universidade Federal do Paraná afirmou que a tendência de crescimento de Flávio foi identificada e que, com duas opções, a chance de erro é menor.
Não há, entre as fontes desta história, cobertura de veículos de esquerda, e por isso não é possível descrever o ângulo desse campo a partir de reportagens. A diferença que aparece é entre os números e o foco: o centro apresentou o retrato regional e metropolitano do Datafolha, e a direita priorizou o desempenho de Flávio no Gerp e o debate sobre a precisão dos institutos.
O que ainda não se sabe é se a vantagem de Flávio se sustenta, já que as pesquisas têm métodos diferentes e erraram a leitura do primeiro turno. Também não está claro o desfecho da proposta de CPI nem o efeito das novas regras do TSE sobre a confiança nos levantamentos.
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