
Tribunal Superior Eleitoral encerra registro de 2026 com recorde de candidatas
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O prazo para o registro de candidaturas às eleições gerais de 2026 terminou às 19h de 15 de agosto e definiu quem disputa a Presidência da República, os governos estaduais, 54 das 81 cadeiras do Senado, a Câmara dos Deputados e as assembleias legislativas. A campanha começou no dia 16, e a votação de primeiro turno está marcada para 4 de outubro, com eventual segundo turno em 25 de outubro. Segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral atualizados em 18 de agosto, foram registrados 13.419 candidatos homens e 7.188 mulheres, o que corresponde a 34,88% de participação feminina, recorde proporcional. Todos os pedidos ainda passam pelo crivo do tribunal eleitoral e dos tribunais regionais, com prazo de julgamento até 14 de setembro.
Esquerda
Sem cobertura neste espectro.
Centro
O prazo para o registro de candidaturas às eleições gerais de 2026 terminou às 19h de 15 de agosto e definiu quem disputa a Presidência da República, os governos estaduais, 54 das 81 cadeiras do Senado, a Câmara dos Deputados e as assembleias legislativas.
Direita
Com o registro encerrado, o eleitor passa a ter a lista definitiva e as fichas públicas de cada candidato, com bens declarados, evolução patrimonial e pendências na Justiça. O quadro estadual mostra governadores em posição forte para a reeleição, casos de Tarcísio de Freitas em São Paulo, com 51% das intenções de voto, e Jorginho Mello em Santa Catarina, com 52,8%, além de coligações amplas montadas por adversários que reúnem dez ou mais legendas.
37 fontes políticas
Como decidimos →Ponto cego: esse lado ficou de fora.
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Veículos com viés ao centro
A apuração é numérica e atribuída ao tribunal eleitoral e ao censo do instituto de estatística. O contraste entre 34,88% das candidaturas e 51,5% da população dá ao texto um enquadramento de sub-representação, mas sem vocabulário valorativo nem defesa explícita de política pública, o que mantém a leitura de centro.
Perspectivas omitidas
A apuração se apoia em dados do tribunal eleitoral e compara 2026 com 2022 e 2018. O recorte de gênero organiza a matéria, mas os números são apresentados sem defesa explícita de medida corretiva, o que mantém a leitura factual.
Perspectivas omitidas
O texto lista os sete candidatos em ordem alfabética, informa as coligações de Tarcísio de Freitas e de Fernando Haddad com o mesmo nível de detalhe e apresenta o eleitorado paulista como dado. Não há vocabulário valorativo nem adjetivação de campo político.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés à direita
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
Apesar do viés editorial declarado do veículo, o artigo é um catálogo alfabético sem adjetivação. A única inflexão analítica é o alerta de que o tribunal regional pode julgar registros depois da eleição, apresentado como informação processual.
O prazo para registrar candidaturas às eleições gerais de 2026 terminou em 15 de agosto e fechou as listas de quem disputa a Presidência, os governos estaduais, o Senado, a Câmara e as assembleias. As mulheres somam 34,88% das candidaturas, recorde proporcional, mas caem para 27% nas chapas presidenciais. Todos os nomes ainda dependem do aval da Justiça Eleitoral antes da votação de 4 de outubro.
O prazo para o registro de candidaturas às eleições gerais de 2026 terminou às 19h de sábado, 15 de agosto, e definiu quem disputa a Presidência da República, os governos estaduais, as duas vagas por unidade da Federação no Senado, as cadeiras da Câmara dos Deputados e as assembleias legislativas. A campanha eleitoral começou oficialmente no domingo, 16 de agosto. A votação de primeiro turno está marcada para 4 de outubro, e o eventual segundo turno, para 25 de outubro. O Tribunal Superior Eleitoral e os tribunais regionais eleitorais ainda vão analisar a documentação de cada pedido e decidir quem está apto a concorrer, com prazo de julgamento previsto para 14 de setembro, embora recursos possam se estender além dessa data.
Os dados atualizados pelo Tribunal Superior Eleitoral em 18 de agosto apontam 13.419 candidatos homens e 7.188 mulheres. A proporção feminina chegou a 34,88% do total, recorde proporcional e 1,1 ponto percentual acima do pleito de 2022. Na disputa presidencial, porém, o movimento é inverso: as mulheres são 27% das 26 candidaturas a presidente e a vice, ante 35% em 2022. Duas mulheres encabeçam chapas presidenciais e cinco concorrem como vice.
Nos estados, o mapa ficou desenhado. Em São Paulo, maior colégio eleitoral do país, com 34,1 milhões de eleitores, são sete candidatos ao governo, entre eles o governador Tarcísio de Freitas, que tenta a reeleição com coligação de dez partidos, e Fernando Haddad, apoiado por outras seis legendas. No Rio de Janeiro, Eduardo Paes disputa o governo com uma coligação que reúne doze partidos. Em Minas Gerais são onze candidatos ao governo e dezessete ao Senado. Em Santa Catarina, o governador Jorginho Mello busca a reeleição, e no Distrito Federal a governadora Celina Leão tenta novo mandato. As listas proporcionais somam milhares de nomes: só São Paulo registrou 1.089 candidatos a deputado federal e 1.390 a deputado estadual.
A cobertura de centro concentrou-se na apresentação estado a estado das chapas, quase sempre acompanhada de pesquisas de intenção de voto divulgadas entre julho e agosto, com destaque para os favoritos em cada disputa e para o tamanho de cada colégio eleitoral. Parte desses textos traz margem de erro e período de campo dos levantamentos, e parte não. Veículos de direita privilegiaram as listas completas de candidatos a deputado federal e estadual, com nome, partido e número de urna, e insistiram num alerta processual: as candidaturas dependem do aval da Justiça Eleitoral e, dependendo da velocidade de cada tribunal regional, há julgamentos que podem ficar para depois da eleição. Numa dessas reportagens, sobre Santa Catarina, a leitura foi mais interpretativa, ao descrever o estado como o mais conservador do país e tratar a proximidade com a família Bolsonaro como trunfo do governador. Veículos de esquerda não aparecem neste conjunto de reportagens, de modo que a crítica à sub-representação feminina e ao financiamento de campanha aparece apenas como dado factual, sem enquadramento próprio.
A moldura institucional do recorde feminino também ficou registrada. O Tribunal Superior Eleitoral atualizou resoluções para 2026 com regras sobre financiamento de campanha, serviços de segurança e combate à violência na internet. Elas se somam a exigências já em vigor, que obrigam os partidos a destinar ao menos 30% dos recursos de campanha e 30% do tempo de propaganda gratuita no rádio e na televisão a candidaturas de mulheres. Segundo o censo de 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, as mulheres são 51,5% da população brasileira.
O que ainda não se sabe é quantos registros serão de fato deferidos. Os números são preliminares: a própria Justiça Eleitoral admite atraso no processamento dos cadastros, e contestações judiciais podem alterar as listas até setembro, ou depois. Também não há, nas reportagens, avaliação sobre o efeito prático das novas resoluções na competitividade das candidaturas femininas, nem o número final de candidatos por cargo em todo o país.
Toda a cobertura registra os mesmos fatos centrais: o prazo terminou às 19h de 15 de agosto, a campanha começou no dia 16, a votação de primeiro turno é em 4 de outubro e as candidaturas só valem depois do aval da Justiça Eleitoral, que pode indeferir registros.

Dado representa um novo recorde proporcional; cadastros femininos cresceram 27,5 pontos percentuais desde 1994. Leia no Poder360.

Na corrida presidencial deste ano, duas candidatas disputam como cabeça de chapa e cinco como vice

O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) disputa a reeleição; tem como principal adversário Fernando Haddad (PT). Leia no Poder360.

Das 81 cadeiras da Casa Alta, 54 estão em disputa em 2026; são duas por unidade da Federação. Leia no Poder360.

Candidatos disputarão as 70 vagas de São Paulo na Câmara dos Deputados nas eleições de 2026. Saiba quem são eles na Gazeta do Povo.

Candidatos disputarão 94 vagas na Assembleia Legislativa de São Paulo nas eleições de 2026. Saiba quem são eles na Gazeta do Povo.

Candidatos disputarão as 53 vagas de Minas Gerais na Câmara dos Deputados nas eleições de 2026. Saiba quem são eles na Gazeta do Povo.

Candidatos disputarão as 54 vagas na Assembleia Legislativa do Paraná nas eleições de 2026. Saiba quem são eles na Gazeta do Povo.

Candidatos disputarão as 70 vagas na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro nas eleições de 2026. Saiba quem são eles na Gazeta do Povo.

Candidatos disputarão as 30 vagas do Paraná para deputado federal nas eleições de 2026. Saiba quem são eles na Gazeta do Povo.

O ex-prefeito de Mossoró Allyson Bezerra (União Brasil) lidera; tem como principal adversário Cadu de Lula (PT). Leia no Poder360.

O governador Rafael Fonteles (PT) disputa a reeleição; tem como principal adversário Joel Rodrigues. Leia no Poder360

Cleitinho Azevedo (Republicanos) disputa e tem como principais adversários Alexandre Kalil (PDT) e Patrus Ananias (PT). Leia no Poder360.

Das 81 cadeiras da Casa Alta, 54 estão em disputa em 2026; são duas por unidade da Federação. Leia no Poder360.

Fábio Mitidieri (PSD) disputa o pleito e tem como principal adversário Valmir de Francisquinho (Republicanos). Leia no Poder360

Jorginho Mello (PL) disputa a reeleição; tem como principal adversário João Rodrigues (PSD). Leia no Poder360.

Marcos Rogério (PL) disputa o pleito e tem como principal adversário Adaílton Fúria (PSD). Leia no Poder360.

Das 81 cadeiras da Casa Alta, 54 estão em disputa em 2026; são duas por unidade da Federação. Leia no Poder360.

A governadora Celina Leão (PP) disputa a reeleição; tem como principal adversário Arruda (PSD). Leia no Poder360.

Das 81 cadeiras da Casa Alta, 54 estão em disputa em 2026; são duas por unidade da Federação. Leia no Poder360.

Eduardo Paes (PSD) disputa o pleito neste ano e tem como principal adversário Douglas Ruas (PL). Leia no Poder360.

Há 17 nomes confirmados nas eleições para senador deste ano.

JHC (PSDB), ex-prefeito de Maceió, disputa o pleito; tem como principal adversário Renan Filho (MDB). Leia no Poder360.

Célia Rocha, Jardel Queiroz, Jaudinete Pontes e Yale Fernandes estão entre os nomes apresentados para disputar o cargo nas Eleições 2026.

Ricardo Ferraço (MDB) disputa a reeleição; tem como principal adversário Lorenzo Pazolini (Republicanos). Leia no Poder360.

Orleans Brandão (MDB) disputa o pleito; tem como principal adversário Eduardo Braide (PSD). Leia no Poder360.

Professora Dorinha (União Brasil) disputa o pleito; tem como principal adversário Vicentinho Júnior (PSDB). Leia no Poder360.

Otaviano Pivetta (Republicanos) disputa a reeleição; tem como principal adversário Wellington Fagundes (PL). Leia no Poder360.

Dr. Furlan (PSD) disputa o pleito; tem como principal adversário Clécio Luis (União Brasil). Leia no Poder360.

1ª turno será realizado em 4 de outubro, e o 2º, se for necessário, no dia 25 do mesmo mês. Leia no Poder360.

1ª turno será realizado em 4 de outubro, e o 2º, se for necessário, no dia 25 do mesmo mês. Leia no Poder360.

Fábio Mitidieri (PSD) disputa o pleito e tem como principal adversário Valmir de Francisquinho (Republicanos). Leia no Poder360

Candidatos disputarão as 40 vagas na Assembleia Legislativa de Santa Catarina nas eleições de 2026. Saiba quem são eles na Gazeta do Povo.

Candidatos disputam 46 vagas do Rio de Janeiro na Câmara dos Deputados nas eleições de 2026. Saiba quem são eles na Gazeta do Povo.

Candidatos a deputado federal por Santa Catarina disputam 16 vagas nas eleições de 2026. Saiba quem são eles na Gazeta do Povo.

Candidatos estão confirmados para esta eleição. Saiba na Gazeta do Povo quem está na disputa para governador de Santa Catarina.

Candidatos disputarão as duas cadeiras ao Senado por Minas Gerais nas eleições de 2026. Saiba quem são eles na Gazeta do Povo.
Perspectivas omitidas
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
Texto de banco de dados: enumera nomes registrados no tribunal eleitoral sem qualquer juízo. O enquadramento se limita à informação de que a Justiça Eleitoral ainda analisará a documentação.
Perspectivas omitidas
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
Catálogo alfabético sem adjetivação política, idêntico em estrutura às demais listas estaduais. A inconsistência sobre o número de vagas é falha de precisão, não de enquadramento ideológico.
Perspectivas omitidas



