Quaest e Datafolha mostram Lula à frente de Flávio Bolsonaro e empate no 2º turno
4 veículos de esquerda · 7 veículos de centro · 2 veículos de direita

Resumo da cobertura
Como cada lado cobriu
13 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
- CartaCapitalQuaest: Lula vai a 40% no Pará, contra 35% de Flávio BolsonaroOs dois candidatos a presidente cresceram em comparação com a sondagem anterior(abre em nova aba)
Nesta matéria: viés de centro.
- CartaCapitalReal Time indica disputa apertada entre Lula e Flávio Bolsonaro em MGO estado tem o segundo maior colégio eleitoral do Brasil(abre em nova aba)
Nesta matéria: viés de centro.
- Portal VermelhoPatrus se consolida em 2º em MG; Lula abre 4 pontos sobre Flávio BolsonaroReal Time Big Data mostra Patrus isolado na segunda posição. Lula tem 41% das intenções de coto e Flávio, 37%(abre em nova aba)
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés ao centro
- Folha de S.PauloNo 1º turno, Lula (PT) tem 40%, e Flavio Bolsonaro (PL) aparece com 36% - 28/09/2026 - EleiçõesDistância de 4 pontos aponta para vantagem estreita do petista, e no 2º turno persiste empate entre eles(abre em nova aba)
Nesta matéria: perspectiva omitida.
- Folha de S.PauloQuaest: Lula tem 39%, e Flávio Bolsonaro, 34% no 1º turno - 28/09/2026 - PolíticaPetista volta a liderar fora da margem de erro no 1º turno e mantém empate com o senador no 2º(abre em nova aba)
Nesta matéria: perspectiva omitida.
- UOLPesquisa presidente 2026: veja números de Lula e Flávio BolsonaroPesquisa presidente 2026: veja números de Lula e Flávio Bolsonaro UOL Notícias(abre em nova aba)
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Veículos com viés à direita
- O Estado de S.PauloQuaest: Lula tem 39% contra 34% de Flávio Bolsonaro no 1º turno; os dois empatam no 2º turnoPesquisa realizou 2.004 entrevistas entre os dias 24 e 27 de setembro e tem margem de erro de dois pontos porcentuais(abre em nova aba)
Nesta matéria: viés de centro.
- Jovem PanQuaest: Lula tem 39% contra 34% de Flávio Bolsonaro no primeiro turnoPesquisa divulgada nesta segunda-feira (28) mostra o retorno do presidente à liderança na primeira fase, após levantamento da semana passada mostrar empate técnico entre os dois(abre em nova aba)
Nesta matéria: viés de centro.
Briefing
O que importa para você
- O primeiro turno é em 4 de outubro e o eventual segundo turno, em 25 de outubro.
- A diferença entre Lula e Flávio Bolsonaro no primeiro turno é de quatro a cinco pontos, com margem de erro de dois pontos, o que deixa a vantagem no limite estatístico.
- No segundo turno, os institutos nacionais mediram 42% a 42% e 47% a 45%, ou seja, disputa em aberto.
- Em Minas Gerais, com 16,3 milhões de eleitores aptos, o confronto direto está em 46% a 46%.
Onde os lados divergem
- Veículos de esquerda leem o quadro como recuperação do presidente puxada por mulheres, eleitores de baixa renda e beneficiários do Bolsa Família, e ligam o movimento ao reajuste do programa e à proibição das apostas.
- Veículos de direita leem os mesmos levantamentos pela desaprovação do governo, de 49% e 50%, pela rejeição de até 54% ao presidente e pela vantagem do senador no Sul, entre evangélicos e entre eleitores não alinhados.
- A cobertura de centro não adota nenhuma das duas leituras e trata o cenário como estabilidade com vantagem estreita, apresentando os segmentos em que cada candidato lidera.
Onde os lados concordam
Toda a cobertura converge em três pontos: Lula lidera o primeiro turno por diferença estreita sobre Flávio Bolsonaro, a simulação de segundo turno está dentro da margem de erro nos dois institutos nacionais, e os dois são simultaneamente os candidatos mais rejeitados do pleito. Também há convergência sobre a estabilidade do segundo pelotão, em que nenhum nome passa de 5%.
O que ainda está incerto
- Nenhum levantamento isolou o efeito da proibição das apostas virtuais, anunciada em 25 de setembro, nem o da notícia falsa sobre a padroeira do Brasil, ambos dentro ou perto do período de coleta.
- Não há medição sobre o destino dos 5% de indecisos e dos 10% que declaram branco, nulo ou abstenção.
- Nenhuma fonte explicou a diferença de um ponto entre os dois institutos nacionais divulgados no mesmo dia.
A menos de uma semana do primeiro turno, os levantamentos divulgados em 28 de setembro colocam o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na liderança da disputa presidencial, com o senador Flávio Bolsonaro em segundo lugar e empate dentro da margem de erro na simulação de segundo turno. Veja o que cada lado da cobertura destacou nos mesmos números.
A menos de uma semana do primeiro turno, marcado para 4 de outubro, as pesquisas divulgadas em 28 de setembro colocam o presidente Luiz Inácio Lula da Silva na liderança da disputa presidencial, com o senador Flávio Bolsonaro em segundo lugar e a diferença encolhida ao limite da margem de erro. O instituto Quaest mediu 39% das intenções de voto para o presidente e 34% para o candidato do Partido Liberal no cenário estimulado, com 2.004 entrevistas presenciais feitas entre 24 e 27 de setembro e margem de erro de dois pontos percentuais. No mesmo dia, o Datafolha registrou 40% para o petista e 36% para o senador, a partir de 2.002 entrevistas em 125 municípios, realizadas nos dias 22 e 23 de setembro.
Nos dois institutos, o eventual segundo turno segue indefinido. A Quaest apontou empate numérico, com 42% para cada candidato, enquanto o Datafolha mediu 47% para o presidente e 45% para o senador, distância contida na margem de erro. Os levantamentos estão registrados no Tribunal Superior Eleitoral sob os protocolos BR-06520/2026 e BR-00304/2026, ambos com nível de confiança de 95%. Abaixo dos dois primeiros colocados, o cenário é estável: o escritor Augusto Cury, o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, o fundador do movimento Missão Renan Santos e o ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema oscilam entre 1% e 5%, e os demais candidatos não pontuam.
Os recortes estaduais reforçam a mesma direção. No Pará, a Quaest mediu 40% para o presidente e 35% para o senador, contra 37% e 29% na rodada de 29 de agosto. Em Minas Gerais, segundo maior colégio eleitoral do país, com 16,3 milhões de eleitores aptos, o Real Time Big Data apontou 41% a 37% no primeiro turno e empate em 46% no confronto direto, com 2 mil entrevistas feitas entre 23 e 26 de setembro.
Veículos de esquerda destacaram a origem do crescimento do presidente. A ênfase recaiu sobre o avanço entre mulheres, que passou de 37% para 40%, entre eleitores com renda familiar de até dois salários mínimos, de 49% para 52%, e entre beneficiários do Bolsa Família, faixa em que o presidente marca 53% contra 21% do adversário. Essa cobertura associou o movimento ao reajuste do programa de transferência de renda e à medida provisória que proibiu as plataformas de apostas, anunciada em 25 de setembro, dentro do período de campo das sondagens.
A cobertura de centro tratou o quadro como estabilidade com vantagem estreita, e detalhou os dois lados do eleitorado. Os relatos trouxeram os segmentos em que cada candidato lidera, a taxa de eleitores já decididos, que subiu de 76% para 80%, e a queda dos indecisos de 10% para 5%, interpretada como movimento de adesão ao voto útil nas duas campanhas. Essa cobertura também registrou que os dois principais nomes são, ao mesmo tempo, os mais rejeitados do pleito.
Veículos de direita enfatizaram o desgaste da gestão federal e o caráter reversível da vantagem. O destaque foi para a desaprovação do governo, de 49% contra 46% de aprovação em um instituto e de 50% contra 47% no outro, para a avaliação negativa de 41% e para a rejeição ao presidente, que chega a 54%. Essa cobertura sublinhou ainda que o senador está à frente no Sul, por 47% a 31%, entre evangélicos, por 47% a 27%, e entre eleitores não alinhados aos dois campos no segundo turno, por 39% a 34%, além de ser a segunda opção preferida de quem ainda hesita.
O que ainda não se sabe é o efeito completo das decisões tomadas na última semana de campanha. Nenhum dos levantamentos isolou o impacto da proibição das apostas virtuais nem o da notícia falsa que circulou sobre a padroeira do Brasil, ambos ocorridos dentro ou perto do período de coleta. Também não há medição sobre o destino dos 5% de indecisos e dos 10% que declaram voto em branco, nulo ou abstenção, nem explicação metodológica para a diferença de um ponto entre os dois institutos nacionais. Se nenhum candidato passar de 50% dos votos válidos, o segundo turno será em 25 de outubro.
Fontes

Os dois candidatos a presidente cresceram em comparação com a sondagem anterior

O estado tem o segundo maior colégio eleitoral do Brasil

Real Time Big Data mostra Patrus isolado na segunda posição. Lula tem 41% das intenções de coto e Flávio, 37%

Distância de 4 pontos aponta para vantagem estreita do petista, e no 2º turno persiste empate entre eles

Petista volta a liderar fora da margem de erro no 1º turno e mantém empate com o senador no 2º
Pesquisa realizou 2.004 entrevistas entre os dias 24 e 27 de setembro e tem margem de erro de dois pontos porcentuais

Pesquisa divulgada nesta segunda-feira (28) mostra o retorno do presidente à liderança na primeira fase, após levantamento da semana passada mostrar empate técnico entre os dois
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