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Na reta final do calendário de convenções, partidos oficializaram entre 2 e 3 de agosto de 2026 candidaturas ao Senado e a governos estaduais. No Paraná, o Republicanos confirmou o presidente da Assembleia Legislativa, Alexandre Curi, como pré-candidato ao Senado e apoiou a chapa de Sandro Alex ao governo. Em Alagoas, a federação formada por PP e União Brasil lançou o deputado Arthur Lira ao Senado. Em Minas Gerais, o PDT oficializou o ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil ao governo, ainda sem vice definido. No Distrito Federal, o PSB confirmou Ricardo Cappelli. As convenções precisam terminar até 5 de agosto e os registros vão ao tribunal eleitoral até 15 de agosto.
As convenções partidárias que definem as chapas para as eleições de 4 de outubro de 2026 entraram na reta final e, entre os dias 2 e 3 de agosto, quatro nomes de peso foram oficializados em disputas estaduais. No Paraná, o Republicanos confirmou o presidente da Assembleia Legislativa, Alexandre Curi, como pré-candidato ao Senado. Em Alagoas, a federação formada por PP e União Brasil lançou o deputado federal Arthur Lira também ao Senado. Em Minas Gerais, o PDT oficializou o ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil ao governo do estado. No Distrito Federal, o PSB confirmou Ricardo Cappelli na disputa pelo Palácio do Buriti.
A convenção paranaense foi realizada em um clube de Curitiba e reuniu cerca de 3 mil pessoas, com caravanas de 300 municípios. Além de indicar Curi ao Senado, o partido declarou apoio à chapa formada por Sandro Alex, do PSD, e Rafael Greca, do MDB, para o governo estadual. Estiveram presentes o governador Ratinho Junior e o vice-governador Darci Piana. Curi, que preside a Assembleia desde 2025 e foi o deputado estadual mais votado em 2022, afirmou ter desistido de uma pré-candidatura ao governo em nome da unidade do grupo. O Republicanos disputa coligado ao PSD, à Federação PSDB-Cidadania e à Federação União Progressista.
Nas outras praças, o quadro também avançou. Arthur Lira, de 57 anos, está no quarto mandato de deputado federal e presidiu a Câmara entre 2021 e 2025; sua candidatura foi confirmada em convenção em Maceió. Em Minas, a comissão do PDT aprovou o nome de Kalil por unanimidade em 26 de julho e a candidatura foi oficializada em 3 de agosto, ainda sem definição do vice. Kalil governou a capital mineira entre 2017 e 2022 e ficou em segundo lugar na disputa estadual daquele ano. No Distrito Federal, a convenção do PSB teve manifestações de apoio de dois ex-governadores locais e do teólogo Leonardo Boff.
A cobertura de centro tratou o conjunto como notícia de calendário: registrou datas, composição das coligações, trajetória dos candidatos e os prazos legais, além de acrescentar apuração sobre a disputa de alianças em Minas Gerais e sobre a faixa de intenção de voto atribuída ao candidato do PDT nas pesquisas mais recentes. Veículos de direita enfatizaram o discurso econômico e federativo do pré-candidato paranaense, que afirmou que a cada real pago pelo contribuinte do estado retornam apenas 36 centavos e prometeu levar ao Senado eficiência, transparência e responsabilidade no uso dos recursos públicos; na cobertura mineira, esses veículos destacaram que o PDT é a sexta legenda da trajetória do candidato e que a chapa chegou ao prazo final sem vice. Veículos de esquerda concentraram a atenção na convenção do Distrito Federal, ressaltando o papel do candidato do PSB à frente da segurança pública local durante a intervenção federal decretada após os ataques de 8 de janeiro de 2023 e o apelo de apoiadores pela união das forças progressistas contra quem, segundo eles, não aceitou o resultado das urnas.
A divergência de fundo não está nos fatos, e sim no que cada lado escolhe iluminar. Onde a cobertura à direita vê continuidade administrativa, controle de gastos e crítica ao peso da União sobre os estados, a cobertura à esquerda vê defesa institucional, memória democrática e a necessidade de recompor um campo hoje dividido. A cobertura de centro sustenta o esqueleto factual comum: nenhuma dessas candidaturas está juridicamente selada antes do registro no tribunal eleitoral.
Ainda não se sabe quem será o vice na chapa mineira do PDT, se a federação de esquerda fechará com trabalhistas ou petistas em Minas, nem se o Republicanos mineiro confirmará o senador mais bem posicionado nas pesquisas na corrida pelo governo estadual, depois de anunciar que ele não disputaria. Também não há, nas matérias, números de intenção de voto para o Senado no Paraná e em Alagoas, nem o desenho final da chapa do PSB no Distrito Federal. As convenções precisam terminar até 5 de agosto, os registros vão ao tribunal eleitoral até 15 de agosto e a campanha começa oficialmente no dia seguinte.
Todos os lados registram os mesmos fatos: as convenções de 2 e 3 de agosto oficializaram Alexandre Curi ao Senado pelo Paraná, Arthur Lira ao Senado por Alagoas, Alexandre Kalil ao governo de Minas e Ricardo Cappelli ao governo do Distrito Federal. Há convergência também sobre o calendário legal — convenções até 5 de agosto, registro até 15 de agosto e votação em 4 de outubro — e sobre o fato de a chapa mineira do PDT seguir sem vice.
7 fontes políticas
Como decidimos →Ponto cego: esse lado ficou de fora.
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
Veículos com viés ao centro
Texto de agência: informa a decisão, a coligação, o calendário de convenções e a trajetória do parlamentar sem vocabulário valorativo e sem endossar ou contestar o discurso reproduzido. A versão AMP carrega lixo de marcação, o que degrada a leitura mas não o enquadramento.
Perspectivas omitidas
Nota curta, descritiva, com idade, partido, mandatos e cargo anterior do candidato mais uma citação. Não há adjetivação nem enquadramento ideológico; o viés possível é de omissão de contexto, não de linguagem.
Perspectivas omitidas
Cobertura factual padrão: decisão da convenção, composição da coligação, prazos legais e histórico eleitoral do candidato, com citação direta sem comentário do redator. Não há marcador ideológico no vocabulário.
Perspectivas omitidas
Texto informativo com apuração adicional sobre a disputa de alianças entre legendas do campo progressista e menção a números de pesquisa com faixa de intenção de voto. Registra a tentativa de contato com a equipe do candidato, sinal de método; não adota vocabulário valorativo.
Perspectivas omitidas
Classificada como esquerda, embora o veículo tenha viés editorial centro.
Todo o espaço é ocupado por lideranças do campo progressista que exaltam o papel do candidato na intervenção federal após os ataques de 8 de janeiro de 2023, com falas de forte carga emocional sobre risco à democracia e recusa do resultado das urnas, sem qualquer contraponto — enquadramento característico do campo à esquerda.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés à direita
Relato de convenção sem editorializar diretamente, mas o texto cede espaço integral e sem contraditório ao discurso de pacto federativo, carga tributária e 'mais Paraná e menos Brasília', além de encerrar destacando 'eficiência, transparência e responsabilidade no uso dos recursos públicos' — vocabulário e enquadramento típicos do campo à direita.
Perspectivas omitidas

O partido também confirmou apoio à chapa formada por Sandro Alex (PSD) e Rafael Greca (MDB) para a disputa pelo governo do Paraná.

Escolha foi confirmada durante convenção partidária realizada em Curitiba nesta segunda-feira (3).

Escolha foi confirmada durante convenção realizada neste domingo (2), em Maceió.

Escolha foi confirmada durante convenção partidária realizada em Curitiba nesta segunda-feira (3).

Comissão aprovou com unanimidade a candidatura do ex-prefeito de BH ao governo estadual

Ex-prefeito de Belo Horizonte disputará o Palácio Tiradentes pela segunda vez; partido ainda negocia o nome para vice-governador

Durante convenção do PSB, na noite desta segunda-feira (3/8), Cappelli recebeu apoio de Cristovam Buarque e Rodrigo Rollemberg, que destacaram a atuação do candidato durante a intervenção federal na segurança pública, após os ataques de 8 de janeiro de 2023. Ele também foi apoiado por Leonardo Boff
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Falácias identificadas
O núcleo é factual, mas a legenda de foto que sublinha ser 'o sexto partido da trajetória política' e o realce ao adversário que 'hoje é presidenciável' funcionam como enquadramento crítico ao candidato do campo trabalhista, alinhado ao público à direita do veículo.
Perspectivas omitidas
Falácias identificadas



