Rogério Marinho, da campanha de Flávio Bolsonaro, é internado no DF Star
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Resumo da cobertura
Como cada lado cobriu
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Rogério Marinho, líder da oposição no Senado e coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro, foi internado por precaução após se esforçar numa agenda intensa de campanha. O episódio ocorreu logo depois do apoio de Ronaldo Caiado ao candidato no segundo turno.
O senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro, foi levado ao Hospital DF Star, em Brasília, após passar mal na volta de um ato de campanha em Goiânia. O hospital informou febre e mal-estar, com internação para exames.
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Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
O senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro, foi internado no Hospital DF Star, em Brasília, com febre e mal-estar após voo de Goiânia. Esta página reúne o que a cobertura de cada lado relatou e o que ainda falta esclarecer.
O senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL), foi internado na terça-feira, 6, no Hospital DF Star, em Brasília, depois de passar mal durante o voo de volta de Goiânia. Segundo o boletim médico divulgado pelo hospital, o parlamentar apresentou quadro de febre associado a mal-estar e permanece internado para exames e tratamento clínico. O gabinete do senador informou antes que ele foi levado ao hospital por precaução, que passa bem e que aguarda o resultado dos exames.
Os relatos convergem nos fatos principais. Marinho, líder da oposição no Senado, estava em Goiânia para um ato de campanha em que o ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD) anunciou apoio a Flávio Bolsonaro no segundo turno contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Pela manhã, em Brasília, ele havia participado de uma entrevista coletiva ao lado de Flávio e do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e se reunido no Supremo Tribunal Federal com o presidente da Corte, ministro Edson Fachin.
A cobertura de centro deu mais peso à agenda institucional do dia. Relatou que Marinho disse ao presidente do Supremo que o novo Senado não se omitirá diante de eventual crime de responsabilidade de ministros, lembrou que a bancada do PL cresceu para 28 senadores depois do primeiro turno e registrou o esforço do senador para consolidar o apoio de partidos do Centrão, como a Federação União Progressista e o Republicanos.
Veículos de direita enfatizaram o perfil do senador e o contexto de campanha. Um deles destacou que Marinho tem 62 anos, cumpre o primeiro mandato no Senado e foi ministro do Desenvolvimento Regional no governo de Jair Bolsonaro. Outro trouxe a hipótese inicial da equipe de que o episódio pode ter sido provocado por queda de pressão e destacou a defesa de mudanças no regimento interno do Senado feita por Marinho depois da reunião no Supremo.
Até o momento, nenhum veículo de esquerda abordou o episódio entre as fontes reunidas, e por isso não há enquadramento desse campo a relatar.
O que ainda não se sabe: a causa da febre e do mal-estar, o resultado dos exames, a previsão de alta e se a internação alterará a agenda do senador na reta final do segundo turno.
Coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro apresentou febre ao retornar de compromisso em Goiânia

O senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador-geral da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República, passou mal nesta terça-feira

Coordenador da campanha de Flávio Bolsonaro à presidência "passa bem e aguarda resultados de exames", segundo a assessoria de imprensa
