Eleição de meio de mandato nos EUA em 3 de novembro decide controle do Congresso
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A cobertura de centro relatou que as eleições de meio de mandato dos Estados Unidos, marcadas para 3 de novembro, chegaram à reta final com recorde de voto antecipado e uma série de ações do Departamento de Justiça sobre o processo eleitoral, no Alasca, na Califórnia e em cerca de 30 estados. Um texto explicativo detalhou por que a votação ocorre numa terça-feira, data fixada por lei federal, e o que está em jogo no Congresso.
Com base em RFI Brasil e CNN Brasil
O veículo de esquerda do conjunto publicou, com crédito expresso, a mesma reportagem de agência que aparece na cobertura de centro, sem acréscimo próprio no corpo do texto. Os destaques são o recorde de voto antecipado, as ações do Departamento de Justiça contra a Califórnia e no Alasca e a promessa de Donald Trump de pagar 5 mil dólares a cada cidadão, sobre a qual o texto registra dúvidas de legalidade.
Com base em CartaCapital
O veículo de direita do conjunto publicou, na madrugada da votação, um panorama factual da composição do Congresso, das disputas de governador e dos temas da campanha. O texto destacou a vantagem estreita dos republicanos na Câmara, as pesquisas que apontam vitória democrata nessa Casa e o peso do custo de vida, da imigração e da guerra envolvendo o Irã.
Com base em R7
4 veículos
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés à direita
Os Estados Unidos realizam em 3 de novembro de 2026 as eleições de meio de mandato, que definem se o Partido Republicano de Donald Trump mantém o controle do Congresso. A reta final teve recorde de voto antecipado e ações do Departamento de Justiça no Alasca, na Califórnia e em cerca de 30 estados.
Os eleitores dos Estados Unidos vão às urnas nesta terça-feira, 3 de novembro de 2026, nas eleições de meio de mandato, conhecidas como midterms. Estão em disputa as 435 cadeiras da Câmara dos Representantes, 35 das 100 vagas do Senado e 36 governos estaduais. O resultado define se o Partido Republicano do presidente Donald Trump mantém o controle das duas Casas do Congresso na segunda metade do mandato.
A cobertura de centro relatou que a reta final foi marcada por participação recorde no voto antecipado e por uma série de ações do Departamento de Justiça sobre o processo eleitoral. No Alasca, o órgão acelerou uma investigação criminal sobre a eleição para o Senado, depois de reportagem segundo a qual colaboradores da candidata democrata Mary Peltola teriam recrutado o professor aposentado Daniel J. Sullivan Jr., homônimo do senador republicano Dan Sullivan, que tenta a reeleição. Peltola e o professor negam. O governo também processou a Califórnia para tentar impedir a contagem de votos de mais de 20 mil eleitores, sob a alegação de que eles poderiam não ser cidadãos, e acionou cerca de 30 estados e o Distrito de Columbia para obter listas eleitorais completas. Na sexta-feira, 30 de outubro, um juiz federal determinou que o departamento parasse de ameaçar autoridades eleitorais da Califórnia. Outro texto de centro explicou que a terça-feira é fixada por lei federal desde o século 19, numa sociedade agrária, para evitar a colheita, o domingo de descanso e o primeiro dia do mês.
Os textos convergem na composição atual do Senado: 53 cadeiras republicanas e 47 democratas. Veículos de direita acrescentaram que, na Câmara, a vantagem republicana é de 218 a 214, e que as pesquisas apontam vitória democrata nessa Casa, com o Senado acirrado demais para previsão. O texto de direita destacou ainda o custo de vida, a imigração, as operações do Serviço de Imigração e Alfândega e a guerra envolvendo o Irã como temas da campanha, além das disputas de governador na Geórgia e em Michigan. O corpo desse texto não trata das ações do Departamento de Justiça.
Veículos de esquerda publicaram a mesma reportagem que aparece na cobertura de centro, com crédito expresso à agência que a produziu. Por isso, os pontos sobre o Departamento de Justiça, o Alasca e a promessa de Trump de distribuir 5 mil dólares a cada cidadão caso os republicanos vençam aparecem nos dois lados a partir de uma origem comum, e não como apurações separadas. Sobre essa promessa, a reportagem registra dúvidas quanto à legalidade e ao financiamento.
Os números do voto antecipado variam conforme a data de cada texto. As matérias de 31 de outubro falam em mais de 49 milhões de votos, ante cerca de 46 milhões em 2022. O texto de direita, publicado na madrugada da eleição, cita mais de 50 milhões até o fim de semana e cerca de 45,9 milhões em 2022. As duas versões são atribuídas ao Election Lab da Universidade da Flórida.
Até a madrugada de 3 de novembro, quando saiu a matéria mais recente analisada, o resultado da votação não era conhecido. Também não estava claro se o tribunal aceitaria a tentativa do governo de impedir a certificação do resultado no Alasca em caso de margem estreita, nem qual crime o procurador federal no estado atribuía ao candidato homônimo.
Resultado influencia os rumos da política do país nos últimos dois anos do mandato do presidente Donald Trump
A poucos dias das eleições de meio de mandato nos Estados Unidos, a disputa pelo controle do Congresso entra na reta final marcada por uma ofensiva judicial do governo de Donald Trump e por uma participação…

Quase 50 milhões de americanos já depositaram seus votos, número superior ao registrado antes das midterms de 2022.

Votação das Midterms deste ano está marcada para o dia 3 de novembro; presidente Donald Trump tenta manter o controle do Congresso
