Dias Toffoli exclui Federação PSDB-Cidadania da aliança de Raquel Lyra em Pernambuco
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O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou em decisão monocrática assinada no sábado a retirada da Federação PSDB-Cidadania da coligação Pernambuco de Coração, que apoia a reeleição da governadora Raquel Lyra (PSD). A decisão cassou o entendimento do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE), que por 4 votos a 3 havia mantido a federação na chapa, e mandou readequar com urgência o tempo de propaganda no rádio e na TV. O TRE-PE informou que já recalculou o tempo, e a campanha de Lyra anunciou que vai recorrer.
Pelo prisma do controle institucional, a decisão do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, individual e às vésperas da eleição, derrubou um acórdão colegiado do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco e mudou as regras do jogo em plena campanha.
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11 fontes políticas
Ponto cego: esse lado ficou de fora.
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Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
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Veículos com viés à direita
Nesta matéria: viés de centro.
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O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, cassou a decisão do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco e retirou a Federação PSDB-Cidadania da coligação da governadora Raquel Lyra. O tempo de propaganda da chapa já foi reduzido, e a campanha vai recorrer da decisão.
O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, determinou a retirada da Federação PSDB-Cidadania da coligação Pernambuco de Coração, que apoia a reeleição da governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, do PSD. A decisão é monocrática, ou seja, tomada por um único ministro, e foi assinada no sábado, dia 26 de setembro. Ela cassou o entendimento do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco, o TRE-PE, que havia mantido a federação na chapa por quatro votos a três.
Toffoli também mandou o tribunal regional readequar, com urgência, o tempo de propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão, considerando a posição de neutralidade da federação na disputa para governador. O TRE-PE informou que já fez o recálculo. O tempo da coligação de Raquel Lyra foi reduzido e redistribuído às demais candidaturas ao governo, mas o tribunal não divulgou quanto foi perdido. A coligação passa a reunir PSD, Federação União Progressista, formada por União Brasil e PP, Podemos e Avante.
A cobertura converge sobre a origem do caso. Em 31 de julho, a convenção estadual da federação aprovou o apoio a Lyra. Depois, uma comissão interventora nacional destituiu o comando estadual e fixou a neutralidade na eleição majoritária. A reclamação ao Supremo foi apresentada pelo prefeito de Petrolândia, Fabiano Jaques Marques, do Cidadania. Na decisão, Toffoli apontou que 10 dos 19 integrantes do Colegiado Nacional da federação contestaram a aliança antes da convenção, porque o órgão estadual não submeteu previamente as possíveis alianças à direção nacional, como exigem as regras internas. O ministro citou o julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade 7.021, em que o Supremo definiu que partidos federados devem atuar como uma única agremiação.
A cobertura de centro, que concentrou a maior parte das reportagens, detalhou a cronologia da disputa, o placar apertado no tribunal regional e as versões das partes. Parte desses textos registrou que a direção nacional do Cidadania preferia apoiar João Campos, do PSB, adversário da governadora, e que o PSDB dizia manter a aliança com Lyra. O advogado do Cidadania em Pernambuco, Rafael Carneiro, afirmou que a coligação se valeu de uma fraude para inflar o tempo de propaganda. A campanha da governadora, que já havia chamado a intervenção de atropelo ao direito de defesa, anunciou que vai recorrer.
Veículos de direita enfatizaram o efeito prático da decisão: a perda de tempo de televisão pela governadora e o recálculo já feito pelo TRE-PE, com relato majoritariamente factual e sem enquadramento ideológico explícito. Não houve, até o momento, cobertura de veículos de esquerda sobre o caso.
Ainda não se sabe quanto tempo de rádio e televisão a coligação de Raquel Lyra perdeu, nem quando o recurso anunciado pela campanha será apresentado e julgado, e se a decisão será mantida pelo colegiado do Supremo antes do fim da propaganda eleitoral.
O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), anulou uma decisão da Justiça Eleitoral de Pernambuco e determinou a

O ministro do STF cassou uma decisão do TRE-PE e determinou a readequação do tempo de propaganda eleitoral gratuita de Raquel Lyra

Ministro do STF cassou decisão do TRE-PE e ordenou adequação do tempo de propaganda eleitoral após considerar que federação deve atuar de forma unificada nas eleições; equipe jurídica da campanha de Raquel Lyra vai recorrer da decisão; TRE-PE informou que já foi realizada redução no tempo de propaganda da coligação

Ministro Dias Toffoli derrubou decisão do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco, que havia mantido federação na chapa. Leia no Poder360.

Ministro Dias Toffoli cassou decisão do Tribunal Regional Eleitoral que havia mantido federação na chapa. Justiça terá de recalcular tempo de propaganda eleitoral.

STF tira federação PSDB-Cidadania de coligação de Raquel Lyra em Pernambuco UOL Notícias
Decisão foi assinada neste sábado e determina a

Ministro do STF apontou descumprimento de regras internas e determinou retirada da federação e nova divisão do tempo de propaganda eleitoral

Decisão determina a readequação de propaganda eleitoral e impacta tempo da govenadora no rádio e na TV

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Ministro do STF cassou decisão do TRE-PE e ordenou adequação do tempo de propaganda eleitoral após considerar que federação deve atuar de forma unificada nas eleições; equipe jurídica da campanha de Raquel Lyra vai recorrer da decisão; TRE-PE informou que já foi realizada redução no tempo de propaganda da coligação
