Alexandre de Moraes manda soltar desembargador Macário Júdice com tornozeleira
1 veículo de esquerda · 2 veículos de centro

Usamos identificadores pseudônimos para operar e melhorar o serviço. Aceitar habilita medições opcionais.Medimos audiência e uso com identificadores pseudônimos, em infraestrutura própria, para operar e melhorar o serviço (legítimo interesse). Aceitar habilita também analytics opcionais de terceiros, mapa de calor e medição de anúncios. Consulte nossa Política de Cookies.
1 veículo de esquerda · 2 veículos de centro

A cobertura de centro relatou que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), mandou soltar em 30 de outubro o desembargador federal Macário Ramos Júdice Neto, preso desde dezembro de 2025 na Operação Unha e Carne, trocando a prisão preventiva por tornozeleira eletrônica e apreensão do passaporte. Os textos lembraram que ele, Rodrigo Bacellar e TH Joias são réus por obstrução no vazamento de uma operação contra o Comando Vermelho. Uma das matérias deu espaço amplo à defesa; outra afirmou que Bacellar será transferido para um presídio do Rio de Janeiro.
Com base em G1 e Metrópoles
O veículo de esquerda do conjunto relatou, com base na assessoria de imprensa do Supremo Tribunal Federal (STF), que o ministro Alexandre de Moraes converteu a prisão preventiva do desembargador Macário Júdice, do TRF 2, em medidas cautelares com tornozeleira eletrônica.
Com base em Agência Brasil
Nenhum veículo de direita cobriu esta história.
3 veículos
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés à direita
Nenhum veículo de direita cobriu esta história.
A cobertura de centro e o veículo de esquerda concordam que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), converteu em 30 de outubro a prisão preventiva do desembargador Macário Júdice em medidas cautelares com tornozeleira eletrônica, no caso da Operação Unha e Carne.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, mandou soltar em 30 de outubro o desembargador federal Macário Júdice, preso desde dezembro de 2025 na Operação Unha e Carne. Ele é réu, com Rodrigo Bacellar e TH Joias, por obstrução no vazamento de uma operação da Polícia Federal.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), mandou soltar na sexta-feira, 30 de outubro, o desembargador federal Macário Ramos Júdice Neto, preso preventivamente desde dezembro de 2025 no âmbito da Operação Unha e Carne, da Polícia Federal (PF). A prisão foi substituída por medidas cautelares, entre elas o uso de tornozeleira eletrônica.
Macário Júdice atua no Tribunal Regional Federal da 2ª Região, o TRF 2. Ele é investigado por suspeita de ter repassado informações sigilosas sobre uma operação da Polícia Federal contra o ex-deputado estadual Thiego Raimundo dos Santos Silva, conhecido como TH Joias. Segundo os investigadores, o desembargador teria antecipado detalhes da ação a Rodrigo Bacellar, então presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, a Alerj, que por sua vez teria avisado TH Joias.
A cobertura de centro e o veículo de esquerda do conjunto convergem no essencial: a decisão partiu de Moraes, converteu a prisão preventiva em cautelares e incluiu a tornozeleira. A cobertura de centro acrescentou a apreensão do passaporte e lembrou que, em agosto, a Primeira Turma do STF tornou réus, por unanimidade, TH Joias, Bacellar e o desembargador, acusados de obstrução no caso do vazamento de informações sigilosas de uma operação contra o Comando Vermelho. Uma das matérias de centro registrou que a denúncia foi apresentada pela Procuradoria-Geral da República, a PGR.
A versão da defesa apareceu de forma desigual. Uma matéria de centro publicou a declaração do advogado Patrick Berriel, para quem a prisão era desnecessária e a inocência do desembargador será provada na fase de instrução do processo. A mesma matéria relatou que a defesa nega um encontro de Macário com Bacellar numa churrascaria no Aterro do Flamengo, em setembro de 2025, com base num levantamento de antenas de telefonia pedido pela própria PF, e sustenta que o magistrado não havia sido ouvido sobre as acusações. Outra matéria de centro registrou apenas que a defesa nega. O texto de esquerda não trouxe a posição da defesa do desembargador e se apoiou na assessoria de imprensa do STF.
A principal diferença está no destino de Rodrigo Bacellar. Uma matéria de centro afirmou, sem indicar a fonte, que ele, detido em presídio federal, será transferido para um presídio do Rio de Janeiro, e que TH Joias segue preso. Veículos de esquerda relataram a transferência como informação do advogado de Bacellar, Daniel Bialski, segundo quem Moraes decidiu levá-lo da penitenciária federal de Mossoró para o sistema penal fluminense, e registraram que o STF não deu informações sobre essa transferência.
Nenhum veículo de direita cobriu o caso no conjunto analisado.
Até a tarde de 31 de outubro, quando saiu a matéria mais recente analisada, o advogado de Bacellar dizia não haver informação sobre o destino do cliente no Rio de Janeiro, e o STF não tinha se manifestado sobre a transferência. As matérias também não detalharam os fundamentos da decisão de Moraes nem quando a ação penal será julgada.
Ministro do STF substituiu a prisão preventiva de Macário Júdice por medidas cautelares, como tornozeleira eletrônica e apreensão do passaporte.

Macário foi solto nesta sexta e está de tornozeleira eletrônica. Bacellar será transferido para o RJ e TH Joias segue preso

Ministro Alexandre de Moraes também determinou transferência de ex-deputado Rodrigo Bacellar.