André Mendonça pede investigação de Alexandre de Moraes por abuso no STF
3 veículos de centro · 4 veículos de direita

Usamos identificadores pseudônimos para operar e melhorar o serviço. Aceitar habilita medições opcionais.Medimos audiência e uso com identificadores pseudônimos, em infraestrutura própria, para operar e melhorar o serviço (legítimo interesse). Aceitar habilita também analytics opcionais de terceiros, mapa de calor e medição de anúncios. Consulte nossa Política de Cookies.
3 veículos de centro · 4 veículos de direita

Para essa leitura, o episódio confirma a denúncia central feita por André Mendonça: a instrumentalização da Polícia Federal dentro do Supremo Tribunal Federal. Os relatórios usados por Alexandre de Moraes são apócrifos, não têm data nem assinatura e trazem por escrito a advertência de que não servem como prova, o que caracterizaria desvio de finalidade e prova ilícita. Juristas ouvidos por essa cobertura sustentam que os vícios formais bastam para Edson Fachin rejeitar a representação de plano.
Veículos deste lado: Terra Brasil Notícias, O Estado de S.Paulo, Gazeta do Povo e Conexão Política
O ministro André Mendonça entregou em 22 de setembro de 2026 sua manifestação ao presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, rejeitando as acusações de Alexandre de Moraes, pedindo o arquivamento do procedimento e solicitando que se avalie a apuração de abuso de autoridade e denunciação caluniosa contra o colega.
Veículos deste lado: Notícias ao Minuto Brasil, Valor Econômico e G1
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
7 veículos
Como decidimos →Ponto cego: esse lado ficou de fora.
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés à direita
Análise não disponível para esta matéria.
Análise não disponível para esta matéria.
Toda a cobertura converge em três pontos: Mendonça respondeu no prazo e pediu o arquivamento da representação; ele acusa Moraes de abuso de autoridade e denunciação caluniosa; e os relatórios de inteligência usados por Moraes trazem, no próprio texto, a advertência de que não têm valor probatório.
A disputa entre André Mendonça e Alexandre de Moraes dentro do Supremo Tribunal Federal ganhou um novo capítulo com a defesa de 76 páginas entregue a Edson Fachin. Mendonça pede o arquivamento da representação contra ele e a apuração da conduta do colega, enquanto o tribunal segue sem definir como e quando julgará os dois procedimentos.
O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, entregou em 22 de setembro de 2026 uma manifestação de 76 páginas ao presidente da Corte, Edson Fachin, na qual rejeita as acusações feitas pelo colega Alexandre de Moraes e pede que o procedimento aberto contra ele seja arquivado. No mesmo documento, Mendonça solicita que Fachin avalie a apuração de abuso de autoridade e de denunciação caluniosa atribuídos a Moraes, além de uma investigação sobre a origem e a autoria dos relatórios de inteligência da Polícia Federal usados contra ele.
O episódio é o capítulo mais recente de uma crise institucional que se arrasta há mais de vinte dias dentro do tribunal. Ela começou em 1º de setembro, quando Mendonça, relator dos casos do Banco Master e das fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social, retirou o sigilo de um relatório segundo o qual o ex-banqueiro Daniel Vorcaro teria enviado 52 mensagens a Moraes entre 2023 e a data de sua primeira prisão. O material cita ainda um contrato de R$ 131 milhões entre o banco e o escritório de advocacia da esposa do ministro, a advogada Viviane Barci de Moraes. Em resposta, Moraes levou a Fachin relatórios de inteligência da Polícia Federal que sugerem que Mendonça teria direcionado investigações para atingir desafetos políticos, e pediu a apuração de abuso de autoridade, improbidade administrativa e crime de responsabilidade.
A cobertura de centro relatou sobretudo o andamento processual e o impasse. Registrou que o prazo de defesa terminava em 21 de setembro, que Fachin cancelou a sessão marcada para o dia 23 depois do pedido de vista de Flávio Dino na sessão de 15 de setembro, e que ainda não há definição sobre julgar os dois procedimentos em conjunto ou separadamente. Essa cobertura também trouxe a avaliação reservada de ministros: aliados de Moraes enxergam no ofício uma retaliação, aliados de Mendonça veem a exposição pública do que chamam de instrumentalização da Polícia Federal, e há quem tenha recomendado a Fachin deixar qualquer tentativa de conciliação para depois das eleições.
Veículos de direita enfatizaram as acusações contra Moraes e a fragilidade formal do pedido que ele apresentou. Nessa leitura, os relatórios são apócrifos, não têm data, assinatura nem timbre, trazem advertência expressa de ausência de valor probatório e por isso configurariam desvio de finalidade e prova ilícita. Juristas ouvidos por essa cobertura sustentam que os vícios apontados permitiriam a Fachin rejeitar a representação de plano, com base no artigo 21 do Regimento Interno do Supremo e nos artigos 157 e 564 do Código de Processo Penal, ainda que uma decisão do plenário desse mais peso institucional ao ato. Essa mesma cobertura insiste na proximidade entre Moraes e Vorcaro e reproduz as expressões mais duras da defesa, que chama o material usado contra Mendonça de estapafúrdio e disparatado.
Entre os veículos de esquerda não houve cobertura própria do episódio neste conjunto de fontes. A leitura provável desse campo, a partir dos mesmos fatos, tende a deslocar o foco da disputa pessoal para o custo institucional: uma Corte que investiga a si mesma sem regra clara enfraquece o sistema de justiça em ano eleitoral, os processos sobre as fraudes contra aposentados e pensionistas ficam parados, e o inquérito das fake news, aberto em 2019 e sob segredo de justiça, segue sem controle público.
O que ainda não se sabe é o essencial. Não há prazo para Fachin decidir sobre o pedido de investigação contra Moraes, não está definido se os dois procedimentos serão julgados juntos, e o pedido de vista de Flávio Dino tem prazo até dezembro, o que pode empurrar o desfecho para o ano seguinte. Também segue em aberto quem produziu os relatórios de inteligência e como Moraes teve acesso a eles, além do pedido de Dino para apurar possível relação entre o Banco Master, o Instituto Iter e contratos firmados pelo município de São Paulo.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), participou de um evento de um grupo empresarial no Rio

Ministro André Mendonça usou precedente de Gilmar em defesa enviada à presidência do STF; Procurado, Gilmar Mendes não respondeu

As 76 páginas da resposta do ministro André Mendonça às suspeitas levantadas por Alexandre de Moraes sobre sua atuação no

Edson Fachin pode arquivar sumariamente as acusações contra André Mendonça por uso irregular de relatórios de inteligência da PF.

Nesta terça-feira (22), o ministro André Mendonça encaminhou uma manifestação ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, em que reage duramente aos ataques feitos pelo ministro Alexandre de Moraes. Mendonça



Termina nesta segunda-feira (21) o prazo estabelecido pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, para que André

Ministro pede arquivamento do procedimento e sugere apuração sobre possível abuso de autoridade e denunciação caluniosa

Em manifestação a Fachin, Mendonça acusou Moraes de distorcer relatórios da PF e defendeu que o colega seja investigado por abuso de poder e denunciação caluniosa.

Nesta matéria: perspectiva omitida.