Justiça Eleitoral define urnas para auditoria antes do 2º turno de 2026
2 veículos de esquerda · 1 veículo de direita

Resumo da cobertura
Como cada lado cobriu
3 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
- Agência BrasilTribunais eleitorais definem urnas que serão auditadas no 2º turnoTSE fez auditoria em seus sistemas neste sábado. Urnas foram sorteadas ou escolhidas por representantes de partidos políticos e entidades fiscalizadoras.(abre em nova aba)
Nesta matéria: viés de centro.
- CartaCapitalTribunais definem as urnas que serão auditadas no 2º turnoO TSE realizou uma auditoria em seus sistemas neste sábado 24(abre em nova aba)
Nesta matéria: viés de centro.
Veículos com viés ao centro
Nenhum veículo de centro cobriu esta história.
Veículos com viés à direita
Mais sobre Judiciário
- Procuradoria-Geral Eleitoral defende manter o canal Exército do Lula no WhatsAppEsquerda 13%Centro 75%Direita 13%8 fontes
- Veja como consultar se o seu local de votação para o 2º turno foi alteradoEsquerda 50%Centro 50%2 fontes
- Nunes Marques exige autorização da Justiça Eleitoral para transporte de indígenasEsquerda 67%Centro 33%3 fontes
Briefing
O que importa para você
- Seções sorteadas para o teste de integridade têm a urna trocada por reserva; o eleitor vota normalmente.
- Cada seção emite a zerésima antes da abertura, no domingo 25.
- A comparação entre cédulas de papel e urna eletrônica ocorre após as 17h.
Onde os lados concordam
- Os tribunais regionais eleitorais definiram em 24 de outubro as urnas auditadas no segundo turno.
- O TSE informou que a verificação dos sistemas não encontrou alteração nos programas.
- Os votos em papel serão comparados com os eletrônicos após as 17h de domingo.
O que ainda está incerto
- Nenhuma cobertura informa o total nacional de urnas auditadas.
- Não está confirmado quais entidades fiscalizadoras enviarão representantes.
- O resultado da comparação só será conhecido depois da votação.
Os tribunais regionais eleitorais sortearam ou escolheram, com partidos e entidades fiscalizadoras, as urnas que passam por auditoria no segundo turno. O Tribunal Superior Eleitoral verificou os sistemas e informou que não houve alteração nos programas.
A Justiça Eleitoral definiu neste sábado, 24 de outubro de 2026, as urnas eletrônicas que passarão por auditoria no segundo turno das eleições gerais, marcado para este domingo, 25. Os tribunais regionais eleitorais de todo o país sortearam os equipamentos ou os escolheram junto com representantes de partidos políticos e de entidades fiscalizadoras. No mesmo dia, o Tribunal Superior Eleitoral, o TSE, fez uma cerimônia de verificação dos sistemas que processam os resultados e informou que não houve qualquer alteração nos programas.
Os números divulgados são estes. Em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Bahia, os quatro maiores colégios eleitorais, serão 43 urnas auditadas: 33 no teste de integridade e dez no teste de autenticidade. No Paraná, no Rio Grande do Sul, em Pernambuco e no Ceará, serão 35 urnas, 27 no teste de integridade e oito no de autenticidade. Em Roraima, o menor colégio eleitoral do país, serão 20 urnas no teste de integridade e três no de autenticidade.
A cobertura de centro, limitada aos fatos comuns às reportagens, descreve os dois testes. No de integridade, as seções sorteadas têm as urnas trocadas por reservas. As originais ficam guardadas em sala lacrada até o dia da eleição. Partidos e entidades fiscalizadoras preenchem cédulas de papel, depositadas em urnas de lona também lacradas. No domingo, servidores do Judiciário e do Ministério Público digitam esses votos na urna eletrônica, e, após as 17h, os dados do papel são comparados com os registrados pela máquina. Parte das urnas passa pelo teste com biometria, em que eleitores voluntários votam com a própria digital. O teste de autenticidade ocorre nas próprias seções, antes da votação, para verificar se a urna tem os mesmos sistemas que o TSE abriu, compilou, assinou e lacrou.
Entre as entidades convidadas estão a Ordem dos Advogados do Brasil, o Ministério Público, a Defensoria Pública, representantes do Congresso Nacional, a Controladoria-Geral da União, a Polícia Federal, o Tribunal de Contas da União e outras instituições. O presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, afirmou que é dever da Corte assegurar que cada voto seja registrado e apurado com exatidão e fidelidade. O TSE e os tribunais regionais também emitiram zerésimas, relatórios que comprovam que não há votos no sistema de totalização antes da votação. Cada seção fará a sua própria zerésima no domingo.
As diferenças entre as coberturas são de ênfase e formato, não de fato. Veículos de esquerda reproduziram a apuração com poucas mudanças e destacaram a frase do presidente do TSE sobre a legitimidade do poder político e a vontade do povo, além do caráter coletivo da fiscalização. Veículos de direita organizaram o texto em seções sobre o funcionamento das auditorias e deram peso à lista de órgãos de controle e à lógica de conferência entre papel e urna. Uma das coberturas de direita apresenta 43 e 35 urnas como valor por estado, leitura que difere das demais, que tratam esses totais como o conjunto de cada grupo de estados.
O que ainda não se sabe: nenhuma das coberturas informa o total nacional de urnas auditadas, nem quais entidades fiscalizadoras de fato enviarão representantes. O resultado da comparação entre os votos em papel e os eletrônicos só será conhecido depois das 17h de domingo.
Fontes
TSE fez auditoria em seus sistemas neste sábado. Urnas foram sorteadas ou escolhidas por representantes de partidos políticos e entidades fiscalizadoras.
O TSE realizou uma auditoria em seus sistemas neste sábado 24

Neste sábado, TSE fez auditoria em seus sistemas
