O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta segunda-feira (13/7) que os ataques militares americanos contra o Irã vão continuar nas próximas horas. Em entrevista ao radialista Hugh Hewitt, ele disse que o país persa seria atingido 'muito forte' ainda nesta noite e ao longo da terça-feira (14/7). 'Vamos acertá-los com força esta noite e vamos acertá-los com força amanhã, e não há uma maldita coisa que eles possam fazer sobre isso', declarou Trump, que também classificou as lideranças iranianas como 'loucos de pedra' e disse que o país 'não tem nada além de grandes bocas'.
A escalada não é recente. Desde o dia 7 de julho, o Comando Central dos Estados Unidos (Centcom) já realizou quatro ondas de bombardeios contra alvos no território iraniano. Segundo autoridades norte-americanas citadas na reportagem, a ofensiva é apresentada como resposta a ataques do Irã contra embarcações no Estreito de Ormuz, uma das rotas mais importantes do mundo para o transporte de petróleo.
Até o momento, apenas o veículo Metrópoles cobriu o episódio dentro deste conjunto de reportagens, relatando a fala de Trump de forma direta, com base na entrevista concedida a Hewitt e no histórico recente de bombardeios do Centcom. Não há, neste conjunto, cobertura de veículos de esquerda ou de direita que permita comparar enquadramentos distintos sobre o episódio; a matéria disponível se limita a registrar a declaração presidencial e o contexto militar imediato, sem contrapor a versão iraniana dos fatos.
O que ainda não está claro é o alcance exato dos novos ataques anunciados por Trump, o número de baixas ou danos causados pelas ofensivas já realizadas, e qual será a resposta do governo iraniano a essa nova ameaça. Também não há, na cobertura disponível, informação sobre eventuais esforços diplomáticos para conter a escalada ou sobre a posição de organismos internacionais diante do conflito. A tensão no Estreito de Ormuz é acompanhada com atenção pelo mercado internacional de petróleo, dado o papel da via marítima no escoamento de boa parte da produção global.