TSE aprova seis chapas à Presidência e outras sete aguardam julgamento
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A decisão do Tribunal Superior Eleitoral é lida à esquerda como demonstração de que a Justiça Eleitoral está funcionando dentro do calendário e garantindo pluralidade na disputa: partidos pequenos como PCB, PSTU e Unidade Popular entram no pleito em pé de igualdade com as grandes legendas. O ponto de maior peso nessa leitura é a suspensão da campanha de Pablo Marçal, obtida pelo Ministério Público Eleitoral com base em condenação anterior da Justiça Eleitoral de São Paulo por oferta de gravações de vídeos a vereadores e prefeitos em troca de doações. Nessa chave, aplicar a lei antes do início efetivo da campanha protege o eleitor de disputar sob candidatura que pode ser derrubada e reforça a integridade do processo.
O Tribunal Superior Eleitoral aprovou, por unanimidade dos sete ministros, o registro de seis chapas à Presidência e à Vice-Presidência da República nas eleições de 2026, em sessão virtual encerrada em 2 de setembro.
Do prisma da direita, o que importa na decisão do Tribunal Superior Eleitoral é a previsibilidade das regras: seis chapas cumpriram a exigência documental prevista na Constituição e na Lei da Inelegibilidade e foram liberadas por unanimidade, sem discricionariedade, incluindo nomes de oposição como Flávio Bolsonaro e Romeu Zema.
5 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
Nesta matéria: viés de centro.
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Veículos com viés ao centro
Veículos com viés à direita
Nesta matéria: viés de centro.
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Todos os lados relatam os mesmos fatos: aprovação unânime dos sete ministros para seis chapas presidenciais em sessão virtual, cumprimento da documentação exigida pela Constituição e pela Lei da Inelegibilidade, total de 13 pedidos de registro e sete candidaturas ainda pendentes de julgamento.
O Tribunal Superior Eleitoral aprovou por unanimidade o registro de seis chapas à Presidência da República, entre elas as de Luiz Inácio Lula da Silva, Flávio Bolsonaro e Romeu Zema. Outras sete candidaturas seguem sob análise, incluindo a de Pablo Marçal, que está com a campanha suspensa por decisão liminar. O calendário eleitoral prevê o julgamento de todos os registros até 14 de setembro.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou na quarta-feira, 2 de setembro, o registro de seis chapas que disputarão a Presidência e a Vice-Presidência da República nas eleições de outubro. A decisão foi unânime entre os sete ministros e saiu em sessão virtual, formato no qual os votos são lançados no sistema eletrônico da Corte, sem deliberação presencial. Foram liberadas as chapas de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Geraldo Alckmin (PSB), Flávio Bolsonaro e Alfredo Gaspar (PL), Romeu Zema e Eduardo Girão (Novo), Hertz Dias e Vanessa Portugal (PSTU), Edmilson Costa e Cleusa Santos (PCB), e Samara Martins e Raquel Brício (UP).
Ao todo, o tribunal recebeu 13 pedidos de registro para a disputa presidencial, um a mais do que em 2022. Restam sete chapas pendentes de julgamento: Augusto Cury e Júlio Delgado (Avante), Clariana Barão e Fabiana Torquato (DC), Pablo Marçal e Leonardo Avalanche (PRTB), Renan Santos e Coronel Medina (Missão), Ronaldo Caiado e Gilberto Kassab (PSD), Rui Costa Pimenta e Antônio Carlos (PCO), e Wilson Grassi e Suêd Haidar (Democrata). Pela legislação eleitoral, o próprio TSE julga os registros de presidente e vice, enquanto os tribunais regionais eleitorais analisam as candidaturas a governador, senador e deputados. O prazo para protocolar os pedidos terminou em 15 de agosto, e o calendário eleitoral prevê que todos os registros sejam julgados até 14 de setembro.
Os três blocos de cobertura convergem no essencial. A unanimidade entre os sete ministros, a verificação da documentação exigida pela Constituição e pela Lei da Inelegibilidade e o desenho do calendário aparecem em todas as versões: o primeiro turno está marcado para 4 de outubro, quando também serão eleitos governadores, senadores e deputados, e o segundo turno, se necessário, para 25 de outubro, caso nenhum candidato à Presidência ou a governo estadual ultrapasse 50% dos votos válidos, excluídos brancos e nulos.
A ênfase, porém, muda de lado para lado. Veículos de esquerda deram destaque à decisão que suspendeu temporariamente a campanha de Pablo Marçal, atendendo a liminar do Ministério Público Eleitoral, e explicaram o argumento do órgão: o candidato estaria inelegível até 2032 por condenação da Justiça Eleitoral de São Paulo, referente à oferta de gravações de vídeos a vereadores e prefeitos em troca de doações em dinheiro nas eleições municipais de 2024. A cobertura de centro reproduziu o mesmo conjunto de fatos e detalhou o alcance prático da restrição, que impede o candidato do PRTB de participar de debates, do horário eleitoral no rádio e na televisão e de outros atos de campanha até que o plenário decida em definitivo. Veículos de direita concentraram o relato no procedimento do tribunal, citando as relatorias de André Mendonça e de Estela Aranha, a regularidade documental das seis chapas e o fato de o número de pedidos superar o de 2022, sem mencionar a liminar contra Marçal.
Alguns pontos seguem em aberto. Nenhuma das reportagens informa a data exata em que o plenário julgará os sete registros pendentes, apenas o limite de 14 de setembro previsto no calendário eleitoral. Também não há, nos textos, manifestação da defesa de Pablo Marçal sobre a suspensão da campanha, nem indicação de recursos apresentados contra os seis registros já aprovados. Não está esclarecido, ainda, o que acontece com o tempo de rádio e televisão da coligação do PRTB enquanto durar a restrição.
Treze chapas foram inscritas para a corrida presidencial e sete ainda aguardam julgamento do TSE. Leia na Gazeta do Povo.

As candidaturas foram aprovadas por unanimidade durante sessão virtual do Tribunal; além das chapas do PT e do PL, também estão aptos os candidatos Romeu Zema (Novo), Edmilson Costa (PCB), Hertz Dias (PSTU) e Samara Martins (UP)

O Tribunal Superior Eleitoral, TSE, aprovou nesta quarta, 02 de setembro, os registros de seis chapas à Presidência e Vice-Presidência da República nas Eleições 2026. São eles: Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, e Geraldo Alckmin, do PSB; Flávio Bolsonaro e Alfredo Gaspar, ambos do PL; Samara Martins e Raquel Brício, do UP; Romeu Zema e Eduardo Girão, do Novo; Hertz Dias e Vanessa Portugal, do PSTU; e Edmilson Costa e Cleusa Santos, do PCB.
Corte Eleitoral ainda irá julgar registro de sete candidatos
O primeiro turno das eleições será realizado em 4 de outubro e, caso necessário, o segundo turno ocorrerá em 25 de outubro
