
TSE aprova seis chapas à Presidência e outras sete aguardam julgamento
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O Tribunal Superior Eleitoral aprovou, por unanimidade dos sete ministros e em sessão virtual, o registro de seis chapas à Presidência da República para a eleição de outubro de 2026. Dos treze pedidos protocolados, outros sete seguem pendentes de julgamento. Na mesma decisão, a Corte acolheu liminar do Ministério Público Eleitoral e suspendeu temporariamente a campanha de Pablo Marçal até o julgamento definitivo de seu registro.
Esquerda
A leitura de esquerda enxerga a decisão como demonstração de que a Justiça Eleitoral está operando com normalidade e rigor documental num ciclo eleitoral sob pressão. A unanimidade dos sete ministros na aprovação das seis chapas, incluindo a de Luiz Inácio Lula da Silva e Geraldo Alckmin e a de Flávio Bolsonaro e Alfredo Gaspar, indica critério técnico aplicado igualmente a todos.
Centro
O Tribunal Superior Eleitoral aprovou, por unanimidade dos sete ministros e em sessão virtual, o registro de seis chapas à Presidência da República para a eleição de outubro de 2026. Dos treze pedidos protocolados, outros sete seguem pendentes de julgamento.
Direita
Sem cobertura neste espectro.
Veículos com viés à esquerda
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial esquerda.
Texto de agência estruturado como registro de decisão judicial: enumera as seis chapas aceitas, as sete pendentes, o placar unânime dos sete ministros e o calendário do pleito, sem adjetivação. A parte sobre a inelegibilidade de Marçal é atribuída ao Ministério Público Eleitoral, não afirmada pelo veículo. Apesar do publisher ser de esquerda, o artigo não carrega vocabulário valorativo nem enquadramento ideológico, o que o coloca em CENTER.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés ao centro
Reportagem organizada em blocos descritivos (chapas aprovadas, candidaturas pendentes, campanha suspensa, datas da eleição), com linguagem administrativa e sem juízo sobre a Corte ou sobre os candidatos. A alegação de inelegibilidade é atribuída ao Ministério Público Eleitoral. Texto declaradamente apoiado em material de agência, o que reforça o perfil factual de centro.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés à direita
Nenhum veículo de direita cobriu esta história.
O Tribunal Superior Eleitoral aprovou por unanimidade o registro de seis chapas à Presidência da República e ainda vai julgar outras sete, das treze inscritas. Na mesma sessão, a Corte suspendeu a campanha de Pablo Marçal a pedido do Ministério Público Eleitoral. O primeiro turno está marcado para 4 de outubro e o segundo, se necessário, para 25 de outubro.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) aprovou na quarta-feira, 2 de setembro de 2026, o registro de seis chapas que disputarão a Presidência da República na eleição de outubro. A decisão foi unânime entre os sete ministros da Corte e saiu em sessão virtual, formato no qual os votos são lançados diretamente no sistema do tribunal, sem julgamento presencial.
Estão liberadas para a disputa as chapas de Edmilson Costa e Cleusa Santos, do Partido Comunista Brasileiro; Flávio Bolsonaro e Alfredo Gaspar, do Partido Liberal; Hertz Dias e Vanessa Portugal, do Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado; Luiz Inácio Lula da Silva, do Partido dos Trabalhadores, com Geraldo Alckmin, do Partido Socialista Brasileiro; Romeu Zema e Eduardo Girão, do Novo; e Samara Martins e Raquel Brício, da Unidade Popular. Os ministros concluíram que esses candidatos entregaram a documentação exigida e estão aptos a concorrer. O tribunal recebeu treze pedidos de registro no total, de modo que outras sete chapas seguem à espera de julgamento, entre elas as de Ronaldo Caiado e Gilberto Kassab, Augusto Cury e Júlio Delgado, Pablo Marçal e Leonardo Avalanche, Renan Santos e Coronel Medina, Clariana Barão e Fabiana Torquato, Rui Costa Pimenta e Antônio Carlos, e Wilson Grassi e Suêd Haidar.
O caso de Pablo Marçal foi o ponto de maior atrito. Antes de decidir o mérito do registro, o TSE acolheu uma liminar do Ministério Público Eleitoral e determinou que ele fique temporariamente proibido de fazer campanha, comparecer a debates e aparecer no horário eleitoral de rádio e televisão. O Ministério Público sustenta que ele está inelegível até 2032 por condenação da Justiça Eleitoral de São Paulo, referente às eleições municipais de 2024, quando teria oferecido gravações de vídeos a vereadores e prefeitos em troca de doações em dinheiro. O plenário ainda vai decidir em definitivo sobre a validade do registro.
O calendário segue inalterado. O primeiro turno ocorre em 4 de outubro, quando também serão escolhidos deputados federais, estaduais e distritais, governadores e senadores. O segundo turno está marcado para 25 de outubro e só acontece para governador e presidente se nenhum candidato passar de 50% dos votos válidos, descontados brancos e nulos.
Veículos de esquerda destacaram a unanimidade e o caráter técnico da conferência documental, apresentando a decisão como funcionamento normal da Justiça Eleitoral e enquadrando a restrição imposta a Pablo Marçal como consequência de uma condenação anterior por compra de apoio político. A cobertura de centro relatou os mesmos fatos com ênfase no placar e no calendário, listando quem foi aprovado, quem ficou pendente e quais são as datas da votação, sem atribuir intenção política à Corte. Entre veículos de direita não houve, até o momento, cobertura própria do julgamento, o que deixa sem contraponto tanto o registro aprovado da chapa de Flávio Bolsonaro quanto a suspensão da campanha de um concorrente antes da decisão final sobre o seu registro.
Ainda não se sabe quando o TSE julgará os sete registros pendentes, nem se haverá recurso contra a liminar que travou a campanha de Marçal. Também não está detalhado o alcance prático da suspensão sobre atos de propaganda já contratados, nem se alguma das chapas aprovadas enfrenta impugnação capaz de ser reaberta antes da votação.
Todos os lados registram que a aprovação das seis chapas foi unânime entre os sete ministros do Tribunal Superior Eleitoral, que o exame se baseou na documentação apresentada e que sete das treze candidaturas protocoladas seguem pendentes de julgamento a poucas semanas do primeiro turno.
Corte Eleitoral ainda irá julgar registro de sete candidatos

O primeiro turno das eleições será realizado em 4 de outubro e, caso necessário, o segundo turno ocorrerá em 25 de outubro
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