TSE compensará energia das eleições 2026 com usina solar de R$ 15,8 milhões
1 veículo de centro · 1 veículo de direita

Usamos identificadores pseudônimos para operar e melhorar o serviço. Aceitar habilita medições opcionais.Medimos audiência e uso com identificadores pseudônimos, em infraestrutura própria, para operar e melhorar o serviço (legítimo interesse). Aceitar habilita também analytics opcionais de terceiros, mapa de calor e medição de anúncios. Consulte nossa Política de Cookies.
1 veículo de centro · 1 veículo de direita

O Tribunal Superior Eleitoral assinou em 1º de setembro de 2026 um acordo com a distribuidora de energia de Brasília e com a Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal, a Terracap, para compensar integralmente o consumo anual de eletricidade do tribunal com geração solar. A compensação virá de uma usina fotovoltaica em construção no Catetinho, no Distrito Federal, somada à unidade de aproximadamente 1 megawatt que já opera na sede da Corte. Com o arranjo, as eleições de 2026 devem ser as primeiras em que todo o consumo anual de eletricidade do tribunal é coberto por fonte renovável.
Pela ótica da eficiência administrativa, o ponto central é o gasto: R$ 15,8 milhões de recursos públicos aplicados por um consórcio de estatais para reduzir a conta de luz de um tribunal. A promessa declarada pelo Tribunal Superior Eleitoral é cortar despesa corrente com eletricidade e ampliar o uso de fontes renováveis na administração pública.
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
2 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
Veículos com viés ao centro
Veículos com viés à direita
As duas coberturas repetem os mesmos números sem divergência: investimento de R$ 15,8 milhões, 5.628 painéis solares, cerca de 4 megawatts-pico de potência e geração estimada de 7,7 milhões de quilowatts-hora por ano, somados à usina de aproximadamente 1 megawatt já existente na sede do Tribunal Superior Eleitoral, o que compensaria todo o consumo anual da Corte durante as eleições de 2026.
O Tribunal Superior Eleitoral firmou acordo com a distribuidora de energia de Brasília e a Terracap para compensar todo o consumo anual de eletricidade da Corte com geração solar. A usina do Catetinho, orçada em R$ 15,8 milhões, tem 5.628 painéis e deve fazer das eleições de 2026 as primeiras com a conta de luz do tribunal coberta por fonte renovável.
O Tribunal Superior Eleitoral assinou, em 1º de setembro de 2026, um acordo com a distribuidora de energia de Brasília e com a Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal, a Terracap, para compensar integralmente o consumo anual de eletricidade da Corte com geração solar. Pelo arranjo, as eleições de 2026 devem ser as primeiras da história do tribunal em que toda a eletricidade consumida no ano é coberta por fonte renovável. A cerimônia reuniu o presidente do tribunal, o ministro Kassio Nunes Marques, o presidente da distribuidora, Elie Chidiac, e o presidente da Terracap, Júlio César de Azevedo Reis.
O acordo se apoia em uma usina fotovoltaica erguida no Catetinho, no Distrito Federal, pelo Consórcio CEB Par-Terracap, com investimento de R$ 15,8 milhões. A planta reúne 5.628 painéis solares, potência instalada de cerca de 4 megawatts-pico e capacidade estimada de geração de 7,7 milhões de quilowatts-hora por ano. Essa produção será somada à de uma unidade solar de aproximadamente 1 megawatt que já funciona na sede do tribunal. Segundo a própria Corte, as duas estruturas juntas bastam para compensar todo o consumo anual, e o projeto tem como objetivos declarados reduzir o gasto do órgão com eletricidade e ampliar o uso de fontes renováveis na administração pública.
Os números do acordo são idênticos nas duas coberturas disponíveis, e é nesse ponto que os relatos convergem sem ressalva: valor do investimento, quantidade de painéis, potência instalada, geração anual estimada e a promessa de compensação integral. Também há convergência sobre a natureza do arranjo, que é de geração compartilhada entre um órgão do Judiciário e empresas públicas do Distrito Federal, e não de compra de energia no mercado.
As ênfases, porém, diferem. A cobertura de direita tratou o anúncio em chave institucional e eleitoral, ancorando a notícia no calendário do pleito e no compromisso do tribunal de cortar despesa com eletricidade. A cobertura de centro, de perfil especializado em energia, foi mais adiante no detalhe técnico e contratual: registrou que as obras começaram em maio de 2026 e estão 98% concluídas, identificou a distribuidora pelo nome atual, Neoenergia Brasília, e lembrou que o Supremo Tribunal Federal fechou parceria semelhante com as mesmas contrapartes em 2025, num projeto para que mais de 90% da energia consumida por suas unidades viesse de fontes renováveis. Até o momento não houve cobertura de veículos de esquerda sobre o caso; a leitura provável desse campo, a partir dos mesmos fatos, colocaria o foco no Estado assumindo a execução da transição energética por meio de suas próprias empresas, com cobrança de transparência sobre a redução efetiva de emissões.
O que ainda não se sabe é justamente o que permitiria julgar o acordo. Nenhuma das coberturas informa quanto o tribunal gasta hoje com eletricidade, qual economia anual em reais o projeto deve produzir e em quantos anos o investimento de R$ 15,8 milhões se paga. Também não há data oficial de conclusão da usina, apesar do estágio avançado da obra, nem detalhamento de como o custo se divide entre as empresas do consórcio. Por fim, não foi divulgado o prazo de vigência do acordo de compensação nem o que acontece com o excedente de geração em meses de menor consumo do tribunal.
Segundo órgão, objetivo é realizar a primeira eleição em que todo o consumo de eletricidade pelo TSE no ano seja compensado por geração solar

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) terá 100% do consumo anual de eletricidade compensado por geração solar a partir da integração de uma nova usina
