
Real Time Big Data: Cleitinho lidera com 31% no governo de Minas Gerais
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Duas pesquisas colocaram a disputa de Minas Gerais em foco a menos de um mês do primeiro turno. O Real Time Big Data ouviu 2.000 eleitores entre 3 e 7 de setembro e apontou Cleitinho Azevedo (Republicanos) com 31% no cenário estimulado para o governo, seguido de Patrus Ananias (PT), com 17%, Alexandre Kalil (PDT), com 12%, e do governador Mateus Simões (PSD), com 11%. Um dia antes foi divulgado o desenho da próxima rodada do Datafolha no estado, que ouve 1.204 eleitores entre 8 e 11 de setembro e passa a testar Aécio Neves (PSDB) entre os candidatos ao Senado.
Esquerda
Sem cobertura neste espectro.
Centro
Duas pesquisas colocaram a disputa de Minas Gerais em foco a menos de um mês do primeiro turno. 000 eleitores entre 3 e 7 de setembro e apontou Cleitinho Azevedo (Republicanos) com 31% no cenário estimulado para o governo, seguido de Patrus Ananias (PT), com 17%, Alexandre Kalil (PDT), com 12%, e do governador Mateus Simões (PSD), com 11%.
Direita
Na leitura de direita, os dados de Minas Gerais confirmam um eleitorado que rejeita o projeto do PT no estado. Cleitinho Azevedo (Republicanos) tem 31% no cenário estimulado e vence três dos quatro adversários testados em segundo turno, e a soma dos candidatos de centro-direita e direita supera com folga a votação do campo petista.
2 fontes políticas
Veículos com viés à esquerda
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
Veículos com viés ao centro
O texto descreve o instrumento antes do resultado: número de entrevistados, período de campo, margem de erro, nível de confiança, código de registro no TSE e custo. Lista os 11 nomes do governo e os 16 do Senado sem hierarquizar nem adjetivar, e reproduz a rodada anterior em formato de tabela. Vocabulário sem carga valorativa, o que caracteriza cobertura de centro apesar do viés editorial do veículo.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés à direita
O núcleo do texto é tabular e factual, mas o enquadramento tem marcas de direita: abre pela vantagem de 14 pontos do candidato mais à direita do páreo, e fecha com um bloco editorial que relativiza pesquisas de intenção de voto, lembra discrepâncias entre levantamentos e urnas em 2022 e enfatiza o efeito dos resultados sobre os humores do mercado financeiro. Confiança moderada porque os dados em si são apresentados sem adjetivação.
Perspectivas omitidas
Duas pesquisas colocam a disputa mineira em foco a menos de um mês do primeiro turno: o Real Time Big Data divulgou números que dão 31% a Cleitinho Azevedo no cenário estimulado para o governo de Minas Gerais, e o Datafolha vai a campo com uma lista de candidatos ao Senado que passa a incluir Aécio Neves. Abaixo, o que cada lado da cobertura destacou.
A disputa pelo governo de Minas Gerais e pelas duas vagas mineiras no Senado ganhou dois retratos novos em menos de 48 horas. O instituto Real Time Big Data divulgou na terça-feira, 8 de setembro, um levantamento com 2.000 entrevistados ouvidos entre 3 e 7 de setembro, com margem de erro de 2 pontos percentuais, nível de confiança de 95% e registro no Tribunal Superior Eleitoral sob o número MG-00998/2026. No cenário estimulado de primeiro turno, Cleitinho Azevedo (Republicanos) aparece com 31%, seguido de Patrus Ananias (PT), com 17%, Alexandre Kalil (PDT), com 12%, e do governador Mateus Simões (PSD), com 11%. Gabriel (MDB) tem 8% e Flávio Roscoe (PL), 7%.
No cenário espontâneo, em que o eleitor responde sem receber a lista de candidatos, 56% ainda não sabem em quem votar e Cleitinho aparece com 13%. Nas simulações de segundo turno, ele venceria Alexandre Kalil por 44% a 37% e Mateus Simões por 43% a 35%, mas fica em empate técnico com Patrus Ananias, 43% a 41%, diferença dentro da margem de erro. Para o Senado, onde cada eleitor escolhe dois nomes, Marília Campos (PT) lidera com 21%, à frente de Aécio Neves (PSDB) e Domingos Sávio (PL), ambos com 14%, e de Carlos Viana (PSD), com 13%.
Um dia antes, veio a público o desenho da próxima rodada do Datafolha no estado. O trabalho de campo ocorre entre 8 e 11 de setembro, com 1.204 eleitores ouvidos pessoalmente em pontos de fluxo populacional, margem de erro de 3 pontos percentuais e registro no Tribunal Superior Eleitoral sob o código MG-01611/2026. A pesquisa foi encomendada por dois grupos de comunicação ao custo de R$ 162 mil e testa 11 nomes para o governo e 16 para o Senado. A principal mudança em relação à rodada anterior é a entrada de Aécio Neves (PSDB) na lista de candidatos ao Senado. O questionário também mede a avaliação da gestão de Mateus Simões, que assumiu após a renúncia de Romeu Zema (Novo) para disputar a Presidência da República, e inclui perguntas sobre as mensagens trocadas entre o ex-banqueiro Daniel Vorcaro e um número de telefone atribuído ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, reveladas pela Polícia Federal no início de setembro.
A cobertura de centro concentrou-se na engenharia dos levantamentos: quem encomendou, quanto custou, quantos eleitores serão ouvidos, quais nomes entraram e saíram da lista testada e quais temas fora da disputa eleitoral serão medidos, como a atuação dos ministros do Supremo. Veículos de direita deram peso aos números já apurados, com destaque para a vantagem de 14 pontos de Cleitinho Azevedo sobre o segundo colocado e para a disputa aberta pela segunda vaga do Senado, e acrescentaram uma ressalva editorial sobre os limites das pesquisas, lembrando divergências entre levantamentos e resultado das urnas em 2022 e o efeito dos percentuais sobre decisões de partidos e sobre o mercado financeiro. Até o momento, nenhum veículo de esquerda cobriu os dois levantamentos neste conjunto de fontes, o que deixa sem contraponto a leitura sobre o desempenho dos candidatos do PT no estado, únicos a liderar a corrida ao Senado e a empatar tecnicamente em um cenário de segundo turno.
O que ainda não se sabe é como as mensagens atribuídas ao ministro Alexandre de Moraes afetam a intenção de voto em Minas Gerais, porque essa pergunta só vai a campo na rodada que será divulgada em 11 de setembro. Também não há, no material disponível, explicação sobre por que Aécio Neves passou a ser testado nem sobre quem ficará com a segunda cadeira do Senado, disputada por quatro nomes em faixa próxima de intenção de voto. O primeiro turno das eleições está marcado para 4 de outubro.
As duas coberturas registram Cleitinho Azevedo (Republicanos) na liderança da corrida ao governo de Minas Gerais, tratam a disputa pelas duas vagas do Senado como indefinida e apontam a entrada de Aécio Neves (PSDB) entre os candidatos testados como a novidade da rodada.

Pesquisa também busca entender qual o impacto nas mensagens entre Daniel Vorcaro e Alexandre de Moraes

Pesquisa Real Time Big Data mostra como está a disputa para governador e para as duas vagas ao Senado em Minas Gerais. Leia na Gazeta do Povo.
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