
Paraná Pesquisas aponta empate entre Ferraço e Pazolini no Espírito Santo
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Na última semana de agosto de 2026, dois institutos divulgaram medições da disputa ao governo e ao Senado do Espírito Santo com resultados divergentes na corrida majoritária. O Real Time Big Data mostrou Ricardo Ferraço (MDB) com 42% contra 33% de Lorenzo Pazolini (Republicanos), enquanto o Paraná Pesquisas apontou empate técnico, com Pazolini em 39% e Ferraço em 38,2%, diferença de 0,8 ponto dentro de margem de 2,6 pontos. Nas duas medições, Renato Casagrande (PSB) é o nome mais bem posicionado para uma das duas cadeiras capixabas no Senado. No mesmo período foram publicados levantamentos de Pernambuco, com Raquel Lyra (PSD) à frente, e do Tocantins, com empate técnico entre Professora Dorinha (União Brasil) e Vicentinho Júnior (PSDB).
Esquerda
As sondagens do fim de agosto reforçam que o eleitorado capixaba mantém identificação com nomes de centro-esquerda no Senado, ainda que a disputa ao governo esteja polarizada entre dois candidatos de perfil conservador.
Centro
Na última semana de agosto de 2026, dois institutos divulgaram medições da disputa ao governo e ao Senado do Espírito Santo com resultados divergentes na corrida majoritária. O Real Time Big Data mostrou Ricardo Ferraço (MDB) com 42% contra 33% de Lorenzo Pazolini (Republicanos), enquanto o Paraná Pesquisas apontou empate técnico, com Pazolini em 39% e Ferraço em 38,2%, diferença de 0,8 ponto dentro de margem de 2,6 pontos.
Direita
O retrato do Espírito Santo mostra uma disputa ao governo decidida entre dois nomes de centro e centro-direita, Ricardo Ferraço (MDB) e Lorenzo Pazolini (Republicanos), com o candidato do PT em distante terceiro lugar e com a maior rejeição do estado, 25%.
6 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
O núcleo noticioso é factual e traz percentuais, amostra de 1.504 eleitores e registro ES-02530/2026. O enquadramento, porém, é declaradamente progressista: o corpo publicado incorpora bloco institucional afirmando que a ameaça bolsonarista apenas recuou e que forças conservadoras seguem ditando o ritmo no Congresso, além de recorte que privilegia o desempenho de nomes do campo de esquerda e centro-esquerda na corrida ao Senado.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés ao centro
Página de perfil alimentada por dados do Tribunal Superior Eleitoral: partido, coligação, vice, patrimônio declarado de R$ 27,6 milhões, situação da candidatura e propostas extraídas do plano de governo registrado. Não há adjetivação nem crítica; o texto reproduz o material oficial. O título tem tom promocional de indexação, mas o corpo entrega o que anuncia.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés à direita
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
O corpo é essencialmente tabela de percentuais para governo e Senado de Pernambuco, com cenários espontâneo, estimulado e de segundo turno, seguido de bloco de metodologia (1.302 entrevistados, margem de 3 pontos, registro PE-07828/2026). Não há adjetivação valorativa sobre candidatos nem enquadramento ideológico; o único trecho opinativo é a nota fixa sobre o uso de pesquisas, que não altera o relato dos dados.
Duas pesquisas de intenção de voto com campo na mesma semana chegaram a retratos diferentes da corrida ao governo do Espírito Santo: uma aponta empate técnico entre Lorenzo Pazolini e Ricardo Ferraço, outra dá nove pontos de vantagem a Ferraço. Para o Senado, Renato Casagrande lidera nas duas medições, e a segunda vaga segue indefinida.
Uma sequência de pesquisas de intenção de voto divulgadas na última semana de agosto de 2026 colocou as disputas estaduais no centro do noticiário eleitoral, com o Espírito Santo no papel principal. Em 27 de agosto, o instituto Real Time Big Data apresentou números para o governo capixaba com Ricardo Ferraço, do MDB, em 42% no cenário estimulado de primeiro turno, contra 33% de Lorenzo Pazolini, do Republicanos. No dia seguinte, o Instituto Paraná Pesquisas divulgou um retrato bem diferente: Pazolini com 39% e Ferraço com 38,2%, diferença de 0,8 ponto percentual dentro de uma margem de erro de 2,6 pontos, o que caracteriza empate técnico.
Apesar da divergência no topo da corrida ao governo, os dois levantamentos convergem em pontos centrais. Renato Casagrande, do PSB, aparece como o nome mais bem posicionado para uma das duas vagas do Espírito Santo no Senado nas duas medições, com 30% no consolidado de primeiro e segundo votos em um dos institutos e 52,3% no outro. Helder Salomão, do PT, fica em terceiro na corrida ao governo, com 7,5% e 11%, e lidera a rejeição, com 25% dos eleitores dizendo que não votariam nele de jeito nenhum. Os dois institutos também registram indecisão alta na pesquisa espontânea, acima de 59%, ouviram 1.504 e 1.600 pessoas entre 22 e 26 de agosto e estão registrados no Tribunal Superior Eleitoral.
Veículos de direita enfatizaram o conjunto das disputas estaduais, publicando na mesma semana levantamentos de Pernambuco, onde a governadora Raquel Lyra, do PSD, aparecia com 44% contra 36% de João Campos, do PSB, e do Tocantins, onde Professora Dorinha, do União Brasil, tinha 33% contra 30% de Vicentinho Júnior, do PSDB, em empate técnico. Essa cobertura veio acompanhada de uma advertência metodológica fixa, que lembra ao leitor que pesquisas divulgadas em 2022 apresentaram discrepâncias relevantes em relação ao resultado das urnas e que sondagem é leitura de momento, não previsão.
Veículos de esquerda concentraram a leitura no Espírito Santo e no favoritismo de Renato Casagrande ao Senado, destacando que o ex-governador tem mais que o dobro das intenções de voto do segundo colocado, Fabiano Contarato, do PT, que busca a reeleição, e apontando que a briga pela segunda vaga muda conforme o instituto: em uma medição quem aparece à frente é Contarato, em outra é Sergio Meneguelli, do PSD. A cobertura de centro tratou o mesmo tabuleiro por outro ângulo, em formato de ficha de candidato com dados do Tribunal Superior Eleitoral, informando que Ricardo Ferraço concorre pela coligação Agora É o Futuro, tem vice do PP, declarou R$ 27,6 milhões em bens e está com a candidatura em julgamento, além de resumir as propostas do plano de governo protocolado, que vão de revisão sistemática do gasto público a quatro novas unidades prisionais e ampliação da atenção primária em saúde.
O que ainda não se sabe é como ficaria o confronto direto em segundo turno segundo o levantamento mais recente, porque o instituto que apontou empate técnico não simulou esse cenário. Também não está esclarecido por que duas sondagens com campo praticamente no mesmo período chegam a diferenças de até nove pontos na corrida ao governo, nem quem ocupará a segunda cadeira do Senado capixaba, hoje disputada por pelo menos três nomes dentro de um intervalo estreito. O julgamento da candidatura de Ricardo Ferraço na Justiça Eleitoral segue sem desfecho informado.
Esquerda, centro e direita registram os mesmos dados básicos: Renato Casagrande (PSB) é o nome mais forte para o Senado do Espírito Santo, a disputa ao governo está concentrada em Ricardo Ferraço (MDB) e Lorenzo Pazolini (Republicanos), e a indecisão no cenário espontâneo passa de 59%. Todos os levantamentos têm registro no Tribunal Superior Eleitoral e nível de confiança de 95%.

Ricardo Ferraço (MDB, 15) é candidato a governador do Espírito Santo em 2026. Propostas, bens declarados e trajetória. Dados do TSE.

Pesquisa divulgada pela Quaest mostra como está o cenário eleitoral em Pernambuco para 2026. Leia na Gazeta do Povo.

Nova pesquisa do Real Time Big Data mostra como está a disputa para governador e sendores por Tocantins nas eleições de 2026.

Nova pesquisa Real Time Big Data mostra a disputa para governador e senadores no Espírito Santo nas eleições 2026. Veja o resultado.

Nova sondagem do Paraná Pesquisas mostra como está a disputa para governador e senadores no Espírito Santo nas eleições 2026. Confira.

O ex-governador tem mais que o dobro das intenções de voto do segundo colocado, de acordo com o Paraná Pesquisas
Perspectivas omitidas
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
Relato descritivo dos números do Tocantins, com cuidado técnico ao dizer que a liderança de Professora Dorinha sobre Vicentinho Júnior é apenas numérica e que o empate técnico persiste no segundo turno. Inclui bloco de rejeição e metodologia (1.600 entrevistados, margem de 2 pontos, registro TO-09665/2026). Vocabulário neutro, sem carga ideológica em nenhum sentido.
Perspectivas omitidas
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
Apresenta Ricardo Ferraço com 42% contra 33% de Lorenzo Pazolini e três simulações de segundo turno, além do consolidado da disputa ao Senado. Linguagem de agência, sem juízo sobre candidatos ou partidos. O bloco fixo sobre confiabilidade de pesquisas é o único elemento opinativo e não contamina a apresentação dos dados.
Perspectivas omitidas
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
Texto descritivo que apresenta cenário espontâneo, estimulado, rejeição e disputa ao Senado com percentuais e casas decimais. Explicita que Lorenzo Pazolini lidera por 0,8 ponto e que isso configura empate dentro da margem de erro de 2,6 pontos, e adverte que o instituto não simulou segundo turno. Sem vocabulário valorativo sobre nenhum candidato.
Perspectivas omitidas
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