Washington Quaquá, vice do PT, compara campanha de Lula à de Flávio Bolsonaro
2 veículos de centro · 1 veículo de direita

Resumo da cobertura
Como cada lado cobriu
3 fontes políticas
Usamos identificadores pseudônimos para operar e melhorar o serviço. Aceitar habilita medições opcionais.Medimos audiência e uso com identificadores pseudônimos, em infraestrutura própria, para operar e melhorar o serviço (legítimo interesse). Aceitar habilita também analytics opcionais de terceiros, mapa de calor e medição de anúncios. Consulte nossa Política de Cookies.
2 veículos de centro · 1 veículo de direita

3 fontes políticas
O prefeito de Maricá e vice-presidente nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), Washington Quaquá, criticou em vídeos nas redes sociais a estratégia da campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ele comparou a comunicação de Lula à do senador Flávio Bolsonaro, do Partido Liberal (PL), que segundo ele fala do cotidiano, reclamou da falta de coordenação nacional e chamou de desnecessário o ato com Chico Buarque, Caetano Veloso e Maria Bethânia na Lapa.
O vice-presidente do Partido dos Trabalhadores (PT), Washington Quaquá, admitiu que a campanha de Luiz Inácio Lula da Silva está presa a “ideologia boba” e distante da vida real, enquanto o senador Flávio Bolsonaro, do Partido Liberal (PL), fala de supermercado e do dia a dia.
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
Veículos com viés à esquerda
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés à direita
O prefeito de Maricá e vice-presidente do PT, Washington Quaquá, criticou em vídeos a campanha de reeleição de Lula. Ele disse que Flávio Bolsonaro fala do cotidiano enquanto o PT fala de terras raras, reclamou da falta de coordenação nacional e chamou de desnecessário o ato com artistas na Lapa.
O prefeito de Maricá, no Rio de Janeiro, e vice-presidente nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), Washington Quaquá, criticou publicamente a estratégia da campanha à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em vídeos publicados nas redes sociais na terça-feira, 15 de setembro, ele comparou a comunicação de Lula com a do senador Flávio Bolsonaro, do Partido Liberal (PL), principal adversário do petista na disputa presidencial.
Segundo Quaquá, Flávio aparece na televisão dentro de um supermercado falando da vida concreta das pessoas, enquanto a campanha de Lula dedica espaço a temas como a exploração de terras raras. “Tem que falar da vida do povo e sair dessa ideologia boba”, disse o dirigente, que defendeu que a comunicação se concentre nas entregas do governo.
As coberturas convergem em três pontos. O primeiro é a queixa sobre a falta de interlocução. Quaquá, nomeado um dos coordenadores da campanha no Rio, afirmou que não há relação com a coordenação nacional e que os petistas fluminenses não são ouvidos, embora ele faça pesquisas quantitativas e qualitativas no estado. O segundo é a crítica ao ato de apoio a Lula previsto para a Fundição Progresso, na Lapa, com os cantores Chico Buarque, Caetano Veloso e Maria Bethânia. Para o prefeito, o evento é “pregar para convertido”. O terceiro é a comparação direta com Flávio Bolsonaro.
A cobertura de centro trouxe mais contexto. Relatou que, na mesma fala, Quaquá disse que Flávio faz “fake news dentro do supermercado” e que a vida era pior no governo de Jair Bolsonaro e está melhor com Lula. Parte dessa cobertura acrescentou que o prefeito sugeriu agendas para alcançar o eleitor “conservador, evangélico, que quer segurança pública”: encontros com evangélicos e policiais, uma visita ao Batalhão de Operações Policiais Especiais, o Bope, e discursos sobre a retomada da indústria naval em São Gonçalo e sobre o Comperj, em Itaboraí. A mesma cobertura registrou que Lula aparece em desvantagem nas pesquisas no estado e ouviu Eduardo Paes, do Partido Social Democrático (PSD), candidato ao governo do Rio e aliado do presidente, para quem a Lapa não é o melhor lugar para buscar voto novo.
Veículos de direita enfatizaram o contraste entre as duas campanhas, resumindo a fala como se Lula falasse de ideologia e Flávio, de vida real. Essa cobertura destacou a desorganização interna do PT e reproduziu o desabafo sobre a falta de coordenação, mas não incluiu o trecho em que Quaquá acusa Flávio de espalhar notícias falsas nem a avaliação de que a vida melhorou sob Lula.
Nenhum veículo de esquerda havia coberto o episódio até o fechamento desta análise, o que deixa sem registro a leitura do caso a partir desse campo.
Ainda não se sabe se a coordenação nacional da campanha vai responder às críticas, nem se haverá mudança na estratégia de comunicação. A presença de Lula no ato da Lapa também não tinha confirmação oficial, segundo a cobertura.
Desabafo ocorreu após anúncio de evento com Chico, Caetano e Bethânia; político defende que presidente vá atrás do eleitor

Washington Quaquá, que também é prefeito de Maricá (RJ), criticou estratégia adotada na campanha do candidato à reeleição pelo partido

Washington Quaquá criticou estratégia de campanha do correligionário
