Cadu de Lula e Vicentinho Júnior viram o jogo no segundo turno e são governadores
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O segundo turno de 25 de outubro de 2026 elegeu governadores em seis unidades: Espírito Santo, Amazonas, Rio Grande do Norte, Acre, Tocantins e Distrito Federal. Dois eleitos viraram o placar após terminar o primeiro turno em segundo lugar.
Pelo prisma da esquerda, a vitória de Cadu de Lula (PT) no Rio Grande do Norte é a virada que mantém o campo governista num estado nordestino, com um gestor de carreira pública na Fazenda estadual.
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O segundo turno de 25 de outubro definiu os governos do Espírito Santo, Amazonas, Rio Grande do Norte, Acre, Tocantins e Distrito Federal. Cadu de Lula, do PT, e Vicentinho Júnior, do PSDB, venceram depois de terminar o primeiro turno em segundo lugar.
O segundo turno das eleições de 2026, realizado no domingo, 25 de outubro, definiu os governadores de seis unidades da federação: Espírito Santo, Amazonas, Rio Grande do Norte, Acre, Tocantins e Distrito Federal. A cobertura de centro destacou que duas dessas disputas terminaram em virada, com candidatos que haviam ficado em segundo lugar no primeiro turno, em 4 de outubro.
No Rio Grande do Norte, Cadu de Lula, do PT, foi eleito com 50,77% dos votos válidos, contra 49,23% de Allyson Bezerra, do União Brasil. No primeiro turno, ele tinha 36,16%, atrás dos 36,94% do adversário. Em Tocantins, Vicentinho Júnior, do PSDB, venceu com 64,52% dos votos, contra 35,48% da Professora Dorinha, do União Brasil, que tinha liderado o primeiro turno com 45,52% e 43,94% para ele.
Nos demais estados, quem liderava a primeira etapa confirmou a vitória. Mailza Assis, do PP, foi reeleita no Acre com 66,21%, contra 33,79% de Alan Rick, do Republicanos. Omar Aziz, do PSD, venceu no Amazonas com 61,42%, contra 38,58% da Professora Maria do Carmo, do PL. Celina Leão, do PP, venceu no Distrito Federal com 57,18%, contra 42,82% de Leandro Grass, do PT, e se tornou a primeira mulher eleita diretamente para o cargo. No Espírito Santo, Lorenzo Pazolini, do Republicanos, obteve 52,17%, contra 47,83% de Ricardo Ferraço, do MDB.
Com o fim da apuração, o balanço por partido mostra o PL na liderança, com seis governadores, todos eleitos no primeiro turno. Em seguida aparecem o PSD, com cinco, e PP, Republicanos e PT, com quatro cada. O PSDB elegeu dois, e MDB e Podemos, um cada. A cobertura de centro lembrou ainda que o país registrou 20 governadores eleitos já no primeiro turno, número que subiu para 21 depois que a Justiça considerou nulos os votos de Anthony Garotinho, do Republicanos, e confirmou Douglas Ruas, do PL, no Rio de Janeiro.
Veículos de esquerda trataram a cobertura sobretudo pelo perfil dos eleitos. Destacaram a trajetória de Cadu de Lula, auditor fiscal e ex-secretário da Fazenda do governo de Fátima Bezerra, e a vitória de um petista no Rio Grande do Norte. Esse material, porém, apresentou o pleito como definição de cinco governos, sem citar o Distrito Federal, e trouxe erros de data, o que limita a comparação com os demais relatos.
Não houve, no conjunto analisado, cobertura de veículos de direita sobre o tema. A leitura provável desse campo, a partir dos fatos apurados, seria ressaltar o desempenho do PL, que lidera o ranking de governadores, o peso de PSD, PP e Republicanos no mapa estadual e a vitória de Vicentinho Júnior, ex-deputado ligado ao agronegócio, em Tocantins. Essa é uma inferência editorial, sem texto de direita que a sustente.
Há consenso sobre os números e sobre a ocorrência das duas viradas. A diferença está no foco: o centro priorizou resultados e comparação entre os turnos, e a esquerda, a biografia dos vencedores.
O que ainda não se sabe: as fontes não detalham a composição de bancadas e alianças que cada governador eleito levará para 2027, nem o efeito do resultado sobre a relação com o governo federal. Também não há, nos textos, a data exata da posse, apenas a indicação de que o mandato começa em janeiro de 2027.
Espírito Santo, Rio Grande do Norte, Acre, Amazonas e Tocantins realizaram votação para escolher seus governadores; veja os vencedores

PL elegeu nomes no Rio, Santa Catarina, Roraima, Paraná, Rio Grande do Sul e Roraima

Cadu de Lula (PT) e Vicentinho Júnior (pSDB) conseguiram viradas no 2º turno e foram eleitos governadores do Rio Grande do Norte e Tocantins, nesta ordem.

Espírito Santo, Amazonas, Rio Grande do Norte, Acre, Tocantins e Distrito Federal definiram seus eleitos neste domingo (25).
