Daniel Vorcaro pediu invasão de iCloud para apagar dados de celular da PF
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Resumo da cobertura
Como cada lado cobriu
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Como decidimos →Pelo prisma da direita, a cobertura destaca a gravidade de um suposto crime contra a investigação e a eficácia da Polícia Federal em impedir o apagamento de provas. A ênfase recai na responsabilidade individual do banqueiro e de seus operadores, e na cobrança por apuração rigorosa.
O dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, teria encomendado em janeiro, durante prisão domiciliar em São Paulo, um ataque hacker para apagar dados de celulares apreendidos pela Polícia Federal. A informação vem de uma reportagem de revista e foi confirmada por outro veículo. A PF percebeu a invasão e interrompeu a ação.
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Nesta matéria: viés de centro.
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Segundo reportagem divulgada em outubro de 2026, o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, teria pedido em janeiro, durante prisão domiciliar em São Paulo, a invasão de contas iCloud para apagar dados de celulares apreendidos pela Polícia Federal. A PF detectou a ação e a interrompeu.
O dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, teria encomendado em janeiro de 2026 um ataque hacker para apagar dados de celulares apreendidos pela Polícia Federal. Na época, ele cumpria prisão domiciliar em São Paulo. A informação foi divulgada por uma revista e confirmada de forma independente por outro veículo, e circulou na noite de 8 de outubro e na manhã de 9 de outubro de 2026.
Segundo o relato, Vorcaro pediu a Thiago Miranda, publicitário e seu emissário em negócios na área de comunicação, que invadisse o iCloud, serviço de armazenamento em nuvem da Apple, para apagar informações do aparelho apreendido. O pedido incluía apagar também os dados da conta de Fabiano Zettel, cunhado e operador financeiro do banqueiro, apontado como responsável por pagamentos a autoridades por meio de empresas e fundos ligados ao Master.
Miranda teria acionado Thiago Santos, especialista em segurança cibernética. Santos chegou a acessar o iCloud, mas policiais identificaram a invasão e a interromperam. O celular estava havia cerca de dois meses com a força-tarefa da Operação Compliance Zero, e a presença de diálogos do banqueiro em relatórios da Polícia Federal indica que a tentativa não teve sucesso. O relato sobre o ataque foi detalhado por Santos à própria PF.
A cobertura de centro relatou os fatos no condicional, registrou que a invasão está sob apuração e deu espaço às respostas dos citados. O advogado de Miranda defendeu a legalidade dos atos do cliente e disse que a investigação mostrará a inexistência de irregularidades. Santos negou qualquer atividade irregular e afirmou ter se apresentado espontaneamente à PF. A defesa de Vorcaro não respondeu. Essa cobertura acrescentou que Miranda também atuava como interlocutor entre Vorcaro e o senador Flávio Bolsonaro, do PL do Rio de Janeiro, em conversas sobre o financiamento do filme Dark Horse, produção sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Veículos de direita enfatizaram o caráter deliberado da ordem e o papel de Miranda como intermediário. Lembraram que ele recebia pedidos de Vorcaro para derrubar matérias em sites de notícia e que a PF o aponta como elo entre o banqueiro e a ação de influenciadores contra o Banco Central depois da liquidação do banco. Também destacaram que Vorcaro é investigado por suspeita de fraudes no sistema financeiro, gestão fraudulenta, lavagem de dinheiro, ocultação de bens e corrupção, que já foi preso em novembro de 2025 e em março de 2026 e que segue detido na Papudinha, em Brasília.
No conjunto analisado, não há cobertura de veículos de esquerda sobre o episódio, de modo que não é possível descrever o enquadramento desse campo. As informações sobre o caso vêm todas, direta ou indiretamente, da mesma reportagem original.
O que ainda não se sabe: não está claro se a Polícia Federal abriu procedimento específico sobre a invasão, quais seriam as consequências jurídicas para Vorcaro, Miranda e Santos, nem quem teriam sido os destinatários dos pagamentos atribuídos a Zettel. Também não há resposta da defesa de Vorcaro sobre o episódio.
Dono do Banco Master pediu a Thiago Miranda que invadisse o iCloud, sistema de armazenamento de dados em nuvem da Apple, para apagar informações do dispositivo apreendido.


Pedido ocorreu durante prisão domiciliar do ex-banqueiro; PF identificou invasão e interrompeu a ação
