Datafolha vai a campo em São Paulo e Pernambuco após início da campanha
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O Datafolha registrou na Justiça Eleitoral duas novas rodadas de pesquisa sobre as disputas estaduais de 2026. Em São Paulo, o levantamento SP-01806/2026 ouvirá 1.610 eleitores entre 18 e 21 de agosto, com voto espontâneo e estimulado para governador e senadores, teste de rejeição, avaliação da gestão de Tarcísio de Freitas e simulação de segundo turno entre ele e Fernando Haddad. O contrato custou R$ 185 mil. Em Pernambuco, a sondagem PE-07041/2026 entrevistará 1.204 pessoas entre 18 e 20 de agosto, com divulgação prevista para o dia 21, e medirá a corrida ao governo, as duas vagas ao Senado e a aprovação de Raquel Lyra.
As sondagens registradas pelo Datafolha funcionam como teste de desempenho de dois governos em exercício. Em São Paulo, o questionário pede que o eleitor classifique a gestão de Tarcísio de Freitas e mede aprovação e desaprovação, num momento em que a rodada anterior, de 5 de julho, mostrava o governador com 46% contra 30% de Fernando Haddad no primeiro turno e vantagem de 53% a 37% no segundo.
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Em São Paulo, 1.610 entrevistas entre 18 e 21 de agosto, registro SP-01806/2026, custo de R$ 185 mil e um único segundo turno testado, entre Fernando Haddad e Tarcísio de Freitas. Em Pernambuco, 1.204 entrevistas entre 18 e 20 de agosto, registro PE-07041/2026, margem de erro de três pontos e divulgação prevista para 21 de agosto, com avaliação da gestão de Raquel Lyra.
As duas coberturas tratam os levantamentos como fato administrativo já registrado na Justiça Eleitoral, informam amostra, período de campo e candidatos incluídos no cenário estimulado, e não contestam o método do instituto.
Nenhum resultado das duas novas rodadas foi divulgado. Não há data anunciada para a publicação dos números de São Paulo, não se sabe se a sondagem pernambucana testará segundo turno e não há margem de erro informada para a nova rodada paulista.
O Datafolha registrou na Justiça Eleitoral novas pesquisas para os governos de São Paulo e Pernambuco, com campo entre 18 e 21 de agosto. Em São Paulo, o questionário testa segundo turno entre Tarcísio de Freitas e Fernando Haddad; na rodada de julho, Tarcísio tinha 46% e Haddad 30% no primeiro turno. Os resultados novos ainda não saíram. Abaixo, o enquadramento de centro e o de direita, e a ausência da esquerda.
O Datafolha registrou na Justiça Eleitoral duas novas rodadas de pesquisa sobre as disputas estaduais de 2026, uma em São Paulo e outra em Pernambuco, com trabalho de campo marcado para a mesma semana. Em São Paulo, o questionário está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o código SP-01806/2026 e prevê 1.610 entrevistas presenciais em pontos de fluxo populacional, entre os dias 18 e 21 de agosto. Em Pernambuco, a sondagem tem registro PE-07041/2026, prevê 1.204 entrevistas entre 18 e 20 de agosto e divulgação na sexta-feira, dia 21. Os dois levantamentos foram contratados por grandes grupos de comunicação, e a consulta paulista custou R$ 185 mil.
O desenho dos questionários é conhecido antes da coleta. Em São Paulo, a pesquisa começa por uma seção espontânea sobre presidente, governador e senadores e passa depois ao cenário estimulado, com sete candidatos ao governo: Carlos Machado, Fernando Haddad, Izadora Dias, Tarcísio de Freitas, Vera Lúcia, Vivian Mendes e Policial Edjane. Há um único cenário de segundo turno testado, entre Fernando Haddad e Tarcísio de Freitas. Para o Senado, catorze nomes são apresentados, entre eles Guilherme Derrite, Ricardo Salles, Marina Silva, Simone Tebet, Soninha Francine e André do Prado, com o eleitor indicando voto para a primeira e a segunda vaga. O levantamento ainda pergunta em quem o entrevistado não votaria de jeito nenhum e recupera o comportamento eleitoral de 2022. Em Pernambuco, o cenário estimulado traz Guilherme Fonseca, Ivan Moraes, João Campos, Professor Jeremias do Banco, Professora Camila, Raquel Lyra, Renan e Victor Assis, com margem de erro máxima de três pontos percentuais e nível de confiança de 95%.
A cobertura de centro relatou o caso com foco no procedimento e nos números já publicados, detalhando custo, código de registro, tamanho de amostra e a série anterior da pesquisa paulista, divulgada em 5 de julho, quando Tarcísio de Freitas aparecia com 46% e Fernando Haddad com 30% no primeiro turno, e a vantagem no segundo turno era de 53% a 37%. Essa leitura amarra a nova rodada ao debate entre candidatos realizado em 9 de agosto e ao início oficial das campanhas, tratando a sondagem como o primeiro termômetro do período eleitoral formal.
Veículos de direita concentraram a atenção no caso pernambucano e no que a pesquisa mede sobre quem já governa: a classificação da administração de Raquel Lyra, com três anos e sete meses de mandato, e a aprovação ou desaprovação do trabalho realizado. Nesse enquadramento, o levantamento vale sobretudo como instrumento de responsabilização de gestões estaduais em exercício, com método aberto e registro público. Até o momento, nenhum veículo de esquerda cobriu o registro das duas sondagens, de modo que não há, neste cluster, um enquadramento desse campo sobre o tema. A leitura habitual da esquerda em episódios como este, e que aqui aparece apenas como ausência de cobertura, costuma questionar o peso de pesquisas encomendadas por grupos privados de comunicação e o efeito de cenários de segundo turno restritos a dois nomes sobre candidaturas menores, todas elas presentes no questionário paulista.
O que ainda não se sabe é o essencial: nenhum resultado das duas novas rodadas foi divulgado. Não há data anunciada para a publicação dos números de São Paulo, apenas o período de campo, e não se sabe se o levantamento pernambucano vai testar cenários de segundo turno, já que a descrição divulgada menciona somente voto estimulado e rejeição. Também não está estabelecido se o debate de 9 de agosto alterou o quadro paulista, nem qual a margem de erro prevista para a nova rodada em São Paulo, informação que só consta da edição anterior.
O instituto Datafolha afere nova pesquisa em Pernambuco para medir a disputa pelo governo estadual e pelas duas vagas ao Senado nas eleições de outubro. O levantamento será feito entre 18 e

Pesquisa ouve 1.610 eleitores sobre os votos para governador e senadores e simula segundo turno entre Tarcísio de Freitas e Fernando Haddad
