Greve na CET de São Paulo começa às 22h de 5 de novembro e vai até domingo
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A cobertura de centro relatou que os trabalhadores da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) de São Paulo anunciaram greve a partir das 22h de quinta-feira, depois de uma audiência de mediação na Justiça do Trabalho terminar sem acordo sobre o reajuste. Segundo o sindicato, a paralisação deve durar até as 20h de domingo, período do GP de São Paulo de Fórmula 1. O texto registra que a CET diz manter a operação do evento e que a Prefeitura de São Paulo, procurada por e-mail, não havia se manifestado até a publicação. O relato do que ocorreu na audiência parte do vídeo do presidente do Sindviários, Michel Costa, o que limita a conclusão a esse depoimento, sem confirmação independente.
Com base em Notícias ao Minuto Brasil
A cobertura de direita, representada por uma matéria, relatou o anúncio da greve a partir das 22h de 5 de novembro e destacou, no título e no subtítulo, a coincidência com o GP de São Paulo de Fórmula 1.
Com base em Revista Oeste
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Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
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Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés à direita
Os trabalhadores da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) de São Paulo anunciaram greve a partir das 22h de quinta-feira (5), após audiência de mediação sem acordo no TRT-2. A paralisação deve durar até as 20h de domingo (8), no fim de semana do GP de Fórmula 1. O Sindviários pede ao menos 4,39%; a CET diz que manterá a operação.
Os trabalhadores da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) de São Paulo anunciaram greve a partir das 22h desta quinta-feira, 5 de novembro de 2026, depois que uma audiência de mediação na Justiça do Trabalho terminou sem acordo sobre o reajuste salarial da categoria. A paralisação está prevista para durar até as 20h de domingo, 8, e coincide com o Grande Prêmio de São Paulo de Fórmula 1, no autódromo de Interlagos, na zona sul da capital paulista.
A audiência de mediação foi realizada na quarta-feira, 4, no Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (TRT-2). Segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores no Sistema de Operação, Sinalização, Fiscalização e Manutenção Viária do Estado de São Paulo (Sindviários), Michel Costa, o juiz propôs reajuste de 4,11% para a categoria e a manutenção das cláusulas do acordo coletivo. Ainda de acordo com o sindicalista, representantes da CET disseram que precisariam submeter a proposta à Junta Orçamentário-Financeira da Prefeitura de São Paulo e pediram o adiamento da decisão. Sem uma resposta, a categoria manteve a greve aprovada em assembleia. A negociação envolve o acordo coletivo de 2026 a 2028, e o sindicato reivindica reajuste de ao menos 4,39%, a manutenção das cláusulas vigentes e a análise de propostas que, na avaliação da própria entidade, não têm impacto financeiro direto. Em vídeo divulgado nas redes sociais, Costa afirmou: “A categoria tentou negociar, esperou uma proposta concreta, mas não vamos adiar a defesa dos nossos direitos sem uma resposta”.
A cobertura de centro e a de direita descrevem os fatos de forma muito parecida. Ambas relatam o anúncio da greve, a data e a hora, o impasse sobre o reajuste e o esquema especial da CET para o GP: faixas especiais a partir das 4h de sexta-feira, 6, primeiros bloqueios às 5h e monitoramento do trânsito das 4h às 21h, de sexta a domingo, com interdições previstas em vias como a Avenida José Carlos Pace e a Rua do Autódromo. A companhia orienta o público a usar o transporte coletivo, e moradores da região poderão entrar na área restrita depois de se identificar nos pontos de bloqueio, sem credenciamento prévio. A CET afirmou que o planejamento foi feito com antecedência e que a operação de trânsito no fim de semana seguirá normalmente.
Não há divergência substantiva entre os lados que cobriram. A diferença é de ênfase: a cobertura de direita pôs a coincidência com o GP no título, e a de centro abriu pelo horário da greve e pelo valor reivindicado. Nenhum veículo de esquerda cobriu o caso no conjunto analisado. Os dois relatos sobre o que se passou na audiência partem do que o presidente do Sindviários disse; isso explica a repetição e não equivale a confirmação independente. Há ainda uma observação sobre os textos: o resumo gerado por inteligência artificial que abre uma das matérias de direita diz que a CET propôs 4,11%, enquanto o corpo da mesma matéria atribui a proposta ao juiz. Este texto segue a versão do corpo.
O que ainda não se sabe: até as 19h23 de 5 de novembro, horário de Brasília, quando saiu a matéria mais recente analisada, a Prefeitura de São Paulo não havia se manifestado sobre a negociação. As matérias não registram resposta pública da CET à proposta de 4,11% atribuída ao juiz, nova audiência marcada ou o efeito concreto da greve sobre a operação do GP.
Paralisação começa às 22h desta quinta-feira, seis horas antes do início da operação especial de trânsito em Interlagos

