
Lula lidera com 39,2% e Flávio Bolsonaro tem 32,2% no 1º turno de 2026
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Os levantamentos mais recentes sobre a eleição presidencial de 2026 mostram Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à frente no primeiro turno e um cenário mais apertado no segundo turno contra Flávio Bolsonaro (PL). Na média ponderada de quatro institutos, Lula tem 39,2% e Flávio Bolsonaro, 32,2%, diferença de 6,9 pontos percentuais. No segundo turno, a média fica em 45,0% a 42,8%, distância de 2,18 pontos. O escritor Augusto Cury (Avante) aparece em terceiro lugar, com 9,0% na média, depois de crescer em todas as séries recentes. Cada pesquisa isolada aponta empate técnico no segundo turno dentro da margem de erro.
Esquerda
A leitura à esquerda enfatiza que Luiz Inácio Lula da Silva (PT) mantém a dianteira em todos os levantamentos considerados, no primeiro e no segundo turno, mesmo depois de um ciclo de pesquisas que mostrou reaproximação do adversário.
Centro
Os levantamentos mais recentes sobre a eleição presidencial de 2026 mostram Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à frente no primeiro turno e um cenário mais apertado no segundo turno contra Flávio Bolsonaro (PL).
Direita
Sem cobertura neste espectro.
Veículos com viés à esquerda
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial esquerda.
Apesar de o veículo ser de perfil à esquerda, o texto apresenta os números sem adjetivação de campo: registra a liderança de Luiz Inácio Lula da Silva no primeiro turno, mas também o estreitamento no segundo turno (45,0% a 42,8%), a queda do petista nos levantamentos Atlas e BTG/Nexus e a ressalva explícita de que os dados não permitem afirmar decisão em primeiro turno por estarem abaixo dos 50% mais um dos votos válidos. O destaque ao crescimento de Augusto Cury é factual e sustentado por série histórica. Enquadramento de centro.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés ao centro
Texto de compilação, sem vocabulário valorativo e sem tese própria. Apresenta cada levantamento com amostra, período de campo, margem de erro e número de registro no Tribunal Superior Eleitoral, e trata como empate técnico os cenários de segundo turno em que a diferença cabe dentro da margem. A série histórica de maio a setembro é descrita nos dois sentidos, tanto o afastamento quanto a reaproximação entre Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro. Enquadramento factual de centro.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés à direita
Nenhum veículo de direita cobriu esta história.
As pesquisas mais recentes para a eleição presidencial de 2026 foram reunidas em uma média ponderada que coloca Luiz Inácio Lula da Silva na frente de Flávio Bolsonaro no primeiro turno, com margem bem menor no segundo. O escritor Augusto Cury aparece em terceiro lugar em todos os levantamentos considerados, depois de crescer em quatro institutos seguidos.
As pesquisas de intenção de voto para a Presidência da República divulgadas no início de setembro de 2026 colocam Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança do primeiro turno e desenham uma disputa apertada contra Flávio Bolsonaro (PL) no segundo. Na média ponderada dos quatro levantamentos mais recentes, Lula soma 39,2% das intenções de voto, contra 32,2% do senador, diferença de 6,9 pontos percentuais. Na simulação de segundo turno, a média cai para 45,0% a 42,8%, uma distância de 2,18 pontos.
Os números individuais sustentam o quadro. O Datafolha, que ouviu 2.002 eleitores entre 1º e 3 de setembro, com margem de erro de dois pontos e registro BR-03669/2026 no Tribunal Superior Eleitoral, aponta 38% para Lula e 33% para Flávio Bolsonaro no primeiro turno, e 46% a 44% no segundo. A Quaest entrevistou 2.004 pessoas presencialmente entre 30 de agosto e 1º de setembro, também com margem de dois pontos e registro BR-07065/2026, e mostra 37% a 30% no primeiro turno e 42% a 41% no segundo, o resultado mais equilibrado desde março. O Atlas registra 43,4% a 33,7% e, no segundo turno, 47,1% a 42,6%. O BTG/Nexus traz 39% a 33% e, no segundo turno, 46% a 45%.
Há convergência entre as coberturas em três pontos. O primeiro é a liderança do presidente em todos os institutos considerados. O segundo é o estreitamento da distância nas simulações de segundo turno, cenário em que as diferenças cabem dentro da margem de erro na maioria dos levantamentos. O terceiro é a ascensão do escritor Augusto Cury (Avante), que chega a 9,0% na média ponderada e ocupa o terceiro lugar, à frente de Ronaldo Caiado (PSD), de Renan Santos (Missão) e de Romeu Zema (Novo). Na Quaest, Cury saltou de 2% em 14 de agosto para 10% em setembro; no BTG/Nexus, passou de 5% para 11% em uma semana; no Atlas, subiu de 1,6% em julho para 7,8% em agosto.
A divergência está na ênfase. Veículos de esquerda destacaram a permanência da dianteira do presidente e trataram o crescimento de Cury como fragmentação do campo adversário, que perde pontos entre os pré-candidatos já testados. A cobertura de centro relatou os levantamentos um a um, com ficha técnica, período de campo e número de registro na Justiça Eleitoral, e classificou como empate técnico os cenários de segundo turno em que a diferença não supera a margem de erro, evitando conclusão sobre tendência. Veículos de direita não haviam publicado leitura própria do agregado até o fechamento desta reportagem; a leitura provável desse campo, sobre os mesmos dados, é a de que o presidente aparece abaixo de 40% em três dos quatro institutos no primeiro turno, recuou no Atlas e no BTG/Nexus entre rodadas, e enfrenta um segundo turno decidido dentro da margem de erro.
Os próprios dados impõem cautela. Com 39,2% na média ponderada, Lula está abaixo dos 50% mais um dos votos válidos necessários para encerrar a disputa em turno único, e a conversão de intenções de voto em votos válidos exigiria retirar brancos, nulos e indecisos, cujo tamanho varia entre as pesquisas. O agregador informa que Datafolha e Quaest recebem peso maior e que Atlas e BTG/Nexus entram com peso 2, mas não abre os valores exatos aplicados a cada instituto, o que impede reproduzir o cálculo. Também não estão detalhados o período de campo e a margem de erro dos levantamentos Atlas e BTG/Nexus. Uma das compilações inclui a pesquisa Meio/Ideia de 5 de agosto, com 1.500 entrevistados e margem de 2,5 pontos, ao lado de números de setembro, defasagem que limita a comparação direta. Não há dado disponível sobre para onde iriam os votos de Augusto Cury caso ele não chegue ao segundo turno, nem sobre a estabilidade do seu crescimento nas próximas rodadas.
As duas coberturas registram Luiz Inácio Lula da Silva na liderança do primeiro turno em todos os institutos citados, o estreitamento da diferença para Flávio Bolsonaro nas simulações de segundo turno e a chegada de Augusto Cury ao terceiro lugar.

Agregador de pesquisas para presidente: Lula lidera o 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro se aproxima e Augusto Cury chega a 9%

Levantamentos de Quaest, Meio/Ideia e Datafolha mostram Lula na liderança do primeiro turno e cenários de disputa apertada contra Flávio Bolsonaro no segundo turno
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