Senado aprova em primeiro turno PEC do fim da escala 6x1 por 75 votos a 1
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Resumo da cobertura
Como cada lado cobriu
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Como decidimos →O Senado aprovou em primeiro turno, na noite de 14 de outubro de 2026, a proposta de emenda à Constituição que põe fim à escala 6x1, com 75 votos favoráveis e um contrário, o do senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS). Após o resultado, o líder do PT, Camilo Santana, foi até a mesa do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e atribuiu a ele o resultado. O microfone aberto captou a resposta de Alcolumbre.
Pela ótica da direita, o episódio destaca o papel de Davi Alcolumbre como condutor do resultado: o presidente do Senado teria apostado no êxito da votação e foi reconhecido pelo líder do governo no PT. O isolamento do voto contrário de Hamilton Mourão reforça a atenção ao custo da medida para a livre iniciativa e a contratação, tema que segue em aberto nos próximos turnos.
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As fontes concordam que o Senado aprovou em primeiro turno a PEC do fim da escala 6x1 e que Camilo Santana atribuiu o resultado a Davi Alcolumbre, que respondeu com o microfone aberto.
O Senado aprovou em primeiro turno, na noite de 14 de outubro, a PEC do fim da escala 6x1, com 75 votos favoráveis e um contrário, do senador Hamilton Mourão. Camilo Santana atribuiu o resultado a Davi Alcolumbre, que respondeu com o microfone aberto.
O Senado aprovou em primeiro turno, na noite de quarta-feira, 14 de outubro de 2026, a proposta de emenda à Constituição que põe fim à escala de trabalho 6x1. Foram 75 votos favoráveis e um contrário, o do senador Hamilton Mourão, do Republicanos do Rio Grande do Sul.
Minutos depois do anúncio do resultado, o líder da bancada do PT, Camilo Santana, do Ceará, foi até a mesa do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, do União Brasil do Amapá, e apertou sua mão. Santana disse que Alcolumbre era o grande responsável pelo resultado. Sorrindo e sem perceber que o microfone estava aberto, Alcolumbre respondeu: "Não falei que ia dar certo?". O diálogo foi captado pela transmissão da TV Senado e rapidamente circulou nas redes.
A cobertura de centro relatou o episódio de forma factual. Registrou o placar, o voto isolado de Mourão e a troca de palavras entre os dois senadores, sem atribuir intenção ao presidente da Casa. Já os veículos de direita trataram a cena como uma nota curta sobre o protagonismo de Alcolumbre, destacando a fala dele como sinal de que o desfecho havia sido costurado pelo comando do Senado. Nesse conjunto de fontes não há texto de veículo de esquerda. Por isso, a leitura desse campo aqui é apenas a esperada: o resultado tenderia a ser enquadrado como conquista de direitos dos trabalhadores, com o reconhecimento do líder do PT à articulação da presidência da Casa.
As fontes convergem nos fatos centrais: a aprovação em primeiro turno, a votação quase unânime e o agradecimento de Camilo Santana a Alcolumbre. A diferença está no foco. Enquanto o centro prioriza o placar e o contexto da votação, a cobertura de direita concentra a atenção no comentário do presidente do Senado captado pelo microfone.
O que ainda não se sabe é o conteúdo detalhado da proposta aprovada, como o formato da nova jornada e o prazo de transição, pois nenhuma das fontes aborda esses pontos. Também não há informação sobre a data do segundo turno no Senado nem sobre a tramitação posterior, nem sobre os motivos do voto contrário de Mourão.
Após a aprovação em primeiro turno da proposta de emenda à Constituição (PEC) que põe fim à escala 6x1

Após PEC ser aprovada por 75 votos no Senado, microfone capta conversa em que petista atribui resultado ao presidente do Congresso
