Quaest e AtlasIntel apontam empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro
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Entre 21 e 23 de setembro de 2026, quatro institutos divulgaram levantamentos sobre a disputa presidencial e nenhum deles separou Luiz Inácio Lula da Silva de Flávio Bolsonaro além da margem de erro no segundo turno. A Genial/Quaest apontou 42% para o senador e 41% para o presidente, com margem de dois pontos. A AtlasIntel registrou 47,7% para Lula e 47,4% para Flávio, com margem de um ponto. O instituto Palver mediu 47% a 43% em favor do senador, e a American Analytics registrou empate em 43%. No primeiro turno, as duas maiores amostras nacionais colocam o presidente à frente: 37% a 33% pela Quaest e 45,8% a 43,4% pela AtlasIntel. Os recortes estaduais divergem entre si, com vantagem do senador em São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal, empate em Minas Gerais e ampla dianteira do presidente em Pernambuco e no Ceará.
Veículos deste lado: Poder360, UOL, O Tempo e O Globo
A leitura à esquerda organiza a semana em torno de um dado que considera decisivo: em todos os cenários nacionais de primeiro turno, Luiz Inácio Lula da Silva aparece à frente de Flávio Bolsonaro, e pela AtlasIntel o presidente ficaria a 3,7 pontos de vencer sem segunda rodada em votos válidos.
Veículos deste lado: Revista Fórum
A leitura à direita parte de um fato simples: pela segunda rodada consecutiva da Quaest, Flávio Bolsonaro aparece numericamente à frente de Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno, com 42% a 41%, e o instituto Palver repete o sentido com 47% a 43%.
Veículos deste lado: Veja e Terra Brasil Notícias
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Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
Nesta matéria: falácia identificada.
Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés à direita
Análise não disponível para esta matéria.
Nesta matéria: viés de centro.
Todos os lados aceitam que a diferença entre Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro no segundo turno está dentro da margem de erro em todos os institutos, e que a crise no Supremo Tribunal Federal envolvendo Alexandre de Moraes e Daniel Vorcaro não produziu deslocamento mensurável no eleitorado durante a janela pesquisada.
Quatro institutos divulgaram levantamentos sobre a corrida presidencial entre 21 e 23 de setembro de 2026, e nenhum deles conseguiu separar Luiz Inácio Lula da Silva de Flávio Bolsonaro além da margem de erro no segundo turno. Os números mudam de instituto para instituto e de estado para estado, mas o desenho é o mesmo: uma disputa indefinida.
Quatro institutos de pesquisa divulgaram levantamentos sobre a corrida presidencial brasileira entre 21 e 23 de setembro de 2026, e nenhum deles conseguiu separar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva do senador Flávio Bolsonaro além da margem de erro no cenário de segundo turno. A rodada da Genial/Quaest, registrada no Tribunal Superior Eleitoral, mostrou o senador com 42% das intenções de voto contra 41% do presidente, diferença de um ponto em uma pesquisa com margem de dois pontos e 2.004 entrevistados. Dois dias depois, a AtlasIntel, contratada pela Bloomberg, inverteu a ordem: 47,7% para Lula e 47,4% para Flávio Bolsonaro, com 5.015 entrevistados e margem de um ponto. O instituto Palver, que ouviu 5 mil eleitores pela internet, mediu 47% a 43% em favor do senador. A American Analytics, com 2.000 entrevistados, registrou empate exato, 43% para cada um.
No cenário de primeiro turno, o desenho é menos ambíguo. A Quaest apontou 37% para o presidente e 33% para o senador, e a AtlasIntel registrou 45,8% contra 43,4%, o que em votos válidos deixaria Lula a 3,7 pontos de uma vitória sem segunda rodada. Os demais candidatos encolheram na comparação com a semana anterior: Renan Santos, Augusto Cury, Ronaldo Caiado e Romeu Zema somavam 12,1% e passaram a 9,9% em uma das rodadas, movimento descrito como migração de votos para os dois primeiros colocados.
Os recortes estaduais divergem entre si e explicam por que o quadro nacional fica travado. Em Minas Gerais, a Quaest registrou empate em 40% a 40% no segundo turno, e a AtlasIntel deu 49,9% ao presidente contra 47,1% do senador. Em São Paulo, o sentido se inverte, com 48,8% a 42,8% para Flávio Bolsonaro pela AtlasIntel e 42% a 36% pela Quaest. No Rio de Janeiro, a diferença cai a 0,2 ponto na AtlasIntel. No Distrito Federal, a Quaest mediu 49% a 38% para o senador, enquanto em Pernambuco e no Ceará o presidente mantém margens de mais de trinta pontos.
Veículos de esquerda destacaram a liderança do presidente em todos os cenários nacionais de primeiro turno e a proximidade de uma vitória em turno único, tratando o conjunto como sinal de que a aposta da oposição em um desgaste com a crise institucional não se confirmou. Esse enquadramento também deu peso ao avanço entre eleitores pretos, em que a vantagem subiu de doze para 27 pontos, e entre mulheres, de três para sete pontos.
A cobertura de centro relatou a reação das duas campanhas. No time do senador houve frustração, porque se esperava que a crise no Supremo Tribunal Federal envolvendo o ministro Alexandre de Moraes e o banqueiro Daniel Vorcaro produzisse queda do presidente, que em vez disso oscilou um ponto para cima. Um aliado classificou a pesquisa como boa para o senador, mas ponderou que a dianteira está dentro da margem de erro e que a eleição será decidida no fim. Do lado governista, a leitura foi de que a estabilidade do adversário indica teto de votos, e o secretário de comunicação do PT, Éden Valadares, atribuiu a mudança de percepção ao escândalo do Banco Master. A parcela que aponta a família Bolsonaro como a mais atingida pelo caso passou de 15% para 21% em uma semana.
Veículos de direita enfatizaram que o senador aparece numericamente à frente pela segunda rodada consecutiva de um dos institutos, que o mesmo sentido se repete em outro levantamento divulgado no mesmo dia e que o avanço se concentra onde o eleitorado é mais numeroso e de renda mais alta, com ganho de sete pontos entre quem recebe acima de cinco salários mínimos e de 23 para 30 pontos entre evangélicos. A desaprovação do governo em 51% contra 45% de aprovação foi apresentada como pano de fundo da disputa.
O que ainda não se sabe é por que institutos que ouviram eleitores na mesma janela chegam a resultados de sentido oposto, e nenhuma das coberturas apresenta explicação metodológica para a divergência entre coleta presencial e recrutamento digital. Também segue em aberto se o reajuste do Bolsa Família e a crise no Supremo terão efeito duradouro ou se as oscilações registradas são ruído estatístico, e nenhum dos levantamentos mede o quanto do eleitorado ainda pode mudar de voto até o dia da votação.
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Pesquisa Atlas/Bloomberg divulgada nesta quarta-feira (23) revela que as eleições presidenciais podem ser decididas no primeiro turno, com Lula e Flávio

Pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta segunda-feira (21) mostra Flávio Bolsonaro (PL) com 42% das intenções de voto contra 41% de Luiz

Pesquisa do instituto Palver divulgada nesta segunda-feira (21) aponta empate técnico entre o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente

Pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada nesta quarta-feira (23) mostra um cenário de disputa acirrada entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva

O levantamento será divulgado em 23 de setembro, com 1.800 entrevistas, e avaliará as disputas pela Presidência, pelo governo estadual e pelo Senado

Levantamento AtlasIntel ouviu 1.799 eleitores de Minas Gerais de 15 a 20 de setembro; margem de erro é de 2 p.p.. Leia mais no Poder360.

Levantamento AtlasIntel ouviu 1.800 eleitores de São Paulo de 15 a 17 de setembro; margem de erro é de 2 p.p. Leia mais no Poder360.

Levantamento AtlasIntel ouviu 1.829 eleitores do Rio de Janeiro de 15 a 20 de setembro; margem de erro é de 2 p.p. Leia mais no Poder360.

Lula x Flávio: Quaest mostra como está a disputa em SP, RJ, MG, PE e DF UOL Notícias
Levantamento American Analytics ouviu 2.000 eleitores de 15 a 20 de setembro; margem de erro é de 2,5 p.p. Leia mais no Poder360.

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Nesta matéria: falácia identificada.