Supremo Tribunal Federal tem reprovação recorde de 47%, aponta Datafolha
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Pesquisa Datafolha divulgada em 26 de setembro mostra que 47% dos eleitores avaliam como ruim ou péssimo o trabalho dos ministros do Supremo Tribunal Federal, o maior índice da série iniciada em 2019, ante 40% em maio. A avaliação positiva ficou em 18%. Na mesma rodada, o Congresso Nacional teve 37% de avaliação negativa e 18% de positiva, números próximos aos de maio. O levantamento ouviu 2.002 eleitores e tem margem de erro de dois pontos.
Veículos de esquerda concentraram a leitura no Congresso Nacional, que chega à eleição com 37% de avaliação negativa, e trataram o resultado como pano de fundo da disputa pelas 513 cadeiras da Câmara e 54 do Senado.
Veículos de direita destacaram que o Supremo Tribunal Federal atingiu o pior patamar de reprovação já medido, com apenas 18% de avaliação positiva e 29 pontos de distância para a negativa. A leitura enfatiza a cobrança por conduta dos ministros, com ampla rejeição a práticas como julgar causas de parentes e participar de eventos pagos por empresas com ações na Corte, e liga a queda ao escândalo do Banco Master.
12 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: viés de centro.
Veículos com viés ao centro
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Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés à direita
A avaliação negativa dos ministros do Supremo Tribunal Federal chegou a 47% no Datafolha, o maior índice desde 2019. O Congresso Nacional tem 37% de reprovação. A análise compara como esquerda, centro e direita leram os números, os recortes por eleitor de Lula e de Flávio Bolsonaro e o peso do caso Banco Master.
A avaliação negativa do trabalho dos ministros do Supremo Tribunal Federal chegou a 47%, o índice mais alto da série histórica iniciada em 2019, segundo pesquisa Datafolha divulgada no sábado, 26 de setembro. Em maio, a reprovação era de 40%. A avaliação positiva ficou em 18%, mesmo patamar de dezembro de 2019, até então o pior já registrado. Outros 31% consideram o trabalho da Corte regular, e 4% não opinaram.
Na mesma rodada, o instituto mediu a avaliação do Congresso Nacional. Para 37% dos eleitores, o desempenho de deputados federais e senadores é ruim ou péssimo, e para 18% é ótimo ou bom. Outros 40% o consideram regular. Os números ficaram próximos aos de maio, quando a aprovação era de 15%.
A pesquisa ouviu 2.002 eleitores em 125 municípios, com margem de erro de dois pontos percentuais, e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral. Toda a cobertura converge nos recortes por eleitorado. Entre quem declara voto em Flávio Bolsonaro, do Partido Liberal, 69% reprovam os ministros e só 6% os aprovam. Entre eleitores do presidente Lula, do Partido dos Trabalhadores, a reprovação é de 24% e a aprovação, de 32%.
O Datafolha também testou seis condutas de ministros. A mais rejeitada, por 88%, é julgar processo em que o advogado seja parente do magistrado. Aceitar convite para evento pago por empresa com ações no tribunal é inaceitável para 85%. Uma proposta de código de ética para ministros, bandeira do presidente da Corte, Edson Fachin, tem apoio de 45% e oposição de 33%. Além disso, 68% dos eleitores acreditam que há ministros envolvidos no caso Banco Master, ante 55% no início de abril.
A cobertura de centro relatou os números com a série histórica e o contexto do caso Master, que envolve revelações sobre os ministros Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e Kassio Nunes Marques, e citou a manifestação de André Mendonça de que seu encontro com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro foi uma audiência formal. Veículos de direita enfatizaram o recorde de reprovação, a distância de 29 pontos entre avaliação negativa e positiva e a rejeição a práticas dos ministros, destacando a cobrança por conduta na Corte. Veículos de esquerda concentraram a leitura no Congresso e trataram o resultado como pano de fundo da eleição legislativa, em que candidaturas bolsonaristas buscam maioria no Senado para pautar o impeachment de ministros, enquanto campanhas de esquerda querem ampliar bancadas para apoiar um eventual novo governo Lula.
Ainda não está claro quanto da queda se deve ao caso Master e quanto à polarização eleitoral, já que a pesquisa não isola esses fatores. As versões divulgadas também divergem sobre o fim do trabalho de campo, entre 23 e 24 de setembro. E a proposta de código de ética segue sem data para votação no plenário do Supremo.
78% veem como inaceitável um ministro do STF ser sócio de empresa durante mandato

Entre eleitores de Flávio Bolsonaro, só 6% dizem considerar o trabalho dos magistrados ótimo ou bom. Leia no Poder360.

A reprovação dos ministros do STF chegou a 47% no Datafolha, que também aponta apoio majoritário à criação de um código de ética para a Corte.

Foram ouvidas 2.002 pessoas entre os dias 22 e 24 de setembro; margem de erro é 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%

Datafolha aponta que 37% consideram o Congresso ruim ou péssimo, ante 18% de avaliação positiva, a uma semana das eleições.


A nova pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (26), às vésperas do primeiro turno das eleições, mostra que 37% dos eleitores avaliam o Congresso Nacional

A avaliação positiva do desempenho da corte é de 18%, índice mais baixo registrado

Entre eleitores de Lula, 32% consideram o trabalho dos ministros ótimo ou bom, ante 6% dos eleitores de Flávio Bolsonaro

A avaliação negativa do Supremo Tribunal Federal (STF) atingiu o maior patamar já registrado pelo Datafolha.

Datafolha: avaliação negativa do STF vai a 47% e é a pior da série iniciada em 2019 UOL Notícias
Avaliação negativa é maior entre eleitores de Flávio Bolsonaro (PL) em comparação aos de Lula (PT)

Nesta matéria: perspectiva omitida.