Pesquisas da semana colocam Lula e Flávio em empate técnico
2 veículos de esquerda · 14 veículos de centro · 10 veículos de direita

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Entre 9 e 11 de agosto de 2026, uma sequência de pesquisas de intenção de voto para a Presidência foi divulgada, com resultados que variam conforme o instituto e o método de coleta. Na nona rodada do levantamento BTG/Nexus, feito por telefone com 2.001 eleitores entre 7 e 9 de agosto, Lula (PT) tem 40% no primeiro turno e Flávio Bolsonaro (PL) 35%; no segundo turno, são 47% a 44%, diferença de três pontos com margem de erro de dois pontos percentuais. Outros levantamentos apontam quadros distintos: a CNT/MDA dá 42,4% a 28,7% para o presidente no primeiro turno, enquanto Gerp e Palver mostram o senador empatado ou numericamente à frente. Todos registram rejeição alta para os dois nomes e avaliação de governo com desaprovação superior à aprovação.
Os levantamentos com entrevista presencial e por telefone, os métodos mais consolidados no país, mostram o presidente Lula na liderança de todos os cenários testados, e em alguns com folga. A CNT/MDA aponta 42,4% contra 28,7% no primeiro turno e 48% a 39,1% no segundo, além de potencial de voto maior e rejeição menor para o presidente.
O conjunto de pesquisas mostra um governo em desgaste e uma oposição competitiva. Na rodada BTG/Nexus, a desaprovação do governo chega a 49% contra 46% de aprovação, a avaliação ótima ou boa caiu de 37% para 34% e a parcela que considera a economia ruim ou péssima subiu de 47% para 52% em uma semana.
26 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés à direita
Nesta matéria: viés de centro.
Nesta matéria: viés de centro.
Todos os lados reconhecem que Lula e Flávio Bolsonaro concentram a disputa, com os demais pré-candidatos abaixo de 6% no primeiro turno, e que a diferença entre os dois no segundo turno fica no limite da margem de erro na maioria dos levantamentos. Também há convergência sobre a rejeição alta dos dois nomes e sobre a desaprovação do governo federal superior à aprovação.
Uma sequência de pesquisas presidenciais divulgadas entre 9 e 11 de agosto de 2026 traz retratos diferentes da mesma disputa. Nos levantamentos por telefone e presenciais, Lula aparece à frente; em pesquisa feita pela internet e em outro instituto, Flávio Bolsonaro empata ou lidera. Reunimos os números, as metodologias e o que cada lado da cobertura escolheu destacar.
A semana de 9 a 11 de agosto de 2026 concentrou uma sequência intensa de pesquisas de intenção de voto para a eleição presidencial, e o retrato que emerge é o de uma disputa apertada entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL). Na nona rodada do levantamento BTG/Nexus, divulgada em 10 de agosto, o presidente aparece com 40% das intenções no primeiro turno, contra 35% do senador. Em simulação de segundo turno, são 47% para o petista e 44% para o parlamentar, diferença de três pontos com margem de erro de dois pontos percentuais. Foram ouvidos 2.001 eleitores por telefone entre 7 e 9 de agosto, com registro no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-08428/2026.
A cobertura de centro relatou os números com ênfase na metodologia e na comparação com a rodada anterior, de 3 de agosto, quando o presidente tinha 46% e o senador, 45%. Esses veículos destacaram que o quadro segue estável, que os dois se mantêm em empate técnico no confronto direto e que o presidente lidera os demais cenários testados: 46% a 42% contra Ronaldo Caiado (PSD), 47% a 40% contra Romeu Zema (Novo) e 46% a 37% contra Renan Santos (Missão). A mesma cobertura registrou que a rejeição é alta dos dois lados, com 50% dizendo que não votariam no senador de jeito nenhum e 48% dizendo o mesmo sobre o presidente, e que o governo é aprovado por 46% e desaprovado por 49%.
Veículos de esquerda destacaram os indicadores em que o presidente aparece mais forte. Deram relevo ao levantamento CNT/MDA divulgado em 11 de agosto, que mostra 42,4% contra 28,7% no primeiro turno e 48% a 39,1% no segundo, além de potencial de voto de 52,6% para o presidente contra 42,1% do senador e rejeição menor para o petista, 46,2% contra 54,5%. Nessa leitura, a vantagem se sustenta no Nordeste, entre mulheres e entre eleitores de menor renda e escolaridade, e a proximidade registrada por outros institutos seria um recorte pontual, não uma tendência.
Veículos de direita enfatizaram o outro conjunto de dados. Deram destaque à pesquisa Palver, feita pela internet com 5 mil eleitores entre 3 e 7 de agosto, que aponta empate em 46% no segundo turno e reprovação de 55% ao governo, e ao levantamento Gerp, divulgado em 11 de agosto, em que o senador tem 45% contra 43% do presidente e a desaprovação chega a 53%. Também ganharam relevo a pesquisa Ideia/ACSP no Estado de São Paulo, com o senador à frente por 44% a 39% no segundo turno, o desempenho dele entre homens, evangélicos e eleitores do Sul, e o fato de que retém 73% de quem votou em Jair Bolsonaro em 2022 e recebe a maioria dos votos de eleitores de Caiado, Zema e Renan Santos em um eventual segundo turno.
Há pontos em que todos os lados convergem. O primeiro é que a diferença entre os dois principais nomes está no limite estatístico na maior parte dos levantamentos, com rejeição elevada para ambos. O segundo é o peso da avaliação econômica sobre o governo: na rodada BTG/Nexus, a parcela que considera a situação econômica ruim ou péssima subiu de 47% para 52% em uma semana, enquanto a avaliação positiva caiu de 21% para 17%. Parte da cobertura lembrou ainda que a rodada foi a campo depois da revelação de que um ex-chefe de gabinete do presidente recebeu R$ 249 mil de uma empresária investigada pela Polícia Federal, e logo após o anúncio do deputado Alfredo Gaspar como candidato a vice na chapa do senador, escolha que veio acompanhada de um pedido de investigação contra o parlamentar, que nega as acusações.
O que ainda não se sabe é o que explica a divergência entre os institutos. Os levantamentos usaram métodos distintos, telefone, entrevista presencial e internet, com amostras de 2.000 a 5.000 eleitores, mas nenhuma das coberturas apresentou uma comparação metodológica capaz de indicar qual retrato é mais preciso. Também não há medição isolada do efeito da investigação envolvendo o entorno do presidente nem da escolha do vice do senador sobre a intenção de voto, e os cruzamentos por segmento de eleitorado, muito usados nesta rodada, trabalham com subamostras cuja margem de erro é maior do que a informada para o total.
Presidente tem 42,4% contra 28,7% do senador e também vence no 2º turno; pesquisa aponta maior potencial de voto e menor rejeição a Lula.

Diferença entre Lula e Flávio é de 4,7 pontos percentuais. O petista lidera todos os cenários de primeiro turno

Segundo o levantamento, o senador está numericamente à frente do presidente: tem 45% contra 43% do petista. Leia no Poder360.
Cenário presidencial indica empate técnico nos dois turnos simulados, com governo desaprovado pela maioria de votos da centro-direita herdados por Flávio Bolsonaro

Levantamento mostra petista numericamente à frente de senador do PL e ex-governador de Goiás, mas vantagem fica dentro da margem de erro

No segundo turno, presidente aparece com 47% contra 44% do senador; diferença entre os dois aumentou de um para três pontos em relação à rodada passada, divulgada em 3 de agosto.

Cenários estimulados de segundo turno mostram vitória do petista contra Romeu Zema (Novo) e Renan Santos (MDB)


Desaprovação da gestão petista atinge 55% do eleitorado em levantamento digital

A pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira (10) mostra Luiz Inácio Lula da Silva (PT) numericamente à frente de Flávio Bolsonaro

A pesquisa Nexus/BTG divulgada nesta segunda-feira (10) mostra Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança da disputa presidencial de

9ª rodada da pesquisa BTG/Nexus mostra Lula com 40% no 1º turno e cenário de empate técnico com Flávio Bolsonaro no 2º

Levantamento mostra que, no primeiro turno, senador somaria 37% dos votos, contra 31,9% do presidente

Presidente passa de 46% para 47%, enquanto senador recua de 45% para 44% em uma semana; diferença numérica sobe de um para três pontos

Petista mantém liderança sobre opositores no primeiro turno

Pesquisa também mostra que o petista fica à frente do candidato do PL em cenário de 1º turno. Leia no Poder360.
Pesquisa mostra polarização no 2º turno, com petista à frente no Nordeste e senador liderando no Sul

Pesquisa BTG/Nexus revela liderança de Lula no primeiro turno e empate no segundo com Flávio Bolsonaro e Caiado. Leia mais e confira os cenários eleitorais.

Foram ouvidas 2.001 pessoas entre os dias 07 e 09 de agosto; margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos

O levantamento mostra estabilidade, dentro da margem de erro, entre os principais candidatos na comparação com a pesquisa anterior

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera o primeiro turno da disputa presidencial com 40% das intenções de voto contra 35% do senador Flávio Bolsonaro (PL), segundo pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira, 10. A intenção de voto no pe

Levantamento BTG/Nexus revela qual dos dois os eleitores de Caiado, Renan, Zema e Samara preferem

Presidente também aparece à frente dos demais candidatos ao Palácio do Planalto

Pesquisa mostra que o candidato do PL e o petista têm as maiores taxas de rejeição entre os entrevistados. Leia no Poder360.

Pesquisa entrevistou 2.001 pessoas, entre os dias 07 e 09 de agosto; margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o índice de confiança é de 95%

No voto espontâneo, Flávio chegou a 29%, o maior porcentual registrado por ele nas nove rodadas da pesquisa

Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.