Cochilo de Gilberto Kassab marca primeiro debate presidencial esvaziado de 2026
4 veículos de centro · 3 veículos de direita

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O primeiro debate entre presidenciáveis das eleições de 2026, realizado em São Paulo na noite de 23 de agosto, reuniu apenas três dos seis candidatos convidados: Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) e Augusto Cury (Avante). O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o ex-governador Romeu Zema (Novo) não compareceram, e seus púlpitos ficaram vazios no palco. O episódio mais repercutido não veio do confronto de propostas, mas da plateia: Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD e candidato a vice na chapa de Caiado, foi flagrado cochilando várias vezes, inclusive durante a fala do próprio companheiro de chapa. No dia seguinte, Caiado ironizou o episódio nas redes sociais e Kassab atribuiu a soneca ao cansaço da campanha.
A ausência simultânea de Luiz Inácio Lula da Silva e de Flávio Bolsonaro no primeiro debate presidencial de 2026 é enquadrada como fuga do confronto por parte dos dois candidatos mais bem posicionados, que preferiram o ambiente controlado das redes e de entrevistas exclusivas ao escrutínio ao vivo.
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7 fontes políticas
Ponto cego: esse lado ficou de fora.
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Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés à direita
Nesta matéria: falácia identificada.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Toda a cobertura registra os mesmos fatos: o debate reuniu apenas Ronaldo Caiado, Renan Santos e Augusto Cury; Lula, Flávio Bolsonaro e Romeu Zema faltaram e seus púlpitos ficaram vazios; Gilberto Kassab foi filmado cochilando na plateia e Caiado ironizou o episódio nas redes sociais no dia seguinte.
O primeiro debate presidencial de 2026 reuniu apenas três dos seis candidatos convidados em São Paulo. A imagem mais compartilhada no dia seguinte não foi de nenhum deles, e sim a de Gilberto Kassab, candidato a vice na chapa de Ronaldo Caiado, cochilando na plateia. Esta análise reúne o que cada lado do noticiário destacou sobre o debate esvaziado e sobre as ausências de Lula, Flávio Bolsonaro e Romeu Zema.
O primeiro debate entre os candidatos à Presidência da República nas eleições de 2026, realizado em São Paulo na noite de domingo, 23 de agosto, terminou marcado menos pelo que foi dito e mais por quem não estava lá. Dos seis presidenciáveis convidados, apenas três ocuparam os púlpitos: Ronaldo Caiado (PSD), Renan Santos (Missão) e Augusto Cury (Avante). O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que tenta a reeleição, e o senador Flávio Bolsonaro (PL) já haviam avisado durante a semana que não participariam. O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo) desistiu na manhã do próprio domingo. Os três púlpitos vazios permaneceram no palco durante toda a transmissão, que começou às 20h e terminou às 21h30.
A cena que dominou o dia seguinte, no entanto, veio da plateia. Gilberto Kassab, presidente nacional do PSD e candidato a vice na chapa de Caiado, foi flagrado cochilando mais de uma vez, inclusive durante a fala de Renan Santos e durante o discurso do próprio companheiro de chapa. O vídeo passou de um milhão de visualizações na rede social X e virou o assunto mais comentado da manhã de segunda-feira. Caiado transformou o episódio em piada de campanha e escreveu que, com ele na Presidência, o eleitor vai dormir tranquilo igual a Kassab no debate. O vice respondeu atribuindo a soneca ao cansaço da campanha e, em entrevista, negou ter dormido, dizendo que estava atento e que, se aconteceu, foi porque anda trabalhando muito pela candidatura.
Nos pontos factuais a cobertura converge. Todos os relatos descrevem o mesmo debate esvaziado, a mesma sequência de críticas às ausências e os mesmos temas: segurança pública, situação fiscal, educação, violência contra a mulher, programas sociais, a relação do Brasil com os Estados Unidos e o fim da escala 6x1. Renan Santos defendeu decretar estado de defesa, usar operações de Garantia da Lei e da Ordem em áreas dominadas pelo crime organizado, construir presídios de grande porte com 300 mil a 500 mil vagas e admitir intervenção federal em estados que não enfrentassem as facções. Caiado propôs um choque de credibilidade, contenção de despesas e a meta de levar a inflação para a faixa de 3% a 4%, apresentando o equilíbrio fiscal como condição para investir em educação e segurança. Augusto Cury afirmou que a educação brasileira enfrenta um caos e defendeu mudanças no ambiente escolar, com mais espaço para alunos neurodivergentes.
As diferenças aparecem no enquadramento. A cobertura de centro tratou o cochilo como anedota e dedicou espaço às regras do confronto, às propostas apresentadas em cada bloco e à justificativa dada por Flávio Bolsonaro, que disse em vídeo que só o confronto com Lula lhe interessava e que, sem o petista, não havia motivo para comparecer. Veículos de direita usaram o episódio para cobrar as ausências, deram destaque à acusação de covardia dirigida a Lula e a Flávio pelos candidatos presentes e conectaram o debate à agenda que Caiado tem defendido em campanha, do ajuste fiscal à anistia, além de explorar cenários de uma eventual vitória do senador do PL. Veículos de esquerda não cobriram o episódio no conjunto de reportagens reunido aqui, e nenhum texto disponível avaliou o debate pelo ângulo dos direitos sociais ou apresentou crítica às propostas de encarceramento em larga escala e de uso das Forças Armadas na segurança pública.
Continua sem resposta se Lula e Flávio Bolsonaro participarão dos próximos debates, e não há data confirmada para o encontro seguinte. Também não se sabe qual será o efeito do episódio nas intenções de voto, nem se o desgaste de imagem do candidato a vice terá peso na campanha do PSD.
Flávio Bolsonaro, se eleito, que receber a faixa presidencial do pai, hoje preso. Mas será que isso é possível? Lula aceitaria esse papel?

A temporada de debates para as Eleições 2026 começou na Band, mas o destaque da noite foi o desfalque dos líderes nas pesquisas: Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) não compareceram. E aí foi um efeito dominó: Zema (Novo) cancelou sua ida, Augusto Cury (Avante) titubeou na entrada, depois desistiu da desistência e ficou para debater com Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD). Pedro Doria, Ricardo Rangel e Jairo Nicolau analisam os desdobramentos do debate, a estratégia dos candidatos e o imp
Gilberto Kassab, vice na chapa de Ronaldo Caiado (PSD), foi flagrado cochilando durante debate da Band, na noite desse domingo (23/8), em SP

Candidato a vice na chapa de Caiado, ele ainda atribuiu tom do candidato aos temas abordados durante o debate presidencial

O candidato do PSD à Presidência da República, Ronaldo Caiado, ironizou nesta segunda-feira (24) o fato de o seu candidato a vice, Gilberto Kassab, ter cochilado durante o primeiro debate entre presidenciáveis, na noite de domingo, promovido pela Band. "Comigo na presidência, você vai dormir tranquilo igual ao Kassab no debate!", escreveu na rede social X. Kassab, que também é presidente nacional do PSD, foi flagrado diversas vezes cochilando na plateia, durante o debate, e a cena viralizou nas

Publicação do goiano nas redes sociais se soma a memes que vêm sendo feitos com imagens do cochilo do seu colega de partido

1° encontro entre os presidenciáveis aconteceu apenas com a participação de três dos seis presidenciáveis: Renan Santos (Missão), Ronaldo Caiado (PSD) e Augusto Cury (Avante)

Nesta matéria: viés de centro.