Câmara de São Paulo arquiva impeachment de Ricardo Nunes por ônibus na eleição
3 veículos de esquerda · 1 veículo de centro · 1 veículo de direita
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Veículos de esquerda relataram o arquivamento por 5 a 2 e registraram a negativa da prefeitura. Um texto destacou que os cinco votos vieram de partidos do campo governista municipal; outros dois registraram a acusação de assédio eleitoral contra servidores. Um terceiro deu voz à vereadora Luana Alves, que falou em manipulação eleitoral e prometeu acionar a Justiça.
Com base em Agência Brasil, CartaCapital e Revista Fórum
Nenhum veículo de centro cobriu esta história no conjunto analisado. Os fatos registrados pelas matérias: a Comissão Especial da Câmara Municipal de São Paulo arquivou, por 5 a 2, o pedido de impeachment do prefeito Ricardo Nunes, do MDB, ligado à oferta de ônibus no segundo turno de 25 de outubro. Segundo o prefeito, 8.814 ônibus circularam, cerca de 71% da frota.
Veículos deste lado: UOL
O único veículo de direita do conjunto relatou o arquivamento por 5 a 2 dando espaço ao parecer do relator Major Palumbo, que citou a queda da abstenção no segundo turno como sinal de que não houve problema de transporte, e à fala de Ricardo Nunes negando falta de ônibus.
Com base em O Estado de S.Paulo
5 veículos
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
Nesta matéria: viés de centro.
Nesta matéria: viés de centro.
Nesta matéria: falácia identificada.
Veículos com viés ao centro
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Veículos com viés à direita
A Comissão Especial da Câmara Municipal de São Paulo arquivou por 5 a 2 o pedido de impeachment do prefeito Ricardo Nunes, do MDB. A denúncia apontava oferta reduzida de ônibus em 25 de outubro, dia do segundo turno, e a prefeitura negou falhas. Fontes divergem sobre a proporção da frota em circulação.
A Comissão Especial da Câmara Municipal de São Paulo arquivou, na terça-feira, 3 de novembro, o pedido de impeachment contra o prefeito Ricardo Nunes, do MDB. O placar foi de 5 a 2. A denúncia acusava o prefeito por falhas na oferta de ônibus na capital em 25 de outubro, dia do segundo turno da eleição presidencial.
Votaram pelo arquivamento o relator, Major Palumbo, do PP, o presidente do colegiado, Rubinho Nunes, do União Brasil, e os vereadores Kenji Ito, do Podemos, Sandra Tadeu, do PL, e Sandra Santana, do MDB. Votaram contra Luana Alves, do PSOL, e Hélio Rodrigues, do PT. Com o parecer aprovado na comissão, a denúncia não segue ao plenário.
Nenhum veículo de centro cobriu o caso no conjunto analisado. A cobertura veio de três veículos de esquerda e de um veículo de direita. Os textos convergem no placar, nos nomes dos votantes e na defesa da prefeitura, que negou falhas e afirmou que a oferta de ônibus superou a demanda. Também registram o relator Major Palumbo afirmando que não havia elementos contra o prefeito, e parte deles relata seu argumento de que a apuração caberia à Justiça Eleitoral.
Os números sobre a frota diferem conforme quem fala. Segundo dois textos de esquerda, Nunes afirmou que 8.814 ônibus circularam, de cerca de 12 mil, o equivalente a 71% da frota. Um desses textos relata que a coligação do presidente Lula acusou a prefeitura de operar com cerca de 60% dos ônibus. Outro texto de esquerda traz a vereadora Luana Alves dizendo que apenas 70% da frota estava nas ruas, embora a Justiça Eleitoral tivesse determinado 100%. Os textos não trazem um dado oficial independente que resolva a diferença.
Há divergência também sobre a autoria do pedido. Três textos atribuem o protocolo aos vereadores do PSOL Amanda Paschoal, Celso Giannazi e Silvia da Bancada Feminista. Um texto de esquerda apresenta Luana Alves e Hélio Rodrigues como autores.
Veículos de esquerda destacaram aspectos ausentes do texto de direita. Um deles afirmou que a composição da comissão refletiu a base de apoio do prefeito, com os cinco votos vindos do campo governista municipal. Dois registraram a acusação de assédio eleitoral contra servidores municipais. Um texto deu voz a Luana Alves, que chamou o episódio de tentativa de manipulação eleitoral, e outro registrou a promessa da vereadora de acionar a Justiça.
O veículo de direita enfatizou o parecer do relator, que citou a queda da abstenção do primeiro para o segundo turno como sinal de que não houve problema de transporte. Relatou ainda que a prefeitura atribuiu as dificuldades à logística, diante da ordem judicial do sábado, 24, e que Nunes chamou os petistas de irresponsáveis.
Até a noite de 3 de novembro, quando saíram as matérias analisadas, nenhum dos textos detalhava o andamento de apurações sobre o caso na Justiça Eleitoral. Também não havia registro de que a ação anunciada pela vereadora Luana Alves já tivesse sido protocolada.
Prefeito era acusado de crime eleitoral por frota reduzida de transporte público na cidade no dia do 2º turno das eleições
O pedido protocolado acusava o prefeito de suposta falta de ônibus no dia segundo turno das eleições

O relatório de Major Palumbo (PP), contrário à abertura do processo, recebeu cinco votos favoráveis e dois contrários em comissão

Câmara de São Paulo rejeita pedido de impeachment contra Ricardo Nunes UOL Notícias
A Câmara Municipal de São Paulo arquivou nesta terça-feira (3) o pedido de impeachment contra o prefeito Ricardo Nunes (MDB). A decisão foi tomada por uma

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