PL, com 121 deputados, avalia apoiar Hugo Motta para manter comissões na Câmara
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A cobertura de centro relatou que o Partido Liberal reuniria seus congressistas na terça-feira, 3 de novembro, às 18h, para decidir se apoia a reeleição de Hugo Motta (Republicanos-PB) à presidência da Câmara dos Deputados. O texto explica que, fora do bloco de Motta, o PL cairia para a 14ª escolha de comissões, registra a divisão interna do partido e a sinalização do PT de deixar o bloco se o PL entrar, e descreve a disputa no Senado.
Com base em CNN Brasil
Veículos de direita trataram a disputa como um esforço de Hugo Motta para consolidar 15 legendas diante do crescimento do PL. O texto atribui o desgaste com a ala bolsonarista à anistia restrita do PL da Dosimetria e à proximidade de Motta com Lula, afirma que o apoio do PT veio com a intenção de isolar o PL e o Novo, e registra que o partido prioriza o Senado com Rogério Marinho.
Com base em Gazeta do Povo
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O Partido Liberal, que terá 121 deputados a partir de 2027, convocou a bancada para decidir se apoia a reeleição de Hugo Motta à presidência da Câmara. Motta já tem 15 partidos, incluindo o PT, e o PL calcula que, fora do bloco, perderia prioridade na escolha das comissões.
O Partido Liberal, que terá a maior bancada da Câmara dos Deputados a partir de 2027, com 121 deputados, marcou para a terça-feira, 3 de novembro, às 18h, uma reunião de congressistas para decidir se apoia a reeleição de Hugo Motta (Republicanos-PB) à presidência da Casa. A eleição da Mesa Diretora está prevista para fevereiro de 2027.
Motta já reuniu o apoio de 15 partidos, entre eles o Partido dos Trabalhadores, o PT, que terá a segunda maior bancada. A cobertura de centro relatou que, com esse bloco, o presidente da Câmara tem maioria confortável para se reeleger.
Os dois lados que cobriram o caso convergem no essencial. Veículos de direita e a cobertura de centro registram os 121 deputados do PL, o bloco de 15 legendas em torno de Motta e o plano do partido de disputar o comando do Senado com o senador Rogério Marinho (PL-RN). Os dois textos também apontam que o tamanho dos blocos define a divisão das comissões permanentes, onde os projetos são analisados antes de chegar ao plenário.
A cobertura de centro detalhou o cálculo regimental. Segundo o texto, a ordem de escolha das comissões segue a proporcionalidade dos blocos formados no dia da posse. Fora do bloco de Motta, o PL cairia da primeira e da segunda escolha para a 14ª e ainda poderia presidir sete colegiados, mas os menos estratégicos. Em risco estaria a Comissão de Constituição e Justiça, que o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) almeja comandar. O mesmo texto descreveu a divisão interna: a ala ligada ao presidente do partido, Valdemar Costa Neto, defende um acordo, enquanto outra ala resiste por causa da proximidade de Motta com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O deputado Zé Trovão (PL-SC) disse na segunda-feira, 2 de novembro, que apresentaria candidatura avulsa se o partido não lançasse nome próprio, posição que, segundo a reportagem, é individual. A cobertura de centro também registrou que o PT sinalizou que pode deixar o bloco se o PL for incluído, e que Motta tem dito que ouvirá a oposição, mas que os petistas teriam prioridade.
Veículos de direita enfatizaram o histórico de atrito. O texto de direita atribui o desgaste à condução de pautas conservadoras, sobretudo ao projeto de anistia para os presos do 8 de janeiro: a oposição esperava anistia ampla, e Motta avançou com uma versão restrita, o chamado PL da Dosimetria, focada na redução de penas. O mesmo texto afirma, sem citar fonte, que o apoio do PT veio com a intenção de isolar o PL e o partido Novo das negociações de cargos. Essa matéria não registrou a sinalização do PT de deixar o bloco nem a candidatura avulsa de Zé Trovão.
No Senado, a cobertura de centro relatou que o atual presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), busca a reeleição e afirma ter ao menos 48 votos, quando são necessários 41. A oposição contesta o cálculo.
Nenhum veículo de esquerda cobriu o caso no conjunto analisado.
Até a madrugada de 3 de novembro, quando saiu a matéria mais recente analisada, o resultado da reunião do PL ainda não era conhecido. Também não estava claro quais cargos na Mesa Diretora e quais comissões entrariam numa eventual negociação, nem se o PT manteria o apoio a Motta caso o PL fosse incluído no bloco.
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