Davi Alcolumbre pauta PEC da Segurança Pública no Senado para 3 de novembro
6 veículos de centro · 4 veículos de direita

Resumo da cobertura
Como cada lado cobriu
10 fontes políticas
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6 veículos de centro · 4 veículos de direita

10 fontes políticas
Como decidimos →A cobertura de centro relatou que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, pautou a PEC da Segurança Pública para 3 de novembro e concentrou-se na negociação sobre a maioridade penal. Os textos registraram que o governo tenta deixar o tema para uma proposta separada, para evitar a volta do texto à Câmara, ouviram a líder do governo, Teresa Leitão, e citaram a hipótese de fatiamento e a pesquisa Datafolha sobre o tema.
Veículos de direita relataram a pauta de 3 de novembro de forma factual, com detalhamento do conteúdo da PEC, e deram peso à aritmética do novo Congresso e às divisões dentro do PT sobre a maioridade penal. Um dos textos concluiu que o governo precisará compor uma maioria mais ampla; outro registrou que a votação será acompanhada de perto pelo governo, que precisa construir acordo.
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
Ponto cego: esse lado ficou de fora.
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Veículos com viés ao centro
Apelo emocional nesta matéria: 5/100.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Apelo emocional nesta matéria: 10/100.
Veículos com viés à direita
Nesta matéria: viés de centro.
Nesta matéria: viés de centro.
Centro e direita concordam que a votação foi marcada para 3 de novembro, que a PEC precisa de 49 votos em dois turnos e que o impasse sobre a maioridade penal motivou a retirada da pauta em 15 de outubro.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, marcou para 3 de novembro a votação da PEC da Segurança Pública, retirada da pauta em 15 de outubro. O governo quer aprovar o texto sem a redução da maioridade penal, enquanto a oposição tenta incluí-la. Lula condiciona o Ministério da Segurança Pública à aprovação.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), incluiu na pauta do plenário da próxima terça-feira, 3 de novembro, a votação da proposta de emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública. A análise havia sido retirada da pauta em 15 de outubro, antes do segundo turno das eleições, diante do impasse sobre emendas que reduzem a maioridade penal. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), reeleito, condiciona a criação de um Ministério da Segurança Pública à aprovação da proposta.
Para passar no Senado, a PEC precisa de três quintos dos votos em dois turnos, ou seja, ao menos 49 dos 81 senadores. Se o texto que veio da Câmara dos Deputados for alterado, ele volta para nova análise dos deputados. A Comissão de Constituição e Justiça do Senado concluiu a análise da proposta em meados de outubro, com a votação dos destaques.
A cobertura de centro e os veículos de direita convergem na descrição do conteúdo. A PEC leva para a Constituição o Sistema Único de Segurança Pública, o Susp, hoje previsto em lei, amplia as atribuições da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal, permite a criação de polícias municipais e cria regras mais duras para integrantes de facções e milícias, com restrição à progressão de regime e confisco de bens. O texto destina 10% do superávit financeiro anual do Fundo Social aos fundos de segurança pública e penitenciário.
O ponto em disputa é a maioridade penal. A oposição apresentou emenda para responsabilizar adolescentes a partir dos 16 anos como regra e dos 14 anos em crimes graves. O líder do PT no Senado, Camilo Santana (CE), propôs reduzir para 16 anos apenas nos crimes hediondos. Lula disse ser favorável à redução para crimes hediondos, mas defende discutir o tema fora da PEC. A líder do governo no Senado, Teresa Leitão (PT-PE), afirmou que a posição do governo continua sendo não votar a maioridade junto com a PEC e chamou o tema de "jabuti".
A cobertura de centro trouxe mais bastidores. Relatou que aliados de Alcolumbre atribuíram o adiamento à falta de votos tanto do governo quanto da oposição, que governistas falam em fatiar a PEC caso algum trecho sobre maioridade seja aprovado e que o relator, Rogério Carvalho (PT-SE), retirou a destinação de parte da arrecadação das apostas esportivas aos fundos. Um desses textos registrou pesquisa Datafolha de junho de 2026 em que 79% dos brasileiros se dizem favoráveis à redução da maioridade. Outro atribuiu a emenda da oposição a Flávio Bolsonaro e chamou Camilo Santana de líder do governo, versão que diverge das demais matérias.
Veículos de direita deram peso à aritmética do Congresso e às divisões internas do PT. Um deles lembrou que, na Câmara eleita em 2026, o PL terá 121 das 513 cadeiras e, no Senado, 28 dos 81, e concluiu que o governo precisará compor uma maioria mais ampla para aprovar uma PEC. Outro destacou a resistência dentro do PT, citando o líder do partido na Câmara, Pedro Uczai (SC), para quem o assunto deve ser debatido separadamente, e registrou que a oposição quer a redução dentro da proposta. Nenhum veículo de esquerda cobriu o caso no conjunto analisado.
Até a noite de 30 de outubro, quando saíram as matérias analisadas, não havia acordo fechado sobre a maioridade penal nem definição sobre se as emendas iriam a voto no plenário. Também não estava claro se o governo reuniria os 49 votos necessários, nem quando o Ministério da Segurança Pública seria efetivamente criado.
Proposta foi incluída na pauta do plenário pelo presidente da Casa e do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (União-AP), e está entre as prioridades do governo Lula

Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já informou que condiciona a criação do Ministério da Segurança Pública à aprovação da PEC no Congresso

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), incluiu a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública na

A proposta está entre as prioridades do Palácio do Planalto para a agenda legislativa até o fim do ano

Proposta foi retirada da pauta do Senado em meados de outubro após impasse sobre maioridade penal

Falta de acordo sobre a redução da maioridade penal fez com que proposta não fosse votada antes do segundo turno das eleições. Posição do governo continua sendo não votar a maioridade penal junto com a PEC.

Proposta teve a análise adiada antes do segundo turno das eleições presidenciais após discordância na base governista sobre a redução da maioridade penal

Alcolumbre pauta PEC da Segurança para terça após feriado de Finados UOL Notícias
Presidente do Senado, Davi Alcolumbre havia adiado votação para depois do segundo turno das eleições

Proposta foi retirada de pauta na véspera da eleição após discordâncias sobre o tema

Nesta matéria: viés de centro.