Lincoln Gakiya diz que aceitaria comandar Ministério da Segurança Pública de Lula
1 veículo de centro · 1 veículo de direita
%2Fhttps%3A%2F%2Fi.s3.glbimg.com%2Fv1%2FAUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8%2Finternal_photos%2Fbs%2F2026%2FM%2FL%2FD2tP5ZQSmLsFyc27bdQw%2F114736676-29-04-2026-jornal-o-globo-caderno-especial-fotos-do-promotor-de-justica-do-ministeri.jpg&w=1920&q=72&output=webp)
Usamos identificadores pseudônimos para operar e melhorar o serviço. Aceitar habilita medições opcionais.Medimos audiência e uso com identificadores pseudônimos, em infraestrutura própria, para operar e melhorar o serviço (legítimo interesse). Aceitar habilita também analytics opcionais de terceiros, mapa de calor e medição de anúncios. Consulte nossa Política de Cookies.
1 veículo de centro · 1 veículo de direita
%2Fhttps%3A%2F%2Fi.s3.glbimg.com%2Fv1%2FAUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8%2Finternal_photos%2Fbs%2F2026%2FM%2FL%2FD2tP5ZQSmLsFyc27bdQw%2F114736676-29-04-2026-jornal-o-globo-caderno-especial-fotos-do-promotor-de-justica-do-ministeri.jpg&w=1920&q=72&output=webp)
O promotor Lincoln Gakiya, do Ministério Público de São Paulo e referência no combate ao Primeiro Comando da Capital, disse que aceitaria comandar o Ministério da Segurança Pública prometido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, caso receba convite formal. Ele afirma não ter sido sondado. A criação da pasta depende da aprovação da PEC da Segurança no Senado e pode ficar para 2027.
O promotor Lincoln Gakiya, do Ministério Público de São Paulo, disse que aceitaria chefiar o Ministério da Segurança Pública no governo Lula, embora não tenha recebido proposta. A cobertura de direita destaca que ele já vinha sendo ouvido por integrantes do PT e por pessoas próximas a Fernando Haddad, e que a nova pasta pode só funcionar em 2027, depois de a segurança ter desafiado Lula na campanha.
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
2 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
Veículos com viés ao centro
Veículos com viés à direita
Centro e direita relatam que Lincoln Gakiya, promotor do Ministério Público de São Paulo e referência contra o Primeiro Comando da Capital, aceitaria a pasta se convidado, mas ainda não recebeu proposta formal.
O promotor Lincoln Gakiya, do Ministério Público de São Paulo e referência no combate ao Primeiro Comando da Capital, disse que aceitaria comandar o Ministério da Segurança Pública prometido por Lula. Ele afirma não ter recebido convite formal, e a criação da pasta depende da PEC da Segurança no Senado.
O promotor de Justiça Lincoln Gakiya, do Ministério Público de São Paulo, afirmou que aceitaria comandar o Ministério da Segurança Pública que o presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva pretende criar. Ele disse que seria uma honra assumir a pasta, mas ressaltou que ainda não recebeu proposta formal. Segundo o próprio promotor, ele não foi sondado diretamente e soube pela imprensa que seu nome estava entre os cogitados.
Gakiya integra o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado, o Gaeco, e é conhecido pela atuação de mais de duas décadas contra o Primeiro Comando da Capital, o PCC. A facção o jurou de morte, e ele vive sob escolta permanente. Em 2025, participou da elaboração do texto que deu origem à Lei Antifacção, sancionada em março deste ano. O promotor defende maior integração entre as forças de segurança estaduais e federais e se opõe a classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas. Para ele, as facções funcionam como máfias.
A criação do ministério é uma promessa antiga de Lula. A cobertura de centro relatou que a viabilização da pasta depende da aprovação da Proposta de Emenda à Constituição da Segurança no Senado, prioridade do governo para o fim do ano. Com isso, a segurança pública seria desmembrada do Ministério da Justiça. A cobertura também registrou que outros nomes são considerados entre aliados do presidente, como os ex-governadores Rui Costa, da Bahia, e Camilo Santana, do Ceará, por terem discurso mais duro contra a criminalidade dentro do PT. O texto lembrou ainda que, durante a campanha, Gakiya recusou um convite de Ronaldo Caiado, então candidato do PSD à Presidência, para não perder a aposentadoria.
Veículos de direita enfatizaram a proximidade do promotor com o partido do presidente. Essa cobertura relatou que integrantes do PT e pessoas próximas ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad, já ouviam Gakiya em discussões sobre segurança, e citou uma fonte que o descreveu como uma espécie de conselheiro oculto dos petistas. Também destacou que a segurança foi uma das áreas que desafiaram Lula na campanha e que o funcionamento efetivo do ministério pode ficar para 2027. Até o momento, não houve cobertura de veículos de esquerda sobre o assunto.
Ainda não se sabe se o governo fará o convite formal, quem será de fato escolhido entre os nomes ventilados, quando a PEC da Segurança será votada no Senado e qual orçamento a nova pasta terá.
Promotor que atua contra o PCC ainda não recebeu proposta formal e já participou de discussões sobre segurança pública com integrantes do PT

Um dos principais nomes do combate ao crime organizado no país, promotor de Justiça não foi sondado diretamente e soube da possibilidade pela imprensa
