%2Fhttps%3A%2F%2Fi.s3.glbimg.com%2Fv1%2FAUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a%2Finternal_photos%2Fbs%2F2026%2FY%2FR%2FSz0enMT5GopmpRiJ0PnA%2Fglobo-canal-4-20260827-2000-frame-107295.jpeg&w=1920&q=72&output=webp)
Clariana Barão, do Democracia Cristã, promete governo com 50% de mulheres
1 veículo de esquerda · 3 veículos de centro
Toque num lado para ler o resumo dele.
Alguém precisa ver os dois lados disso?
Usamos identificadores pseudônimos para operar e melhorar o serviço. Aceitar habilita medições opcionais.Medimos audiência e uso com identificadores pseudônimos, em infraestrutura própria, para operar e melhorar o serviço (legítimo interesse). Aceitar habilita também analytics opcionais de terceiros, mapa de calor e medição de anúncios. Consulte nossa Política de Cookies.
%2Fhttps%3A%2F%2Fi.s3.glbimg.com%2Fv1%2FAUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a%2Finternal_photos%2Fbs%2F2026%2FY%2FR%2FSz0enMT5GopmpRiJ0PnA%2Fglobo-canal-4-20260827-2000-frame-107295.jpeg&w=1920&q=72&output=webp)
1 veículo de esquerda · 3 veículos de centro
Toque num lado para ler o resumo dele.
Alguém precisa ver os dois lados disso?
Descubra seu lugar no espectro político brasileiro
Criar conta e fazer o testeGrátis. Cerca de 5 minutos. Seu resultado fica salvo.
Clariana Barão, advogada de 39 anos e candidata à Presidência da República pelo Democracia Cristã, cumpriu agenda de campanha em Cuiabá, sua cidade natal, dois dias depois de detalhar propostas em uma sabatina com presidenciáveis. Visitou uma instituição de longa permanência para idosos e o Mercado do Porto e reafirmou a promessa central do programa: criar centros integrados de atendimento a mulheres vítimas de violência, reunindo delegacia especializada 24 horas, posto do Instituto Médico Legal e Defensoria Pública num mesmo endereço. Na sabatina, defendeu um governo com no mínimo 50% de participação feminina, apontou o desequilíbrio de gênero no Supremo Tribunal Federal, no Tribunal Superior Eleitoral e no Superior Tribunal de Justiça e sustentou a necessidade de reformas previdenciária e administrativa. A eleição está marcada para 4 de outubro de 2026.
Esquerda
A candidatura de Clariana Barão pelo Democracia Cristã aparece, na leitura de esquerda, como um caso de agenda de gênero acoplada a um programa econômico de direita. A promessa de centros integrados de atendimento e de um governo com metade de mulheres dialoga com demandas históricas do movimento feminista e reconhece o feminicídio como problema estrutural, que começa na agressão verbal e escala até o assassinato.
Centro
Clariana Barão, advogada de 39 anos e candidata à Presidência da República pelo Democracia Cristã, cumpriu agenda de campanha em Cuiabá, sua cidade natal, dois dias depois de detalhar propostas em uma sabatina com presidenciáveis.
Direita
Sem cobertura neste espectro.
4 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
O texto sai do registro descritivo e assume voz avaliativa: chama o plano de superficial, aponta propostas de saúde como parcas e pouco específicas e trata frases do programa como vagas. O eixo crítico é a agenda de desregulação, privatização por concessões e enxugamento da máquina pública, vocabulário típico do enquadramento de esquerda sobre candidatura de direita.
Perspectivas omitidas
Falácias identificadas
Veículos com viés ao centro
O texto opera em registro de transcrição: encadeia falas da candidata sobre participação feminina, composição do Supremo Tribunal Federal, feminicídio e reformas, sem adjetivação valorativa do repórter e sem contraditório editorializado. O título é citação literal sustentada pelo corpo.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés à direita
Nenhum veículo de direita cobriu esta história.
Clariana Barão, advogada de 39 anos e candidata à Presidência da República pelo Democracia Cristã, concentrou a campanha na proteção de mulheres e na promessa de um governo com pelo menos 50% de participação feminina. Em Cuiabá, detalhou o plano de centros integrados de atendimento a vítimas de violência doméstica, enquanto o programa econômico do partido segue pautado por reformas, concessões e menor presença do Estado.
A advogada Clariana Barão, de 39 anos, candidata à Presidência da República pelo Democracia Cristã, levou a campanha a Cuiabá, sua cidade natal, no fim de agosto, dois dias depois de detalhar propostas de governo em uma sabatina com presidenciáveis. Em Mato Grosso, visitou uma instituição de longa permanência para idosos e o tradicional Mercado do Porto, e repetiu o compromisso que virou o eixo do seu programa: criar centros integrados de atendimento a mulheres vítimas de violência.
O desenho apresentado por ela reúne, em um mesmo endereço, delegacia especializada aberta 24 horas, posto do Instituto Médico Legal para exame de corpo de delito imediato e Defensoria Pública para medida protetiva, pensão e guarda dos filhos, com encaminhamento para casa de acolhimento e para o mercado de trabalho. A justificativa da candidata é que o feminicídio, que ela classifica como epidemia, não acontece na primeira agressão: começa verbal, passa a psicológica, depois física, e a denúncia esbarra em obstáculos práticos, como a falta de dinheiro para a passagem de ônibus até serviços espalhados pela cidade.
A cobertura de centro relatou a agenda e as propostas em registro de transcrição, sem adjetivação. Nessa cobertura aparecem também os outros compromissos apresentados na sabatina: um governo com no mínimo 50% de participação feminina, inclusive na área econômica; a indicação de quatro mulheres para o Supremo Tribunal Federal, diante de uma única ministra entre as onze cadeiras da corte, uma entre oito no Tribunal Superior Eleitoral e cinco entre trinta e três no Superior Tribunal de Justiça; e a defesa de reformas previdenciária e administrativa, sustentada na afirmação de que o país gasta mais do que arrecada, com endividamento equivalente a cerca de 81% a 82% do Produto Interno Bruto. A chapa é formada apenas por mulheres, com Fabiana Torquato como candidata a vice, e disputa espaço em um universo de 13 candidaturas.
Veículos de esquerda destacaram outro ângulo: o de que a agenda de proteção convive com um programa econômico de direita. Nessa leitura, a promessa de simplificar regulação para empresas, ampliar parcerias público-privadas e concessões em infraestrutura, enxugar a máquina pública e elevar a idade mínima da aposentadoria recai sobre quem trabalha em ocupações mais precárias. O mesmo enquadramento aponta a superficialidade do plano de governo, organizado em tópicos curtos que não descrevem mecanismos nem financiamento, e registra que a candidata elogiou a equipe econômica do governo anterior e criticou duramente a gestão atual, embora se defina como de centro-direita e contra a polarização.
Nenhum veículo de direita cobriu o episódio até o momento. O enquadramento típico dessa faixa do espectro encontraria material no diagnóstico fiscal apresentado pela candidata, na reforma administrativa, na Previdência de regras mais rígidas e no programa de segurança pública, que prevê monitoramento tecnológico de fronteiras, rastreamento financeiro de organizações criminosas, policiamento orientado por dados e endurecimento de penas. Um ponto de atrito também apareceria: ela afirmou que não concederia anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro, ainda que defenda a individualização das condutas e a proporcionalidade das penas.
O que ainda não se sabe é justamente o que separa promessa de política pública. Nenhuma das coberturas apresentou custo, prazo, fonte de financiamento ou divisão de responsabilidade entre União, estados e municípios para os centros integrados de atendimento. Também não há dado sobre o desempenho da candidatura em pesquisas de intenção de voto, nem detalhamento sobre como a paridade de gênero no governo e nas cortes superiores seria implementada dentro das regras constitucionais de indicação. A eleição está marcada para 4 de outubro, com eventual segundo turno em 25 de outubro.
Todas as coberturas registram os mesmos fatos: Clariana Barão disputa a Presidência pelo Democracia Cristã, encabeça uma chapa só de mulheres com Fabiana Torquato, promete governo com pelo menos 50% de participação feminina e defende centros integrados de atendimento a vítimas de violência doméstica, com reformas previdenciária e administrativa no eixo econômico.

Candidata à Presidência afirmou, durante sabatina do Correio, que o feminicídio é uma epidemia e defendeu ações para combater o problema

Candidata pelo Democracia Cristã terá espaço, nesta terça (25/8), para detalhar propostas de governo e discorrer sobre temas relevantes para a população

Candidata à Presidência da República pelo Democracia Cristã (DC), Clariana Barão, 39, natural de Cuiabá (MT), lançou como plataforma de governo um plano

Candidata afirmou que, se eleita, vai criar centros especializados no atendimento às mulheres vítimas de violência.
Texto de serviço, sem enquadramento ideológico: horário, formato, entrevistadoras, apoiadores institucionais da série e o calendário eleitoral de 4 de outubro e de eventual segundo turno em 25 de outubro. Nenhum vocabulário valorativo.
Perspectivas omitidas
Relato de agenda no padrão de bloco eleitoral: percurso da candidata em Cuiabá, locais visitados e uma citação direta longa sobre os centros de atendimento. Sem adjetivo valorativo, sem contexto crítico e sem enquadramento ideológico próprio.
Perspectivas omitidas
Leia em seguida




