Lula reúne Fachin, Alcolumbre e Motta no desfile de 7 de Setembro em Brasília
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O desfile cívico-militar do Dia da Independência foi realizado na manhã de 7 de setembro de 2026 na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o vice-presidente Geraldo Alckmin e os presidentes do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, do Senado, Davi Alcolumbre, e da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, na tribuna de autoridades. O governo federal definiu três eixos temáticos para a cerimônia: soberania nacional, enfrentamento à violência contra as mulheres e a Copa do Mundo Feminina de 2027. Ministros do Supremo além de Fachin e o procurador-geral da República foram convidados e não compareceram. No Rio de Janeiro, um desfile paralelo na Avenida Presidente Vargas reuniu mais de 6 mil militares e agentes de segurança federais, estaduais e municipais.
O 7 de Setembro de 2026 foi organizado como demonstração de que o Estado brasileiro está inteiro e alinhado em torno de pautas de proteção social e de defesa da soberania. Com Luiz Inácio Lula da Silva, Geraldo Alckmin, Edson Fachin, Davi Alcolumbre e Hugo Motta lado a lado na Esplanada dos Ministérios, o governo federal escolheu como eixos a soberania nacional, resposta às tarifas impostas a produtos brasileiros, o enfrentamento à violência contra as mulheres, ancorado em pacto nacional firmado pelos Três Poderes, e a Copa do Mundo Feminina de 2027.
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Todas as coberturas registram os mesmos fatos: o desfile ocorreu em 7 de setembro na Esplanada dos Ministérios, com Lula, Alckmin, Fachin, Alcolumbre e Motta na tribuna, e teve como eixos a soberania nacional, o enfrentamento à violência contra as mulheres e a Copa do Mundo Feminina de 2027. Há convergência também sobre a dimensão do ato no Rio de Janeiro, com mais de 6 mil militares e agentes de segurança.
O desfile cívico-militar do Dia da Independência reuniu o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e os presidentes do Supremo Tribunal Federal, do Senado e da Câmara na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. A cerimônia teve como eixos a soberania nacional, o enfrentamento à violência contra as mulheres e a Copa do Mundo Feminina de 2027, a menos de um mês das eleições gerais.
O desfile cívico-militar do Dia da Independência foi realizado na manhã de segunda-feira, 7 de setembro de 2026, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. A cerimônia começou pouco depois das 9h, logo após a execução do Hino Nacional, quando o general de divisão João Felipe Dias Alves pediu autorização para iniciar o evento, com encerramento previsto para as 11h. Na tribuna de autoridades estavam o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o vice-presidente Geraldo Alckmin, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta.
Acompanharam o desfile ministros de diversas pastas, entre eles Leonardo Barchini, da Educação, Gustavo Feliciano, do Turismo, Márcia Lopes, das Mulheres, Wolney Queiroz, da Previdência, e Dario Durigan, da Fazenda, além do advogado-geral da União, Jorge Messias. Para a edição deste ano, o governo federal definiu três eixos temáticos: a soberania nacional, assunto recorrente depois das tarifas aplicadas a produtos brasileiros; o enfrentamento à violência contra as mulheres, apoiado em um pacto nacional lançado pelos Três Poderes em fevereiro; e a Copa do Mundo Feminina de 2027. O público começou a chegar antes das 6h30 e as arquibancadas cobertas já estavam cheias no início da cerimônia.
No mesmo dia, no Rio de Janeiro, o desfile cívico-militar percorreu um trecho da Avenida Presidente Vargas, em frente ao Palácio Duque de Caxias, sede do Comando Militar do Leste. Apesar da chuva, milhares de pessoas acompanharam o cortejo com bandeirinhas do Brasil. A cerimônia teve revista da tropa pelos comandantes das três forças e a chegada do fogo simbólico da pátria, conduzido pelo atleta de pentatlo Douglas Castro. Mais de 6 mil militares e agentes de forças de segurança federais, estaduais e municipais participaram, com mais de 180 viaturas, incluindo blindados do Exército, embarcações anfíbias da Marinha e caminhões de resgate do Corpo de Bombeiros. Também desfilaram conjuntos exclusivos de mulheres das três forças, militares das Forças de Paz das Nações Unidas, a Cruz Vermelha, escoteiros, entidades beneficentes e escolas.
Veículos de esquerda destacaram o caráter cívico e inclusivo da data, dando relevo aos eixos temáticos escolhidos, à presença de mulheres militares em formações próprias, à participação de organizações sociais e ao público que enfrentou a chuva no Rio de Janeiro. A cobertura de centro relatou os mesmos fatos e acrescentou a composição da tribuna em Brasília, registrando que ministros do Supremo além de Fachin e o procurador-geral da República foram convidados e não compareceram, e observou que o presidente levou ao desfile bandeiras associadas à sua candidatura à reeleição, como a soberania nacional e o combate à violência contra a mulher, a menos de um mês das eleições. Veículos de direita não produziram cobertura própria do evento no conjunto analisado, de modo que a crítica ao uso eleitoral de um ato de Estado e a cobrança pelo custo da mobilização aparecem aqui apenas como leitura provável desse lado, sem texto que a sustente.
A divergência de enquadramento é o ponto central. De um lado, o desfile é apresentado como demonstração de estabilidade institucional e de compromisso do Estado com pautas de soberania e de proteção às mulheres. De outro, a mesma cena é lida como construção de imagem: a harmonia exibida na tribuna conviveu com a ausência de parte do Supremo Tribunal Federal e da Procuradoria-Geral da República, e a definição dos eixos temáticos por decisão do governo federal coloca uma data nacional a serviço das prioridades de uma gestão em ano eleitoral.
Ainda não se sabe por que os demais ministros do Supremo e o procurador-geral da República deixaram de comparecer, e nenhuma das partes se pronunciou publicamente sobre a decisão. Também não há informação sobre o custo da mobilização em Brasília e no Rio de Janeiro, sobre a estimativa oficial de público em cada cidade nem sobre eventual resposta do Palácio do Planalto à leitura de que o ato serviu à campanha.
Mesmo em campanha eleitoral, os presidentes da Câmara e do Senado devem participar do desfile na Esplanada dos Ministérios. Leia no Poder360.

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Tocha foi levada pelo atleta do pentatlo Douglas Castro, acompanhado de outros esportistas militares e usada para acender uma pira em frente ao palácio.
Convidados, ministros do Supremo e procurador-geral não compareceram

Evento tem previsão de terminar às 11h. Na tribuna de autoridades figuram o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o vice-presidente Geraldo Alckmin.
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