
Como evangélicos e católicos votariam no 2º turno entre Lula e Flávio Bolsonaro, segundo pesquisa
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Entre 13 e 17 de julho de 2026, uma sequência de pesquisas de intenção de voto (BTG/Nexus, Futura/Apex, Genial/Quaest e PoderData/Aya, além de levantamentos estaduais) mostrou o presidente Lula (PT) numericamente à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL) no primeiro e no segundo turno da corrida presidencial. No primeiro turno, Lula oscila em torno de 40% e Flávio, entre 28% e 36%. No segundo turno, os institutos variam de empate técnico (Nexus 47% a 44%, Futura 46,3% a 46,1%, PoderData 45% a 43%) a uma vantagem de oito pontos na Quaest (45% a 37%). A aprovação do governo Lula superou a desaprovação pela primeira vez desde dezembro de 2024, segundo a Quaest, e ambos os candidatos têm rejeição elevada.
Esquerda
As pesquisas de meados de julho de 2026 confirmaram a recuperação do presidente Lula (PT) na disputa presidencial, com liderança no primeiro turno e vantagem numérica sobre Flávio Bolsonaro (PL) em todos os cenários de segundo turno.
Centro
Entre 13 e 17 de julho de 2026, uma sequência de pesquisas de intenção de voto (BTG/Nexus, Futura/Apex, Genial/Quaest e PoderData/Aya, além de levantamentos estaduais) mostrou o presidente Lula (PT) numericamente à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL) no primeiro e no segundo turno da corrida presidencial.
Direita
Para a leitura de veículos de direita e de analistas políticos, as pesquisas de julho de 2026 mostram uma disputa presidencial que segue aberta, apesar da liderança numérica de Lula (PT). Vários institutos apontam empate técnico no segundo turno entre o presidente e Flávio Bolsonaro (PL) dentro da margem de erro, e a alta rejeição de Lula, próxima de 50%, é vista como um limite ao seu crescimento.
32 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
Dados do Espírito Santo (empate no 1º turno, 30% cada; Flávio à frente no 2º turno, 42% x 36%) são factuais, mas o corpo traz novamente o box editorial à esquerda da CartaCapital. LEFT moderado.
Falácias identificadas
Dados da Quaest sobre o tarifaço são factuais (42% dizem que a medida aumenta a vontade de votar em Lula), mas o corpo embute o box editorial à esquerda e enfatiza a perda de apoio de Flávio. LEFT moderado.
Falácias identificadas
Números da Quaest factuais, mas o corpo traz o box editorial de assinatura com forte enquadramento à esquerda ('ameaça bolsonarista', 'futuro democrático em jogo'). LEFT.
Falácias identificadas
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial esquerda.
ICL Notícias, veículo à esquerda, mas aqui o corpo é um recital factual e denso da Quaest, com séries históricas de 2º turno, aprovação e rejeição, incluindo contexto do caso Master e do vídeo de Michelle. Conteúdo CENTER.
Revista Fórum apresenta dados corretos, mas a seleção e o enquadramento ('lidera com folga', ênfase na vantagem espontânea de Lula) favorecem o presidente. LEFT moderado, sustentado nos números.
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial esquerda.
CartaCapital recita o ranking de preocupações (violência, corrupção, saúde) por preferência de voto de forma factual: eleitores de Lula citam violência/saúde, de Flávio citam corrupção. CENTER apesar do publisher.
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial esquerda.
Apesar do veículo ser de esquerda, o corpo recita números do recorte por religião (Lula vence entre católicos, Flávio entre evangélicos) de forma factual, com margem de erro e código TSE. Boilerplate progressista fica no rodapé.
Os números de 1º turno são factuais, mas o corpo embute um box editorial de campanha de assinatura com enquadramento claramente à esquerda ('ameaça bolsonarista', 'forças conservadoras', 'extrema-direita'), o que carrega a peça para LEFT.
Falácias identificadas
Veículos com viés ao centro
Folha reporta com atribuição a fala do ministro José Guimarães chamando Flávio de 'lobista dos EUA' e 'traidor da pátria'. O conteúdo é um ataque político, mas noticiado com aspas e contexto; CENTER, embora dê pouco espaço à réplica do senador.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés à direita
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
Veja apresenta o levantamento do Piauí de forma factual, com números de 1º e 2º turno e ranking de rejeição. Destaca a rejeição de Flávio, mas com dados; CENTER.
Uma série de pesquisas de intenção de voto divulgadas entre 13 e 17 de julho de 2026 desenhou o cenário da corrida presidencial deste ano e apontou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à frente do senador Flávio Bolsonaro (PL) na maioria dos cenários de primeiro e segundo turno. Os levantamentos BTG/Nexus, Futura/Apex, Genial/Quaest e PoderData/Aya, todos registrados no Tribunal Superior Eleitoral, convergem em um ponto central: Lula aparece numericamente na liderança, embora a distância varie conforme o instituto e, em vários casos, caia dentro da margem de erro.
No primeiro turno, Lula oscila em torno de 40% das intenções de voto, enquanto Flávio aparece entre 28% e 36%, sempre em segundo lugar e à frente dos demais pré-candidatos, como Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo) e Renan Santos (Missão), todos com um dígito. No segundo turno o quadro é mais apertado: o Nexus apontou 47% a 44%, a Futura/Apex registrou 46,3% a 46,1% e o PoderData/Aya, 45% a 43%, todos empates técnicos; já a Genial/Quaest mostrou vantagem maior de Lula, de 45% a 37%, oito pontos percentuais.
A cobertura de centro, majoritária no noticiário, relatou os números de forma direta, detalhando metodologia, tamanho da amostra e código de registro no TSE, e destacou que ambos os candidatos têm índices elevados de rejeição, próximos de 50% para Lula e de 57% para Flávio. Veículos de esquerda enfatizaram a recuperação do presidente: a aprovação do governo Lula superou a desaprovação pela primeira vez desde dezembro de 2024, segundo a Quaest, e a maior parcela do eleitorado disse que o tarifaço anunciado pelos Estados Unidos aumenta a vontade de votar em Lula. Nessa chave, a cobertura progressista deu relevo à acusação, feita por um ministro do governo, de que Flávio agiria como lobista dos Estados Unidos, e ao desgaste do senador com o caso do Banco Master.
Veículos de direita e análises de cientistas políticos deram outro enquadramento aos mesmos dados. Enfatizaram os empates técnicos no segundo turno como sinal de que a disputa segue aberta, a alta rejeição de Lula e a dificuldade do presidente de ampliar sua vantagem apesar das iniciativas do governo. Nessa leitura, a fragmentação das candidaturas de oposição é apontada como o principal ativo de Lula, já que parte do eleitorado bolsonarista resiste a transferir voto para outros nomes da direita caso Flávio não esteja no páreo.
Os recortes por segmento reforçaram divisões conhecidas: Flávio lidera com folga entre evangélicos, enquanto Lula tem vantagem entre católicos, eleitores sem religião, mulheres e no Nordeste. Em levantamentos estaduais, o equilíbrio aparece em São Paulo e no Espírito Santo, enquanto no Piauí Lula chega a mais que triplicar a votação do senador.
Ainda não se sabe qual será o efeito duradouro do tarifaço e do caso do Banco Master sobre a corrida, nem por que os institutos divergem entre um empate técnico e uma vantagem de oito pontos no segundo turno. Também permanece em aberto como se comportaria o eleitorado de oposição em um eventual cenário sem Flávio Bolsonaro na disputa.
Esquerda, centro e direita reconhecem que Lula lidera numericamente o primeiro e o segundo turno em praticamente todos os institutos, e que tanto Lula quanto Flávio Bolsonaro têm índices elevados de rejeição.

O levantamento aponta equilíbrio na corrida ao Palácio do Planalto

José Guimarães reage a fala do pré-candidato do PL, que culpou Lula pelo tarifaço de Trump

Pesquisa realizada de 12 a 15 de julho mostra que a vantagem do presidente sobre o senador aumentou e não há mais empate técnico entre eles

O instituto entrevistou 2.004 eleitores entre 10 e 13 de julho. A margem de erro é de dois pontos percentuais

Empate técnico persiste dentro da margem de erro, de 2 pontos; diferença entre os 2 oscilou desfavoravelmente para Lula desde maio

Empate técnico persiste dentro da margem de erro, de 2 pontos; diferença entre os 2 oscilou desfavoravelmente para Lula desde maio

Pesquisa realizada de 12 a 15 de julho mostra que a vantagem do presidente sobre o senador aumentou e não há mais empate técnico entre eles

Foram testados, ainda, outros três cenários de segundo turno

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aparece com 45% das intenções de voto em um eventual segundo turno contra o senador Flávio Bolsonaro (PL), que


Avaliação positiva do governo atinge maior patamar desde ao menos julho de 2025

Pesquisa Quaest aponta Lula com 45% contra 37% de Flávio Bolsonaro no 2º turno, liderando também disputas contra Ronaldo Caiado, Romeu Zema e Renan Santos.

No Piauí, senador pontua em rejeição quase o mesmo que o presidente acumula em intenções de voto, indica levantamento publicado nesta terça

Petista mantém a liderança na disputa pelo Palácio do Planalto com 40% das intenções de voto, enquanto senador do PL aparece com 28%

Pesquisa ouviu 2.004 pessoas em 120 municípios de 10 a 13 de julho e foi paga pelo Banco Genial em parceria de divulgação com o Grupo Globo.

Na sequência, aparece o ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), com 4% das intenções de voto, seguido por Renan Santos, com 3% e Romeu Zema, com 2%

Desde o anúncio de possíveis novas sanções ao Brasil pelos EUA, Lula abriu doze pontos de vantagem no 1º turno em relação a Flávio

Pesquisa divulgada nesta quarta-feira (15) mostra presidente com 45% das intenções de voto contra 37% do senador, abrindo oito pontos de vantagem

Foram ouvidas 2.000 pessoas em todo o país entre os dias 07 e 11 de julho; margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos

Foram ouvidas 2.000 pessoas entre os dias 7 e 11 de julho; a margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos

Levantamento Real Time Big Data entrevistou 1.600 eleitores do Estado, de 11 a 13 de julho; margem de erro é de 2 p.p. Leia no Poder360.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera a corrida presidencial de 2026 tanto na pesquisa espontânea quanto nos quatro cenários estimulados de primeiro

Fragmentação entre candidaturas da oposição pode dificultar a transferência de votos para Flávio em uma eventual disputa final contra o presidente

O instituto Nexus ouviu 2.003 pessoas entre 10 e 12 de julho. A margem de erro é de dois pontos percentuais

51% não votariam de jeito nenhum no atual presidente no 1º turno, e 43% rejeitam senador do PL

Sem o recorte por religião, o levantamento Nexus indica empate técnico, com o presidente na liderança numérica

O levantamento mostra Lula consolidado na liderança, com Flávio Bolsonaro em segundo



Instituto divulgou levantamento sobre a corrida eleitoral para a Presidência

Estudo foi divulgado nesta segunda-feira (13)

Pesquisa mostra que o atual presidente possui 40% no primeiro turno e 47% em eventual disputa direta contra o senador
PoderData/Aya no 1º turno (40% x 34%), com destaque para ampliação da vantagem e recortes demográficos, factual e metodológico. CENTER.
PoderData/Aya no 2º turno (45% x 43%), empate técnico, com recortes demográficos e metodologia. Factual; CENTER.
Republicação da matéria da PoderData/Aya no 2º turno (45% x 43%), idêntica em conteúdo e igualmente factual. CENTER.
Republicação da matéria de 1º turno da PoderData/Aya (40% x 34%), factual e metodológica. CENTER.
Estadão Conteúdo: recital completo de todos os cenários de 1º e 2º turno da Futura/Apex, rejeição e metodologia, sem adjetivação. CENTER.
Folha reporta Lula 45% x 37% no 2º turno, alta da aprovação, rejeição e o contexto do vídeo de Michelle e da decisão de Moraes, tudo com atribuição. CENTER factual.
G1 recita a série da Quaest (março a julho) e a virada da aprovação sobre a desaprovação, com aspas do diretor do instituto. Factual; CENTER.
JC recita 40% x 28% no 1º turno e a variação frente a junho, com metodologia e classificação editorial do gênero da matéria. CENTER factual.
Poder360 reporta 45% x 37% no 2º turno, rejeição e financiamento da pesquisa (Banco Genial), com metodologia. CENTER factual.
Band traz 1º turno, quatro cenários de 2º turno, série histórica da aprovação e rejeição de forma factual e completa. CENTER.
JC recita 45% x 37% e os demais cenários de 2º turno, com variação frente a junho e classificação editorial do gênero. CENTER factual.
Recital factual dos quatro cenários de 1º turno da Futura/Apex, com metodologia e registro TSE. Sem enquadramento ideológico.
Números de 2º turno (46,3% x 46,1%) e cenários contra Caiado, Zema, Renan e Michelle, todos factuais com metodologia. CENTER.
Poder360 recita os números do Piauí (Lula 67% x 24% no 2º turno), rejeição e avaliação do governo estadual, de forma factual. CENTER.
Datafolha reporta empate em SP no 1º e 2º turno, com recortes por gênero, idade, escolaridade e religião, e dados de rejeição. Factual e detalhado; CENTER.
Texto do Estadão Conteúdo reproduzido: recita 47% x 44% no 2º turno, cenários alternativos e motivação de voto sem adjetivação valorativa. CENTER factual.
Relato factual: vantagem de Lula caiu de 8 para 6 pontos, dados de decisão de voto e metodologia. Sem enquadramento ideológico.
Band recita números de 1º e 2º turno e cenários alternativos de forma neutra, com metodologia e registro na Justiça Eleitoral. CENTER factual.
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
InfoMoney (veículo de direita) relata os números da Quaest e o contexto do tarifaço de Trump de forma factual, descrevendo tanto a melhora de Lula quanto a estratégia de Flávio. Conteúdo CENTER apesar do publisher.
Peça analítica que seleciona o ângulo da dificuldade de Lula em ampliar a vantagem e da piora na avaliação do governo, valorizando a leitura de que a disputa segue equilibrada. O enquadramento favorece a oposição; RIGHT moderado.
Perspectivas omitidas
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
Veja (veículo de direita) publica recital factual dos números BTG/Nexus, com resumo de IA neutro e quatro cenários de 2º turno. Conteúdo CENTER apesar do publisher.
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
Jovem Pan (veículo de direita) apresenta os números de forma factual, com o título reconhecendo a liderança de Lula. Sem editorialização à direita no corpo; CENTER.
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