Conheça os sete candidatos ao governo do Rio Grande do Sul
2 veículos de esquerda · 10 veículos de centro
Resumo da cobertura
Como cada lado cobriu
12 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
- Agência BrasilConheça os sete candidatos ao governo do Rio Grande do SulEstado tem 8,5 milhões de pessoas aptas a votar este ano. O primeiro turno acontece no dia 4 de outubro, quando serão votados candidatos a deputado federal, estadual, dois senadores, governador e presidente.(abre em nova aba)
Nesta matéria: viés de centro.
- Agência BrasilConheça os candidatos que disputam o governo estadual em São PauloCom maior eleitorado do país, estado tem 34,1 milhões de pessoas aptas a votar. O primeiro turno acontece no dia 4 de outubro, quando serão votados candidatos a deputado federal, estadual, dois senadores, governador e presidente.(abre em nova aba)
Nesta matéria: viés de centro.
Veículos com viés ao centro
- IstoÉConheça os candidatos que disputam o governo estadual em São PauloAs eleições para o governo de São Paulo contam com seis candidatos. Confira o perfil do eleitorado, datas do pleito e a lista dos concorrentes ao cargo.(abre em nova aba)
Nesta matéria: perspectiva omitida.
- O GloboCandidatos ao governo do Amapá; veja lista e conheça perfil dos concorrentesCinco pessoas disputam o cargo de governador do Amapá nas Eleições 2026: confira na lista abaixo nome, número, partido e perfil de cada um deles(abre em nova aba)
Nesta matéria: perspectiva omitida.
- O GloboCandidatos ao governo do Rio Grande do Norte; veja lista e conheça perfil dos concorrentesEleitores do Rio Grande do Norte têm nove candidatos disputando o cargo de governador nas Eleições 2026: veja nome, número, partido e perfil de cada um deles(abre em nova aba)
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Ponto cego: esse lado ficou de fora.
Nenhum veículo de direita cobriu esta história.
Briefing
O que importa para você
- Em 4 de outubro você digita seis conjuntos de números: deputado federal, deputado estadual, dois senadores, governador e presidente.
- Celular é proibido na cabine; a orientação da Justiça Eleitoral é levar os números anotados em papel.
- O número de candidatos a governador muda por estado: cinco no Amapá e em Roraima, dez no Piauí, nove no Rio de Janeiro e no Rio Grande do Norte.
- Se ninguém passar de 50% dos votos válidos, a decisão vai para 25 de outubro.
Onde os lados concordam
Todas as coberturas repetem as mesmas regras e as mesmas listas oficiais: primeiro turno em 4 de outubro, segundo turno em 25 de outubro, governador como penúltimo cargo na urna e necessidade de mais de 50% dos votos válidos para vencer na primeira votação.
O que ainda está incerto
- Os guias não trazem pesquisas de intenção de voto nem comparação direta de propostas.
- Não há informação sobre candidaturas sub judice, que podem mudar as listas até a votação.
- As coberturas divergem sobre o número de candidatos em São Paulo, seis ou sete, sem explicar a diferença.
As listas oficiais de candidatos ao governo dos estados estão fechadas para o primeiro turno das Eleições 2026, em 4 de outubro. O número de concorrentes vai de cinco, no Amapá e em Roraima, a dez, no Piauí. Reunimos o que as coberturas de esquerda e de centro publicaram sobre eleitorado, regras de votação e perfil das candidaturas estaduais.
O primeiro turno das Eleições 2026 acontece em 4 de outubro, e as listas oficiais de candidatos ao governo dos estados já estão fechadas. Nos guias publicados nos últimos dias, o número de concorrentes ao Executivo estadual varia de cinco, no Amapá e em Roraima, a dez, no Piauí. O cargo de governador é o penúltimo a ser escolhido na urna eletrônica, antes apenas da Presidência da República, e o segundo turno, quando necessário, está marcado para 25 de outubro.
Toda a cobertura converge nas regras do pleito. Além de governador, o eleitor escolhe deputado federal, deputado estadual ou distrital, dois senadores e presidente da República, o que faz cada pessoa digitar seis conjuntos de números na urna. A chapa ao Senado é formada por um titular e dois suplentes. O segundo turno só ocorre nas disputas para governador e para presidente se nenhum candidato passar de 50% dos votos válidos, excluídos brancos e nulos. A Justiça Eleitoral recomenda levar os números anotados em papel, porque celulares são proibidos dentro da cabine.
Os números do eleitorado também são os mesmos nas diferentes coberturas. São Paulo é o maior colégio eleitoral do país, com 34.104.226 pessoas aptas a votar. O Rio de Janeiro tem mais de 13 milhões, o Rio Grande do Sul, 8.526.233, e o Rio Grande do Norte e o Piauí, mais de 2,5 milhões cada. Sergipe reúne mais de 1,7 milhão de eleitores, o Acre, mais de 614 mil, o Amapá, mais de 577 mil, e Roraima, mais de 400 mil.
Veículos de esquerda destacaram o perfil de quem vota. No Rio Grande do Sul, 53% do eleitorado é formado por mulheres e, entre os 16,09% que declaram cor ou raça, 74,37% são brancos, 17,1% pardos e 7,79% pretos. Em São Paulo, entre os 15,77% que fazem essa declaração, 36,32% são pardos, 52,46% brancos e 9,97% pretos. Essa cobertura apresentou as candidaturas em ordem alfabética, sem hierarquia entre nomes conhecidos e nanicos.
A cobertura de centro foi mais longe no perfil individual dos concorrentes. Os guias trazem número de urna, partido, trajetória e, em alguns estados, as bandeiras de campanha. No Rio de Janeiro, segurança pública aparece como eixo comum a candidatos de origens distintas, de Eduardo Paes ao coronel João Jacques Soares Busnello, ex-subcomandante do Bope. Em São Paulo, Tarcísio de Freitas defende a continuidade do primeiro mandato, enquanto Fernando Haddad propõe ampliar a participação do governo estadual em educação, saúde e combate ao crime organizado. Essa cobertura também registrou o contexto institucional de dois estados: no Acre, Mailza Assis assumiu depois que Gladson Camelí se afastou para disputar o Senado; em Roraima, Francisco dos Santos Sampaio governa de forma interina desde que o Tribunal Superior Eleitoral cassou o mandato de Edilson Damião.
Veículos de direita não publicaram guia próprio das disputas estaduais no conjunto analisado, o que deixa sem contraponto editorial desse campo a leitura das candidaturas de reeleição. Cinco dos nove estados cobertos têm governador tentando renovar o mandato, situação em que a comparação entre promessa e entrega costuma ser o critério mais cobrado.
Há uma divergência factual entre as coberturas sobre São Paulo. Um texto publicado em 27 de setembro fala em seis candidatos ao governo paulista; outro, do dia 28, lista sete, incluindo Edjane Lima de Souza, cabo da Polícia Militar. Nenhum dos dois explica a diferença.
O que ainda não se sabe é o essencial da disputa. Os guias não trazem pesquisas de intenção de voto, não comparam propostas lado a lado nem informam se alguma candidatura está sub judice, situação que pode mudar a lista até o dia da votação. Também não há indicação de quais estados devem ter segundo turno em 25 de outubro.
Fontes
Estado tem 8,5 milhões de pessoas aptas a votar este ano. O primeiro turno acontece no dia 4 de outubro, quando serão votados candidatos a deputado federal, estadual, dois senadores, governador e presidente.

As eleições para o governo de São Paulo contam com seis candidatos. Confira o perfil do eleitorado, datas do pleito e a lista dos concorrentes ao cargo.
Com maior eleitorado do país, estado tem 34,1 milhões de pessoas aptas a votar. O primeiro turno acontece no dia 4 de outubro, quando serão votados candidatos a deputado federal, estadual, dois senadores, governador e presidente.

Cinco pessoas disputam o cargo de governador do Amapá nas Eleições 2026: confira na lista abaixo nome, número, partido e perfil de cada um deles

Eleitores do Rio Grande do Norte têm nove candidatos disputando o cargo de governador nas Eleições 2026: veja nome, número, partido e perfil de cada um deles

São 10 candidatos ao cargo de governador do Piauí no primeiro turno das Eleições 2026: veja nome, número, partido e perfil de cada um deles

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