
Datafolha: Haddad tem rejeição de 47%, ante 29% de Tarcísio em SP
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Como decidimos →A pesquisa Datafolha divulgada em 5 de julho de 2026 mostra o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) na liderança da corrida pela reeleição em São Paulo, com 46% das intenções de voto no primeiro turno, contra 30% do ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT). Nos votos válidos, Tarcísio chega a 52% e Haddad a 34%; em um eventual segundo turno, o placar é de 53% a 37%. É o primeiro levantamento com o cenário consolidado após a desistência de Kim Kataguiri (Missão) e Paulo Serra (PSDB).
Ponto cego: esse lado ficou de fora.
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
Veículos com viés ao centro
Foco na aprovação e avaliação da gestão Tarcísio, com comparação estável ante março. Tom de agência, factual e neutro.
Análise factual e detalhada de Igor Gielow (Folhapress) sobre recortes regionais e histórico de 2022; usa o termo carregado 'esquerda radical' para Vera, Vivian e Carlos Machado, um descritor editorial, mas o conjunto permanece descritivo e equilibrado entre os campos.
Matéria original de Igor Gielow na Folha, veículo que encomendou a pesquisa; análise detalhada de votos válidos, pesquisa espontânea e histórico. Usa 'esquerda radical' como descritor, mas o conjunto é factual e transparente sobre limites metodológicos.
Perspectivas omitidas
Relato factual dos cenários, desistências e metodologia detalhada, sem enquadramento ideológico. Tom de agência.
Foco na aprovação (63%) e avaliação (45% ótimo/bom) da gestão Tarcísio, com custo e financiamento da pesquisa. Tom de agência, factual e transparente sobre metodologia.
Veículos com viés à direita
Enfatiza 'o desafio do PT para reverter o cenário' e 'o cenário de derrota em São Paulo', com resumo de IA reforçando a vantagem de Tarcísio. Leitura factual, porém com ênfase editorial na dificuldade petista, característica do enquadramento à direita da Veja.
Perspectivas omitidas
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
Apesar de veículo à direita, o texto é factual e detalhado sobre votos válidos, pesquisa espontânea e reconfiguração das candidaturas nos dois campos, com ressalvas metodológicas. Leitura equilibrada.
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
Relata números e agenda dos dois candidatos (Haddad na Unicamp, Tarcísio na Cracolândia), mostrando os movimentos de ambos os campos. Tom factual e simétrico.
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
Mesmo relato factual da rejeição de Haddad e Tarcísio, com metodologia. Publicado por veículo econômico, tom neutro.
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
Relato factual da rejeição de Haddad e comparação com março, sem vocabulário valorativo. Texto idêntico ao da versão AMP do mesmo veículo.
A pesquisa Datafolha divulgada no domingo, 5 de julho de 2026, colocou o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), na liderança da disputa pela reeleição, com 46% das intenções de voto no primeiro turno, contra 30% do ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT). Considerados apenas os votos válidos, que excluem brancos e nulos, Tarcísio chega a 52% e Haddad a 34%, patamar que, em tese, permitiria uma vitória já na primeira rodada. Em um eventual segundo turno, o governador aparece com 53% contra 37% do petista.
O levantamento ouviu 1.608 eleitores em 71 municípios paulistas, entre 1º e 3 de julho, com margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%. É a primeira pesquisa do instituto com o cenário consolidado após a desistência das pré-candidaturas de Kim Kataguiri (Missão) e Paulo Serra (PSDB), o que reduziu o número de nomes na disputa. Aparecem ainda Vera Lúcia (PSTU) com 5%, Carlos Machado (PCB) e Vivian Mendes (Unidade Popular) com 4% cada.
A cobertura de centro relatou os números de forma direta e ressaltou o caráter de retrato do momento: veículos factuais lembraram que pesquisas medem a intenção de voto no instante em que são feitas e não preveem o resultado das urnas, marcado para outubro. Também detalharam a aprovação da gestão de Tarcísio, considerada ótima ou boa por 45% dos paulistas, e a diferença entre o interior, onde o governador tem folga (49% a 26%), e a capital, onde a disputa é mais equilibrada (43% a 35%).
Veículos de direita enfatizaram a força do governador e a alta rejeição de Haddad, que subiu de 38% em março para 47% em julho, enquanto a de Tarcísio foi de 24% para 29%. Nessa leitura, a soma de uma gestão bem avaliada, o antipetismo do eleitorado paulista e o peso maior do apoio de Jair Bolsonaro, capaz de levar 27% a votar com certeza em quem ele apoiar, contra 19% de Lula, sustentam a vantagem e abrem caminho para a reeleição em primeiro turno.
Veículos de esquerda e vozes ligadas ao PT destacaram que a campanha ainda não começou e que a propaganda eleitoral obrigatória em rádio e televisão pode reequilibrar a disputa, como afirmou o coordenador da pré-campanha de Haddad, o deputado Emídio de Souza. Essa leitura lembra que, em 2022, Haddad cresceu de 36% no primeiro turno para 45% no segundo, e associa a vantagem atual de Tarcísio à sua ligação com Bolsonaro, condenado pela tentativa de golpe, e ao conservadorismo do eleitorado do interior.
Todos os lados convergem em que Tarcísio lidera com margem confortável, é mais bem avaliado e enfrenta um adversário com rejeição elevada. A divergência está na interpretação: para a direita, o quadro é estrutural e favorável ao governador; para a esquerda, é um retrato provisório, anterior ao início efetivo da campanha.
O que ainda não se sabe é como o horário eleitoral gratuito, as convenções partidárias e uma eventual candidatura do Missão afetarão os números. A convenção que deve oficializar Haddad está marcada para 25 de julho, em Ribeirão Preto, e a eleição ocorrerá em outubro.
Esquerda, centro e direita reconhecem que Tarcísio de Freitas lidera com folga (46% a 30%), tem gestão bem avaliada (63% de aprovação) e enfrenta um adversário, Haddad, com a maior rejeição da disputa (47%).

Levantamento divulgado neste domingo (5) foi encomendado pelo jornal

Atual governador aparece com 53% das intenções de voto contra 37% do petista; cenário repete a polarização que definiu a disputa em 2022

Levantamento mostra governador à frente na disputa pelo Palácio dos Bandeirantes; nos votos válidos, ele alcança 52%, contra 34% do ex-ministro da Fazenda


Na primeira pesquisa com cenário consolidado, governador chega a 52% dos votos válidos

Pesquisa ouviu 1.608 eleitores entre os dias 1 e 3 de julho; margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos

Levantamento mostra que 45% classificam a administração como "ótima" ou "boa"; para 20%, ela é "ruim" ou "péssima". Leia no Poder360.

Levantamento aponta o governador à frente de Fernando Haddad, que soma 30%; em eventual 2º turno, Tarcísio venceria por 53% a 37%

Pesquisa mostra cenário polarizado entre o atual governador e o ex-ministro da Fazenda do governo Lula, com chances de resolução em 1º turno

Segundo a pesquisa, o ex-ministro da Fazenda é o mais rejeitado entre os eleitores do Estado. Leia no Poder360.

Governador de SP surge como favorito à reeleição, com 52% das intenções de votos válidos.. Margem de erro é de dois pontos percentuais

Pesquisa Datafolha divulgada neste domingo mostra o atual governador com mais de 50% dos votos válidos. Haddad amplia rejeição e chega a 47%

Tarcísio de Freitas, governador candidato à reeleição, é rejeitado por 29% dos entrevistados na pesquisa
Em um eventual segundo turno, Tarcísio de Freitas (Republicanos) segue à frente de Fernando Haddad (PT)

Tarcísio de Freitas, governador candidato à reeleição, é rejeitado por 29% dos entrevistados na pesquisa
Relato direto dos cenários e metodologia, sem enquadramento ideológico. Tom neutro.
Cenários completos de primeiro e segundo turno, rejeição detalhada e transparência sobre custo e financiamento. Tom de agência, factual.
Cenários de primeiro e segundo turno com comparação a março e ressalva de não comparabilidade, sem vocabulário valorativo. Tom factual.
Relato factual dos votos válidos, fatores da vantagem e rejeição, sem enquadramento ideológico marcado.
Mesma matéria de Igor Gielow (Folhapress), factual e detalhada sobre interior e capital, com o descritor carregado 'esquerda radical'. Blocos 'Leia Mais' com manchetes de terceiros são ruído de layout. Conteúdo central equilibrado.



