Tarcísio de Freitas amplia vantagem sobre Fernando Haddad em São Paulo
2 veículos de esquerda · 4 veículos de centro · 3 veículos de direita

Resumo da cobertura
Como cada lado cobriu
9 fontes políticas
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Pesquisa do instituto Datafolha divulgada em 21 de agosto de 2026 mostra Tarcísio de Freitas (Republicanos), governador de São Paulo e candidato à reeleição, com 45% das intenções de voto no primeiro turno, contra 27% do ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT). Em cenário de segundo turno, o governador teria 54% e o candidato do PT, 35%. O levantamento ouviu 1.610 eleitores em 65 cidades paulistas nos dias 18 e 19 de agosto, tem margem de erro de 2 pontos percentuais e nível de confiança de 95%, e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob os números SP-01806/2026 e BR-07185/2026.
A leitura de esquerda trata o resultado como retrato de um momento da campanha, e não como sentença. O ponto enfatizado é que o levantamento foi a campo antes de a propaganda eleitoral chegar ao eleitor e que a disputa paulista se organiza em torno de um projeto de reindustrialização e de reconstrução de serviços públicos defendido por Fernando Haddad, que acusa Tarcísio de Freitas de não ter compromisso com o Estado e de ter recuado na educação.
A leitura de direita vê no levantamento a confirmação de uma liderança consolidada. Tarcísio de Freitas abre 18 pontos percentuais no primeiro turno e venceria o segundo turno por 54% a 35%, resultado apresentado como aval do eleitorado paulista à gestão em curso e à agenda de atração de investimento privado e ordem fiscal.
Veículos com viés à esquerda
Análise não disponível para esta matéria.
Análise não disponível para esta matéria.
Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés à direita
Análise não disponível para esta matéria.
Nesta matéria: viés de centro.
Todos os lados reproduzem os mesmos números centrais: 45% para Tarcísio de Freitas e 27% para Fernando Haddad no primeiro turno, e 54% a 35% em cenário de segundo turno. Há convergência também sobre a ficha técnica, com 1.610 entrevistas, margem de erro de 2 pontos percentuais e registro no Tribunal Superior Eleitoral, e sobre o fato de esta ser a primeira medição após o início oficial da campanha.
A primeira pesquisa de intenção de voto divulgada após o início oficial da campanha em São Paulo mostra o governador Tarcísio de Freitas com 45% e o ex-ministro Fernando Haddad com 27% no primeiro turno. Em cenário de segundo turno, a diferença sobe para 54% a 35%. A seguir, o que cada lado da cobertura destacou, os índices de rejeição e a disputa pelas duas vagas ao Senado paulista.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), aparece com 45% das intenções de voto no primeiro turno da disputa estadual, contra 27% do ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT), segundo pesquisa do instituto Datafolha divulgada em 21 de agosto de 2026. A distância entre os dois é de 18 pontos percentuais. Em simulação de segundo turno, o governador venceria o candidato do PT por 54% a 35%. É a primeira medição desde o início oficial das campanhas, no domingo, 16 de agosto.
Os demais concorrentes aparecem muito atrás. Vera Lúcia (PSTU) tem 4%, enquanto Carlos Machado (PCB), Policial Edjane (Agir) e Vivian Mendes (UP) oscilam entre 2% e 3%, e Izadora Dias (PCO) registra 1%. Votos brancos, nulos e a recusa em votar em qualquer candidato somam 11%, e os indecisos, 4%. O levantamento ouviu 1.610 eleitores em 65 cidades paulistas nos dias 18 e 19 de agosto, com margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%. Está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob os números SP-01806/2026 e BR-07185/2026 e custou R$ 185.706,64.
A cobertura de centro foi a que mais detalhou o levantamento e a única a registrar a advertência do próprio instituto de que não cabe comparação direta com a pesquisa anterior, feita entre 1 e 3 de julho, por causa da mudança de cenário provocada pelo início da campanha. Naquela medição, o governador tinha 46% e o candidato do PT, 30%. Foi também na cobertura de centro que apareceram os números da disputa por duas vagas ao Senado por São Paulo: Marina Silva (Rede) e Simone Tebet (PSB) lideram com 12% cada, seguidas por André do Prado (PL), com 10%, Guilherme Derrite (PP), com 7%, e Ricardo Salles (Novo), com 6%. Todos os quatro recuaram em relação a julho, quando Marina Silva tinha 18% e Simone Tebet, 16%.
Veículos de direita concentraram o texto na vantagem do governador em primeiro e segundo turnos e trataram o resultado como consolidação da liderança, sem espaço para leitura concorrente e sem os dados de rejeição que qualificariam o quadro. Esses números vieram de outra parte da cobertura de centro: Fernando Haddad é rejeitado por 47% dos entrevistados e Tarcísio de Freitas por 29%, com os demais candidatos entre 11% e 17%.
Já a cobertura com enquadramento de esquerda deslocou o eixo da pesquisa para a agenda de campanha do candidato do PT. Em caminhada no centro de Mauá, na Grande São Paulo, no mesmo 21 de agosto, Fernando Haddad defendeu a reindustrialização do Estado e afirmou que o adversário está perdido em várias áreas, citando a educação, e que não finca raízes em São Paulo porque pretendia disputar outro cargo. O candidato do PT também projetou que uma eventual derrota de Flávio Bolsonaro (PL) na eleição presidencial, somada a um revés do presidente dos Estados Unidos nas eleições de meio de mandato, mudaria as condições de negociação entre os dois países. A matéria não traz resposta da campanha do governador às acusações.
O pano de fundo nacional aparece em parte da cobertura: o ex-ministro tem a tarefa de montar palanque para o presidente Lula no maior colégio eleitoral do país, enquanto o governador declara apoio a Flávio Bolsonaro e seu partido, o Republicanos, mantém neutralidade formal na disputa presidencial.
O que ainda não se sabe é qual será o efeito da propaganda eleitoral e dos debates sobre esse quadro, já que a coleta ocorreu na primeira semana de campanha. Também não há, nas matérias, recorte por região, renda ou escolaridade que explique a distância entre os dois primeiros colocados, nem medição do grau de convicção do voto declarado. E há divergência factual entre as versões sobre o período de campo: enquanto a maior parte da cobertura informa 18 e 19 de agosto, um dos textos registra 18 a 21, sem que a diferença tenha sido esclarecida.
Pesquisa aponta Tarcísio com 52% e Haddad com 35% na disputa pelo governo de São Paulo. A vantagem entre os dois é de 17 pontos.

Governador segue com ampla vantagem para sua reeleição e com chances de vitória já no primeiro turno, em 4 de outubro, segundo o Real Time Big Data

O levantamento do Real Time Big Data indica vitória do atual governador ainda em primeiro turno

Num eventual segundo turno entre os dois, Tarcísio venceria Haddad por 54% a 35%, segundo o Datafolha

Governador mantém liderança na disputa pela reeleição

Levantamento ouviu 1.610 eleitores no Estado, de 18 a 21 de agosto de 2026; margem de erro é de 2 pontos. Leia no Poder360.

Em eventual segundo turno, atual governador venceria o candidato petista por 54% a 35%

Os outros cinco candidatos estão atrás até mesmo dos votos brancos e nulos

Ao defender novamente a reindustrialização de São Paulo, Haddad afirmou que ‘Tarcísio está um pouco perdido em várias áreas’, citando como exemplo a área da educação

Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.