Até o momento, apenas um veículo cobriu o recorte de Vitória da Conquista, na Bahia, no primeiro turno das eleições de 2026, realizado em 4 de outubro. O material é factual e foi produzido a partir de dados do Tribunal Superior Eleitoral, o TSE, com supervisão humana. Como não há outras coberturas do mesmo recorte, não é possível comparar enquadramentos entre veículos de esquerda, de centro e de direita.
Na disputa presidencial, Luiz Inácio Lula da Silva, do PT, foi o mais votado no município, com 52,85% dos votos, o equivalente a 108.011 votos. Flávio Bolsonaro, do PL, ficou em segundo, com 40,58%, ou 82.936 votos. Em seguida vieram Augusto Cury, do Avante, com 2,78%, Renan Santos, do Missão, com 1,93%, e Ronaldo Caiado, do PSD, com 1,53%. Romeu Zema, do Novo, teve 0,13%. Votos em branco somaram 1,94% e votos nulos, 3,56%.
Para o governo da Bahia, ACM Neto, do União Brasil, obteve 51,47% dos votos na cidade. Jerônimo Rodrigues, do PT, teve 47,91%, e Ronaldo Mansur, do PSOL, 0,37%. A diferença entre os dois primeiros foi de menos de quatro pontos percentuais.
A disputa para o Senado foi a mais fechada. João Inácio Ribeiro Roma Neto, do PL, teve 25,42%. Rui Costa, do PT, ficou com 24,63%, Angelo Coronel, do Republicanos, com 24,27%, e Jaques Wagner, do PT, com 22,49%. Os quatro primeiros ficaram separados por pouco mais de três pontos.
No Legislativo, o deputado federal mais votado no município foi Waldenor Pereira, do PT, com 17,14%. Raissa Soares, do PL, teve 8,04%, e Maria Lucia Rocha, do MDB, 6,26%. Para a Assembleia Legislativa, lidera Wagner Santos Alves Dias, do União Brasil, com 17,27%, seguido por José Raimundo Fontes, do PT, com 14,33%, e Jean Fabricio Falcão, do PCdoB, com 11,10%.
O próprio material faz uma ressalva importante: os candidatos mais votados em Vitória da Conquista não são necessariamente eleitos, já que a decisão ocorre no âmbito estadual e nacional. Os números descrevem apenas os votos dados no município.
O que ainda não se sabe a partir desta cobertura: o resultado consolidado na Bahia e no país, a eventual necessidade de segundo turno para presidente ou governador e quais candidatos ao Senado e à Câmara foram de fato eleitos. O texto também não traz análise sobre as razões do desempenho de cada candidato na cidade.