Campanha ao governo do Maranhão e do Amapá avança rumo ao 4 de outubro
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A campanha para os governos estaduais nas eleições de 2026 entrou em ritmo diário na terceira semana de agosto. No Maranhão, os candidatos Eduardo Braide (PSD), Felipe Camarão (PT), Roberto Rocha (PRTB) e Saulo Arcângeli (PSTU) apresentaram propostas de educação em 20 de agosto, e no dia seguinte André Luís, do partido Missão, levou à Universidade Federal do Maranhão propostas de ciência e tecnologia. No Amapá, cinco candidaturas cumpriram o quinto e o sexto dias oficiais de campanha com caminhadas e carreatas em Macapá, Santana e Oiapoque. Guias eleitorais publicados no mesmo período detalharam as chapas do Maranhão, do Pará e do Amazonas. O primeiro turno está marcado para 4 de outubro.
A safra de promessas de campanha nos estados chega sem a pergunta que interessa: quem paga. No Maranhão, candidaturas prometem reajuste anual de professores, concursos públicos, novas creches e expansão de campi universitários sem apresentar fonte de recursos nem impacto na folha de pessoal.
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Como decidimos →Ponto cego: esse lado ficou de fora.
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Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés à direita
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: viés de centro.
As duas frentes de cobertura registram os mesmos fatos: o primeiro turno é em 4 de outubro, o eventual segundo turno em 25 de outubro, e a educação e a saúde pública dominam as propostas apresentadas nos estados do Norte e do Nordeste nesta fase da campanha. Também há acordo de que a disputa no Maranhão gira em torno do embate entre o grupo do governador Carlos Brandão e a ala ligada ao ministro Flávio Dino.
As disputas estaduais de 2026 entraram em ritmo diário de campanha. No Maranhão e no Amapá, os candidatos ao governo cumpriram agendas de rua e apresentaram propostas para educação, ciência e tecnologia. No Pará e no Amazonas, o debate girou em torno de saúde pública, dívida estadual e o futuro da Zona Franca de Manaus. O primeiro turno está marcado para 4 de outubro.
A disputa pelos governos estaduais nas eleições de 2026 entrou em ritmo diário na terceira semana de agosto, com agendas de rua, gravação de programa eleitoral e apresentação de propostas em pelo menos quatro estados. No Maranhão, Eduardo Braide (PSD), Felipe Camarão (PT), Roberto Rocha (PRTB) e Saulo Arcângeli (PSTU) dedicaram a quinta-feira, 20 de agosto, ao tema da educação. No dia seguinte, André Luís, do partido Missão, fez panfletagem na Universidade Federal do Maranhão e falou de ciência, tecnologia e inovação. No Amapá, Carlos Cley (PSTU), Clécio Luís (União Brasil), Dr Furlan (PSD), Jairo Palheta (PCO) e Marcos Reátegui (Democracia Cristã) cumpriram o quinto e o sexto dias oficiais de campanha, com caminhadas, carreatas e panfletagem em Macapá, Santana e Oiapoque.
A cobertura de centro relatou as agendas em formato de roteiro, candidato a candidato, e registrou o conteúdo das promessas sem submetê-las a checagem de custo. Braide prometeu ampliar creches em tempo integral em parceria com os municípios, expandir a rede do Instituto Estadual de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão e os campi da Universidade Estadual do Maranhão, além de conceder reajustes anuais a professores. Felipe Camarão, vice-governador e ex-secretário estadual de Educação, prometeu retomar o programa Escola Digna, ampliar o ensino em tempo integral com formação profissional e realizar concursos públicos para o magistério. Saulo Arcângeli defendeu que o estado aplique no mínimo 10% do orçamento em educação e cumpra o piso salarial dos professores. A mesma cobertura de centro informou que o Maranhão reúne o 11º maior colégio eleitoral do país, com 5,19 milhões de eleitores aptos, e que oito candidatos disputam o Palácio dos Leões num pleito marcado pelo embate entre o grupo do governador Carlos Brandão e a ala ligada ao ministro do Supremo Tribunal Federal Flávio Dino, que governou o estado entre 2015 e 2022.
Veículos de direita enfatizaram o enquadramento econômico e fiscal das disputas estaduais. Na cobertura do Tocantins, o eixo foi a infraestrutura logística do agronegócio, o equilíbrio das contas públicas e o limite de gastos com pessoal como condição para qualquer investimento novo. No Amazonas, o destaque coube ao diagnóstico fiscal protocolado pela candidatura do senador Omar Aziz, segundo o qual a dívida estadual passou de R$ 716 milhões em 2015 para R$ 2,4 bilhões em 2025, com gastos em sentenças judiciais saltando de R$ 15 milhões para R$ 426 milhões no mesmo período. No Pará, essa cobertura trouxe números de pesquisa: levantamento Genial/Quaest divulgado em 27 de julho apontou Hana Ghassan com 24% e Daniel Santos com 20%, empate técnico dentro da margem de três pontos, e um levantamento posterior do Real Time Big Data manteve os dois na frente, com 31% e 29%.
Nenhum veículo de esquerda cobriu estas agendas no material reunido. A leitura desse campo partiria dos mesmos fatos com outro acento: piso salarial, concursos públicos, ensino integral e ampliação da rede estadual como reparação de um déficit histórico de acesso, e não como despesa a ser contida. Vale notar que propostas desse tipo aparecem nas próprias candidaturas descritas, incluindo reforma agrária, demarcação de terras indígenas e aumento do Auxílio Estadual de R$ 150 para R$ 300 no Amazonas.
O que ainda não se sabe é o mais relevante para o eleitor. Não há, no material disponível, estimativa de custo, fonte de recursos ou prazo para nenhuma das promessas de educação apresentadas no Maranhão. Não foi divulgada pesquisa de intenção de voto para o Maranhão nem para o Amapá. No Pará, as próprias reportagens registram que os números medidos em julho não correspondem mais à composição final das chapas, já que candidaturas mudaram depois das convenções partidárias. O primeiro turno está marcado para 4 de outubro, e a eventual segunda votação, para 25 de outubro.
Candidato do PSD afirmou que pretende investir na educação básica, ampliar creches em tempo integral e valorizar professores.

Candidato do PT afirmou que a educação será um dos principais eixos do plano de governo e apresentou propostas para ampliar ensino integral e superior.

Candidato do PSD afirmou que pretende investir na educação básica, ampliar creches em tempo integral e valorizar professores.

Estado reúne o 11º maior colégio eleitoral do Brasil, com 5,19 milhões de pessoas aptas a votar no pleito deste ano

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Após o início das atividades no fim de semana, candidatos cumprem compromissos nesta sexta-feira (21). Primeiro turno está marcado para 4 de outubro.

Após o início das atividades no fim de semana, candidatos cumprem compromissos nesta quinta-feira (20). Primeiro turno está marcado para 4 de outubro.

Candidato do Missão cumpriu agenda em São Luís e apresentou propostas para ciência, tecnologia e inovação, com foco na geração de empregos no Maranhão.

Candidato do PSTU defendeu aumento de investimentos na educação pública, valorização dos professores e melhorias na estrutura das escolas.

Candidato do Missão cumpriu agenda em São Luís e apresentou propostas para ciência, tecnologia e inovação, com foco na geração de empregos no Maranhão.

Nesta matéria: viés de centro.