Campanha eleitoral de 2026 começa nos estados após o TSE fechar registros
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A campanha eleitoral de 2026 começou oficialmente em 16 de agosto, um dia depois do fim do prazo de registro de candidaturas no Tribunal Superior Eleitoral. A partir dessa data, candidatos podem pedir voto de forma explícita, realizar comícios, carreatas, panfletagem e anunciar na internet e em jornais; a propaganda em rádio e televisão começa em 28 de agosto. Segundo dados provisórios do tribunal, o PL registrou o maior número de candidatos do país, 1.624, seguido por MDB, Republicanos, Novo e Podemos, com o PT em sétimo lugar. O partido também recebeu a maior fatia do Fundo Eleitoral, cerca de R$ 881,7 milhões dos quase R$ 5 bilhões destinados às campanhas. Nos estados, os candidatos abriram a disputa com missas, cultos, caminhadas e inaugurações de comitês. O primeiro turno está marcado para 4 de outubro e o segundo, se necessário, para 25 de outubro.
A largada da campanha de 2026 mostrou qual partido construiu a maior estrutura eleitoral do país: o PL chega às urnas com 1.624 candidatos, incluindo 534 a deputado federal e 33 ao Senado, e mantém as maiores bancadas da Câmara e do Senado.
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14 fontes políticas
Como decidimos →Ponto cego: esse lado ficou de fora.
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Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
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Veículos com viés à direita
Nesta matéria: viés de centro.
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Todas as coberturas registram os mesmos marcos: o registro de candidaturas terminou em 15 de agosto, a campanha começou em 16 de agosto, o primeiro turno é em 4 de outubro e o eventual segundo turno em 25 de outubro. Há convergência também sobre o PL ser o partido com mais candidatos do país e o maior beneficiário do Fundo Eleitoral, e sobre os dados do Tribunal Superior Eleitoral ainda serem provisórios.
A campanha eleitoral de 2026 começou no domingo, 16 de agosto, um dia depois do fim do prazo de registro de candidaturas no Tribunal Superior Eleitoral. Candidatos já podem pedir voto, fazer carreatas e anunciar na internet; rádio e televisão entram em 28 de agosto. O primeiro turno é em 4 de outubro e o segundo, se houver, em 25 de outubro.
A campanha eleitoral de 2026 começou oficialmente no domingo, 16 de agosto, um dia depois de encerrado o prazo de registro de candidaturas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A partir dessa data, os candidatos podem pedir voto de forma explícita, fazer comícios, caminhadas, carreatas e panfletagem, usar carros de som dentro dos limites legais e contratar anúncios em jornais e na internet. A propaganda em rádio e televisão só entra no ar em 28 de agosto. O primeiro turno está marcado para 4 de outubro, com votação das 8h às 17h no horário de Brasília, e o segundo turno, se necessário, para 25 de outubro. Neste ano os eleitores escolhem presidente, governador, dois senadores, deputados federais e deputados estaduais ou distritais.
Os dados reunidos pela Justiça Eleitoral até as 19h30 do sábado, 15 de agosto, mostram o PL como o partido com mais candidatos registrados no país: 1.624 nomes. Em seguida aparecem MDB, com 1.386; Republicanos, com 1.286; Novo, com 1.284; e Podemos, com 1.212. O PT ocupa a sétima posição, com 1.095 candidaturas. O PL também recebeu a maior fatia do Fundo Eleitoral, cerca de R$ 881,7 milhões dos quase R$ 5 bilhões destinados às campanhas, e lidera o número de candidatos a deputado federal, 534, e ao Senado, 33. Já o PCO é a legenda com mais candidatos a governador, 18 no total, seguida por UP e PSTU. O próprio tribunal informou que os números ainda não são definitivos e podem mudar nos próximos dias.
Nos estados, o primeiro dia de campanha foi de missas, cultos, caminhadas e carreatas. No Distrito Federal, Celina Leão (PP), Arruda (PSD), Ricardo Cappelli (PSB), Leandro Grass (PT), Paula Belmonte (PSDB) e Kiko Caputo (Novo) dividiram-se entre inaugurações de comitês, feiras, passeatas e o jogo do Gama no estádio Bezerrão. Em Goiás, Daniel Vilela (MDB), Marconi Perillo (PSDB), Wilder Morais (PL), Luis Cesar Bueno (PT) e Luciana Amorim (UP) fizeram carreatas e lançamentos na capital e no interior. No Maranhão e no Amapá, as agendas se concentraram em adesivaços, panfletagem e reuniões com apoiadores; no segundo dia de campanha no Amapá, Clécio Luís (União Brasil) e Marcos Reátegui (Democracia Cristã) não divulgaram compromissos. Nas disputas estaduais mais equilibradas, levantamentos anteriores ao início da campanha mostravam Ciro Gomes (PSDB) à frente no Ceará, empate técnico entre ACM Neto (União Brasil) e Jerônimo Rodrigues (PT) na Bahia, diferença estreita entre João Campos (PSB) e a governadora Raquel Lyra em Pernambuco e empate entre Juliana Brizola (PDT) e Zucco (PL) no Rio Grande do Sul. Em Minas Gerais, onde Romeu Zema (Novo) deixa o Palácio Tiradentes, são 11 candidatos, entre eles Mateus Simões (PSD), Alexandre Kalil (PDT), o senador Cleitinho (Republicanos), o empresário Flávio Roscoe (PL) e Patrus Ananias (PT).
A cobertura de centro concentrou-se no serviço: listas de candidatos estado a estado, tamanho de cada colégio eleitoral, agendas do dia e o que passa a ser permitido em rua e internet. Veículos de direita deram mais espaço à contabilidade partidária e ao dinheiro público da disputa, destacando a liderança do PL em candidaturas e no repasse do Fundo Eleitoral, além de perfis de candidatos ligados ao setor produtivo e a pautas de redução de impostos. Veículos de esquerda não produziram cobertura própria deste arco no conjunto analisado, o que deixa sem contraponto explícito temas como o peso do financiamento público na competição e a presença de candidaturas vindas de sindicatos e de movimentos de moradia. No campo institucional, o Tribunal Superior Eleitoral lançou uma campanha publicitária de estímulo à participação do eleitor, apoiada na diversidade racial e cultural do país, e liberou o aplicativo Pardal para o registro de denúncias de irregularidades.
Ainda não se sabe quantas candidaturas sobreviverão às contestações judiciais, já que os registros seguem sujeitos a impugnação e os dados divulgados são provisórios. Também não há, até aqui, pesquisas de intenção de voto realizadas depois do início oficial da campanha, o que impede medir o efeito das primeiras agendas de rua. As reportagens tampouco detalham quanto cada candidatura estadual receberá do Fundo Eleitoral e do fundo partidário, nem o calendário de debates nos estados.
O PL é o partido que tem mais candidatos nas urnas nas eleições de 2026, de acordo com dados do

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Daniel Vilela (MDB) disputa o pleito e tem como principal adversário Marconi Perillo (PSDB). Leia no Poder360.

Juliana Brizola (PDT) disputa o pleito neste ano; tem como principal adversário Zucco (PL). Leia no Poder360.

Raquel Lyra disputa a reeleição; tem como principal adversário João Campos. Leia no Poder360.

O governador Lucas Ribeiro (PP) disputa a reeleição; tem como principal adversário Cícero Lucena (MDB). Leia no Poder360.

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