Taxa de reeleição de deputados federais em 2026 supera a de 2018 e 2022
1 veículo de esquerda · 1 veículo de centro

Resumo da cobertura
Como cada lado cobriu
2 fontes políticas
Como decidimos →Usamos identificadores pseudônimos para operar e melhorar o serviço. Aceitar habilita medições opcionais.Medimos audiência e uso com identificadores pseudônimos, em infraestrutura própria, para operar e melhorar o serviço (legítimo interesse). Aceitar habilita também analytics opcionais de terceiros, mapa de calor e medição de anúncios. Consulte nossa Política de Cookies.
1 veículo de esquerda · 1 veículo de centro

2 fontes políticas
Como decidimos →Na leitura de esquerda, o dado central é que a explosão de recursos controlados pelo Congresso não se converteu em salto proporcional de reeleições, o que enfraquece a ideia de que emendas blindam mandatos. Ainda assim, o Orçamento mais capturado por parlamentares é tratado como distorção relevante.
Entre os deputados federais que disputaram a reeleição em 2026, cerca de dois terços garantiram novo mandato, índice acima do de 2018 e de 2022. Os levantamentos divergem em poucos pontos porque usam bases diferentes de candidatos.
Nenhum veículo de direita cobriu esta história.
Veículos com viés à esquerda
Veículos com viés ao centro
Veículos com viés à direita
Nenhum veículo de direita cobriu esta história.
A taxa de reeleição dos deputados federais que disputaram novo mandato em 2026 ficou perto de 68%, acima de 2018 e 2022. A cobertura compara o resultado com a alta de 54% nas emendas pagas e com a nova força do PL na Câmara dos Deputados.
A taxa de reeleição entre os deputados federais que disputaram novo mandato em 2026 ficou em torno de 67,7% a 67,9%, conforme o levantamento, acima dos 60,4% de 2018 e dos 64,1% de 2022. Os números foram apurados por duas coberturas com bases ligeiramente diferentes e aparecem em um momento em que o volume de emendas parlamentares é um dos temas centrais do debate sobre o Orçamento.
A cobertura de centro relatou que, de 405 deputados eleitos em 2022 que tentaram a reeleição, 275 conseguiram um novo mandato, o que dá 67,9% das recandidaturas. Considerando os 513 deputados, a taxa geral foi de 53,6%, igual à média histórica calculada desde 1990 pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar, o Diap. Contando também os suplentes que assumiram cadeira na legislatura, a Câmara dos Deputados divulgou 301 reeleitos, ou 58,6% do total. Três parlamentares vão ao nono mandato: Arlindo Chinaglia, do PT de São Paulo, Cláudio Cajado, do PP da Bahia, e Jandira Feghali, do PCdoB do Rio de Janeiro.
A mesma cobertura destacou o resultado partidário. O PL manteve-se como maior bancada e chegou a 121 cadeiras, o maior número já ocupado por um partido desde 1990, com aumento de 23 deputados. Também foi o partido que mais reelegeu parlamentares, 56, seguido do PT, com 39. O PT passou de 65 para 70 deputados. Nikolas Ferreira, em Minas Gerais, foi reeleito com mais de 3,1 milhões de votos.
Outra apuração, que chegou a 296 reeleitos entre 437 candidatos, ou 67,7%, relacionou o resultado às emendas parlamentares. Segundo dados do Siga Brasil, sistema do Senado, foram pagos R$ 165,4 bilhões entre janeiro de 2023 e agosto de 2026, alta de 54% em termos reais sobre o ciclo anterior. Só nos oito primeiros meses de 2026, foram R$ 35,2 bilhões. Veículos de esquerda enfatizaram que, apesar do crescimento dos recursos sob controle do Congresso, a taxa de reeleição subiu apenas 3,6 pontos percentuais e segue abaixo dos 70,8% de 2010 e dos 70,5% de 2014. Destacaram ainda que as emendas individuais e de bancada são impositivas, que as emendas Pix permitem repasse direto a estados e municípios e que as emendas de relator, criadas em 2019, foram derrubadas pelo Supremo Tribunal Federal. Antes da eleição, o Diap projetava reeleição entre 68% e 72%, e o resultado ficou ligeiramente abaixo.
Até o momento, não há cobertura de veículos de direita sobre o tema neste conjunto de matérias. Por isso, a leitura desse campo não pode ser atribuída a fontes, e a análise se limita aos fatos já apurados: a ascensão do PL e da direita na Câmara aparece no relato de centro, mas sem interpretação própria de veículos desse lado.
As duas coberturas diferem no número de candidatos à reeleição, 405 e 437, e por isso nos totais de reeleitos e na taxa, que variam em poucos décimos. Nenhuma delas explica a diferença de método. Também não está claro quanto das emendas pagas influenciou, de fato, o voto em cada distrito, já que os textos apresentam a correlação entre expansão de recursos e reeleição sem medir causalidade. Falta ainda detalhar a taxa por partido e por tamanho de município.
O volume de emendas parlamentares pagas cresceu 54% em termos reais no atual ciclo eleitoral, mas a taxa de sucesso dos deputados federais que buscaram a

Três parlamentares exercerão nono mandato na Casa a partir de fevereiro de 2027
