Os Estados Unidos ampliaram nesta sexta-feira, 17 de julho, a ofensiva militar contra o Irã, bombardeando pontes e um aeroporto no sul do país. Em resposta, Teerã atacou bases militares americanas no Kuwait, Bahrein e Omã e atingiu uma usina de energia e dessalinização kuwaitiana. Segundo o Ministério da Saúde iraniano, ao menos 38 pessoas morreram e mais de 400 ficaram feridas nos ataques norte-americanos desde 22 de junho, quando a atual onda de confrontos começou.
Até o momento, apenas a Revista Oeste cobriu o caso entre os veículos monitorados nesta apuração, relatando que os confrontos se intensificaram depois que um acordo de cessar-fogo entrou em colapso na semana anterior, reacendendo o temor de uma guerra em larga escala e elevando os riscos para o fornecimento global de energia. O presidente americano Donald Trump ameaçou ampliar ainda mais a ofensiva, sem descartar ataques à infraestrutura iraniana ou uma operação terrestre. O Irã respondeu que poderá retaliar atingindo infraestrutura civil de países da região e intensificando ações no Estreito de Ormuz e no mar Vermelho por meio de aliados houthis.
Em meio à escalada, fuzileiros navais norte-americanos abordaram um navio-tanque no Estreito de Hormuz para reforçar o bloqueio imposto ao Irã. O tráfego pela principal rota marítima de exportação de petróleo segue comprometido, mantendo os preços da commodity em alta. A reportagem, gerada com apoio de inteligência artificial segundo identificação do próprio veículo, cita como fontes o Ministério da Saúde iraniano para os números de vítimas e o Comando Central dos Estados Unidos para a documentação visual dos ataques.
Ainda não há confirmação independente de outros veículos sobre a extensão exata dos danos à infraestrutura iraniana, nem posicionamento público de organismos internacionais como a ONU sobre a escalada. Também não está claro se o acordo de cessar-fogo rompido previa mecanismos de verificação, nem qual das partes o violou primeiro segundo fontes neutras. A evolução dos preços do petróleo e a duração do bloqueio em Hormuz seguem como pontos em aberto para os próximos dias.