Genial/Quaest: ACM Neto e Jerônimo Rodrigues seguem em empate técnico no 2º turno
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Uma sequência de pesquisas registradas no Tribunal Superior Eleitoral divulgadas entre 29 de julho e 5 de agosto de 2026 mediu a corrida presidencial e duas disputas estaduais. No cenário nacional, o presidente candidato à reeleição tem 39% no primeiro turno contra 30% do senador do PL, e vence um eventual segundo turno por 44% a 39%, com vantagem em queda de oito para cinco pontos. Na Bahia, dois institutos divergem: um aponta empate técnico entre o ex-prefeito de Salvador e o governador nos dois turnos, outro dá 50,9% a 40% ao ex-prefeito. Em Goiás, o ex-governador do estado lidera o cenário presidencial local com 33%, contra 27% do senador e 23% do presidente.
Esquerda
Sem cobertura neste espectro.
Centro
Uma sequência de pesquisas registradas no Tribunal Superior Eleitoral divulgadas entre 29 de julho e 5 de agosto de 2026 mediu a corrida presidencial e duas disputas estaduais. No cenário nacional, o presidente candidato à reeleição tem 39% no primeiro turno contra 30% do senador do PL, e vence um eventual segundo turno por 44% a 39%, com vantagem em queda de oito para cinco pontos.
Direita
A leitura à direita destaca a tendência, não o placar: a vantagem do presidente no segundo turno encolheu de oito para cinco pontos em um mês e vem caindo há três rodadas, enquanto o senador do PL avançou de 27% para 30% entre os eleitores independentes e de 74% para 81% entre eleitores de direita não bolsonaristas.
6 fontes políticas
Como decidimos →Ponto cego: esse lado ficou de fora.
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
Veículos com viés ao centro
Texto descritivo, sem vocabulário valorativo: apresenta 50,9% contra 40%, o percentual de brancos, nulos e indecisos, a amostra de 1.400 eleitores, o período de campo, a margem de 2,7 pontos, o contratante e o protocolo no TSE. A ausência de contraste com o levantamento anterior é lacuna de contexto, não enquadramento ideológico.
Perspectivas omitidas
Cobertura densa e simétrica: apresenta a série das últimas rodadas, os cenários alternativos de segundo turno, os recortes por região, renda, escolaridade, cor e religião, a rejeição dos cinco nomes testados e a metodologia completa com protocolo. O contexto factual é distribuído entre os dois polos, citando tanto os inquéritos sobre o filho do presidente quanto o contrato do escritório do senador com empresa ligada a um banco liquidado. A ênfase na queda do presidente entre eleitores independentes é justificada pelos números da série, não por adjetivação.
Perspectivas omitidas
Padrão de cobertura técnica de pesquisa: números, amostra, número de municípios, período de campo, margem, nível de confiança, protocolo no TSE, custo do estudo e quem pagou. A transparência sobre contratante e valor é sinal de rigor. Nenhum vocabulário valorativo sobre os candidatos.
Perspectivas omitidas
Texto de duas frases, puramente descritivo: nomeia os dois candidatos com legenda e cargo e apresenta 39% e 38% sem adjetivação. Não há vocabulário valorativo nem enquadramento ideológico. O único problema é de completude: o título promete o cenário de segundo turno que o corpo não traz.
Perspectivas omitidas
Relato factual de recorte estadual: apresenta percentuais, margem de erro, amostra e período de campo. A escolha editorial de abrir o bloco seguinte pela rejeição do presidente, que lidera o índice no estado, dá tonalidade desfavorável a ele, mas os números de rejeição dos três nomes são apresentados na sequência, sem adjetivação. Fica no centro.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés à direita
Classificada como centro, embora o veículo tenha viés editorial direita.
Apesar do viés editorial do veículo à direita, o artigo é factual: descreve o empate técnico nos dois turnos, cita a estabilidade em relação à rodada de abril, informa amostra, margem, nível de confiança e o protocolo registrado no TSE. Registra sem ressalva que os candidatos governistas lideram a disputa ao Senado, o que contraria qualquer enquadramento partidário. Julgado pelo corpo, é centro.
Uma sequência de pesquisas eleitorais registradas no Tribunal Superior Eleitoral e divulgadas entre 29 de julho e 5 de agosto de 2026 recompôs o retrato da corrida presidencial e de duas disputas estaduais decisivas. No cenário nacional, o presidente candidato à reeleição aparece com 39% das intenções de voto no primeiro turno, contra 30% do senador do PL. Em um eventual segundo turno, os números são de 44% a 39%. A margem de erro é de dois pontos percentuais e foram ouvidos 2.004 eleitores entre 31 de julho e 3 de agosto, com nível de confiança de 95%.
O dado que organiza a leitura de toda a rodada é o movimento, não o placar. A vantagem do presidente no segundo turno passou de seis pontos em junho para oito em julho e agora está em cinco. No primeiro turno, a diferença caiu de doze para nove pontos. Entre os eleitores independentes, descolados dos dois polos e considerados decisivos, o presidente caiu de 40% para 33% em um mês, enquanto o senador subiu de 27% para 30% e chegou a 81% entre eleitores de direita que não se identificam com o bolsonarismo. A rejeição do presidente subiu de 50% para 52% e a do adversário caiu de 57% para 54%.
Nas disputas estaduais, o quadro é heterogêneo. Na Bahia, um levantamento divulgado em 29 de julho, com 1.200 entrevistas domiciliares realizadas entre 23 e 27 do mesmo mês, apontou empate técnico entre o ex-prefeito de Salvador e o governador nos dois turnos: 39% a 38% no primeiro e 43% a 39% no segundo, cenário descrito como estável desde a rodada de abril. Já em 3 de agosto, outro instituto, que ouviu 1.400 eleitores em 60 municípios entre 31 de julho e 2 de agosto, com margem de 2,7 pontos, registrou 50,9% para o ex-prefeito contra 40% do governador no segundo turno. Em Goiás, o ex-governador do estado lidera o cenário presidencial local com 33%, contra 27% do senador e 23% do presidente, com rejeições de 24%, 52% e 64%, respectivamente.
A cobertura de centro, que concentra a maior parte das reportagens sobre esta rodada, tratou o material de forma predominantemente técnica: percentuais, amostras, períodos de campo, margens de erro, protocolos de registro na Justiça Eleitoral e, em um dos casos, o custo do estudo e a empresa que o contratou. Essa cobertura também situou os números no contexto factual do período, mencionando tanto os inquéritos abertos para investigar o filho do presidente quanto o contrato de ao menos meio milhão de reais do escritório de advocacia do senador com uma empresa ligada a um banco liquidado, além da convenção que oficializou a candidatura do parlamentar.
Veículos de direita presentes no conjunto mantiveram o registro factual e enfatizaram a estabilidade da disputa baiana e o desempenho dos candidatos governistas na corrida ao Senado do estado, sem editorializar o dado. Veículos de esquerda estão praticamente ausentes desta rodada de cobertura, o que caracteriza um ponto cego: a leitura que costuma partir desse campo, apoiada nos mesmos números, destacaria que o presidente vence todos os quatro cenários de segundo turno testados e concentra apoio entre eleitores do Nordeste, beneficiários de programas de transferência de renda, pessoas pretas e faixas de menor renda e escolaridade.
A divergência mais concreta desta rodada não é ideológica, e sim metodológica. Dois institutos mediram o mesmo segundo turno na Bahia com poucos dias de intervalo e chegaram a resultados incompatíveis entre si: empate técnico de quatro pontos em um caso, vantagem de quase onze pontos no outro. Nenhuma das reportagens confronta os dois levantamentos ou explica a diferença de método, tamanho de amostra e forma de coleta que poderia justificá-la.
O que ainda não se sabe é considerável. Não há medição do efeito isolado dos episódios recentes citados sobre a variação dos percentuais nacionais, nem manifestação das campanhas sobre os números. Em Goiás, o instituto não testou o confronto direto entre os dois nomes de oposição melhor colocados. Na Bahia, os cenários de primeiro turno, rejeição e avaliação do governador aparecem anunciados sem números em parte da cobertura. E, com 31% dos entrevistados dizendo que ainda podem mudar de voto e a campanha oficial apenas começando, a estabilidade sugerida por algumas séries permanece em aberto.
Todas as coberturas tratam os números como levantamentos registrados na Justiça Eleitoral e convergem em três pontos: o presidente segue à frente em todos os cenários nacionais de segundo turno; sua vantagem vem encolhendo há três rodadas; e as disputas estaduais na Bahia e em Goiás estão definidas por margens muito distintas entre si.

Instituto entrevistou 1.400 eleitores, entre os dias 31 de julho e 02 de agosto; margem de erro é de 2,7 pontos percentuais, para mais ou para menos

Diferença entre os dois candidatos caiu em relação ao mês de julho; petista teve forte queda entre os eleitores independentes, vistos como estratégicos para definir a disputa deste ano

Levantamento da Paraná Pesquisas entrevistou 1.400 pessoas em 60 municípios de 31 de julho a 2 de agosto de 2026. Leia no Poder360.

Pesquisa Genial/Quaest divulgada hoje mostra o ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil) e o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), tecnicamente empatados na disputa pelo governo do estado, com 39% e 38% das intenções de voto, respectivamente, no primeiro turno.

Apesar do empate técnico, Caiado tem 33% contra 27% de Flávio. O presidente Lula aparece na terceira posição, com 23%
Rui Costa e Jaques Wagner, ambos do PT, despontam na disputa pelas duas vagas no Senado
Perspectivas omitidas
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