
Medimos audiência e uso com identificadores pseudônimos, em infraestrutura própria, para operar e melhorar o serviço (legítimo interesse). Aceitar habilita também analytics opcionais de terceiros, mapa de calor e medição de anúncios. Consulte nossa Política de Cookies.

O Instituto Paraná Pesquisas divulgou em 29 de julho de 2026 um levantamento sobre São Paulo que mede a avaliação do governo estadual e a intenção de voto para o Palácio dos Bandeirantes. A gestão de Tarcísio de Freitas, do Republicanos, é aprovada por 63,8% e reprovada por 32,1%, com 4,0% que não opinaram. No cenário de primeiro turno, o governador tem 48,5% e o ex-ministro Fernando Haddad, do PT, 35,1%. No único cenário de segundo turno testado, Tarcísio soma 51,8% e Haddad, 38,3%. Foram 1.680 entrevistas presenciais em 79 municípios, entre 25 e 28 de julho, com margem de erro de 2,4 pontos percentuais e grau de confiança de 95%, sob registro SP-04624/2026 no TSE.
O Instituto Paraná Pesquisas divulgou nesta quarta-feira, 29 de julho de 2026, um levantamento sobre São Paulo que mede ao mesmo tempo a avaliação do governo estadual e a intenção de voto para o Palácio dos Bandeirantes. Segundo o instituto, a gestão de Tarcísio de Freitas, do Republicanos, é aprovada por 63,8% dos entrevistados e reprovada por 32,1%, com 4,0% que não souberam responder. Na simulação de primeiro turno, o governador aparece com 48,5% das intenções de voto, contra 35,1% do ex-ministro Fernando Haddad, do PT. Em um eventual segundo turno, único cenário testado, Tarcísio soma 51,8% e Haddad, 38,3%.
O levantamento ouviu presencialmente 1.680 eleitores em 79 municípios paulistas, entre os dias 25 e 28 de julho. A margem de erro é de 2,4 pontos percentuais, para mais ou para menos, com grau de confiança de 95%, e a pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número SP-04624/2026. Pela primeira vez, o instituto incluiu no cenário de primeiro turno os nomes de Vera Lúcia, do PSTU, com 1,7%, Carlos Machado, do PCB, com 1,1%, e Vivian Mendes, da UP, com 0,9%. Brancos, nulos e a opção nenhum somam 7,9%, e 4,8% não souberam responder.
Toda a cobertura disponível reproduz os mesmos números e a mesma metodologia, sem contestar a série do instituto. Há convergência também na leitura de que o quadro está estável. A aprovação oscilou de 63,2% em junho para 63,8% em julho, variação dentro da margem de erro, e a diferença entre os dois primeiros colocados no primeiro turno voltou a 13,4 pontos, mesmo patamar da pesquisa de maio, depois de ter recuado para 11,5 pontos em junho. A avaliação da gestão como ótima ou boa está em 46,0%, ante 29,0% de regular e 22,7% de ruim ou péssima.
As ênfases, porém, se separam. Veículos de direita destacaram o cenário de segundo turno, em que o governador aparece com 51,8% contra 38,3%, tratando o resultado como confirmação da força eleitoral da gestão, e não detalharam os índices de aprovação nem a rejeição aferidos no mesmo levantamento. A cobertura de centro relatou a série completa, separando avaliação de governo e intenção de voto, e trouxe os dados que qualificam o quadro: a rejeição chega a 42,9% para Haddad e a 27,1% para Tarcísio, com os entrevistados podendo citar mais de um nome, e a aprovação é desigual entre homens, 71,2%, e mulheres, 57,3%. Essa mesma cobertura registrou a ressalva de que a oscilação entre os dois primeiros colocados permanece dentro da margem de erro. Até o fechamento desta reportagem, nenhum veículo de esquerda havia publicado análise do levantamento. O ângulo que costuma organizar essa leitura, o de que aprovação de gestão não se converte automaticamente em voto e o de que a campanha ainda não começou, aparece apenas nos números brutos divulgados pelo instituto, como a soma de 51,7% entre avaliações regular, ruim e péssima.
O que ainda não se sabe pesa na interpretação do resultado. Nenhuma das versões informa quem contratou ou financiou o levantamento, nem esclarece se os percentuais se referem a votos totais ou a votos válidos, distinção que altera a leitura sobre a chance de vitória em primeiro turno. O instituto testou um único cenário de segundo turno, sem explicar o critério dessa escolha, e não divulgou recortes por região, renda ou escolaridade, apenas por gênero. Também não há, na mesma janela, pesquisa de outro instituto que permita comparação. Sem esses dados, a série descreve o retrato de um momento anterior ao início efetivo da campanha, não o desfecho da disputa.
Direita e centro reproduzem os mesmos números e a mesma metodologia do instituto: 63,8% de aprovação da gestão paulista, 48,5% a 35,1% no primeiro turno e 51,8% a 38,3% no único cenário de segundo turno testado. Há convergência também na leitura de estabilidade, com a aprovação oscilando dentro da margem de erro de 2,4 pontos em relação a junho.
3 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
Nenhum veículo de esquerda cobriu esta história.
Veículos com viés ao centro
Texto puramente descritivo da série de aprovação e avaliação da gestão, com percentuais, comparação com o levantamento de junho, recorte por gênero e ficha técnica completa. Não há adjetivação nem hierarquia favorável a um campo: registra tanto a oscilação para cima da aprovação, de 63,2% para 63,8%, quanto a oscilação para baixo da avaliação ótima ou boa, de 46,6% para 46,0%. Enquadramento de centro.
Perspectivas omitidas
Tabulação completa dos cenários de primeiro e segundo turno, com rejeição de todos os nomes testados e comparação com as pesquisas de maio e junho, incluindo a ressalva explícita de que a oscilação entre os dois primeiros colocados está dentro da margem de erro de 2,4 pontos. Registra a inclusão inédita de três candidaturas menores. Sem vocabulário valorativo e sem seleção que favoreça um campo: centro.
Perspectivas omitidas
Veículos com viés à direita
O corpo é essencialmente a tabulação da pesquisa, sem adjetivação e sem vocabulário ideológico. O sinal de viés é de seleção e ênfase: título e lead privilegiam o cenário de segundo turno em que o governador vence, o recorte fica só na intenção de voto e ignora a série de aprovação e a rejeição medidas no mesmo levantamento, e não há comparação com a pesquisa de junho. Enquadramento à direita de baixa confiança, sustentado pela hierarquia editorial, não pelo léxico.

Pesquisa mostrou que o atual governador e o ex-ministro lideram as intenções de votos em primeiro turno

Levantamento divulgado nesta quarta (29/7), mostra o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) estável na avaliação pelos eleitores

Diferença entre o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Fernando Haddad (PT) voltou a oscilar dentro da margem de erro
Reporte para que a equipe revise. Sua contribuição ajuda a melhorar a cobertura.
Perspectivas omitidas



