Gustavo Gayer tem 24,53% e Gracinha Caiado garante segunda vaga de Goiás no Senado
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Goiás elegeu em 4 de outubro de 2026 o deputado federal Gustavo Gayer (PL) e a ex-primeira-dama Gracinha Caiado (União Brasil) para o Senado Federal. Com 100% das urnas apuradas, Gayer teve 24,53% dos votos válidos e Gracinha, 21,83%. Os dois substituem Jorge Kajuru (PSB) e Vanderlan Cardoso (PSD), com mandato de oito anos a partir de fevereiro de 2027.
Para veículos de esquerda, o resultado em Goiás leva ao Senado uma das vozes mais radicais do bolsonarismo e preserva o domínio da família Caiado no poder estadual. A tentativa de setores progressistas de barrar Gustavo Gayer pelo voto estratégico fracassou, e ele chega à Casa acumulando processos.
Pela ótica da direita, Goiás deu vitória clara a candidaturas conservadoras: Gustavo Gayer, do PL, foi o senador mais votado do estado e Gracinha Caiado, do União Brasil, garantiu a segunda vaga. O resultado reforça a disputa da oposição por uma bancada maior no Senado.
9 fontes políticas
Veículos com viés à esquerda
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés ao centro
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Nesta matéria: perspectiva omitida.
Veículos com viés à direita
Veículos de esquerda tratam Gayer como uma das vozes mais radicais do bolsonarismo e enfatizam processos e a condenação por falas misóginas; a cobertura de centro apresenta suas bandeiras de campanha e registra sua negativa das acusações.
Goiás elegeu o deputado Gustavo Gayer, do PL, e a ex-primeira-dama Gracinha Caiado, do União Brasil, para o Senado em 4 de outubro de 2026. Gayer foi o mais votado, com 24,53% dos votos válidos, e os dois assumem em fevereiro de 2027 com mandato de oito anos.
O eleitorado de Goiás escolheu neste domingo, 4 de outubro de 2026, o deputado federal Gustavo Gayer, do PL, e a ex-primeira-dama do estado Gracinha Caiado, do União Brasil, para as duas vagas do estado no Senado Federal. Com todas as urnas apuradas, Gayer foi o mais votado, com 1.639.247 votos, ou 24,53% dos votos válidos. Gracinha teve 1.458.522 votos, 21,83% do total, segundo o Tribunal Superior Eleitoral.
Os dois terão mandato de oito anos a partir de fevereiro de 2027 e ocupam os lugares de Jorge Kajuru, do PSB, e de Vanderlan Cardoso, do PSD, que tentou a reeleição e ficou em quinto lugar. O terceiro senador goiano é Wilder Morais, do PL, com mandato até 2031. Zacharias Calil, do MDB, terminou em terceiro, com 14,94%, à frente de Oséias Varão, do PL, e de Gustavo Mendanha, do PRD. Neste ano, o país renovou 54 das 81 cadeiras do Senado, e cada eleitor votou em dois nomes.
Há convergência sobre os perfis. Gracinha Caiado, de 67 anos, é advogada e pecuarista e disputou sua primeira eleição. Mulher do ex-governador Ronaldo Caiado, hoje candidato à Presidência, ela presidiu a Organização das Voluntárias de Goiás e coordenou o Gabinete de Políticas Sociais do governo estadual. Na campanha, propôs confiscar bens de condenados por violência contra a mulher e fixar mandato de 15 anos para ministros do Supremo Tribunal Federal. Gustavo Gayer, de 45 anos, é empresário da área de educação e ganhou projeção como produtor de conteúdo nas redes sociais. Deputado desde 2023, defendeu as forças de segurança, a redução da carga tributária e menos burocracia para produtores rurais.
A cobertura de centro relatou o resultado de forma descritiva e contextualizou a eleição dentro da disputa nacional pelo Senado, lembrando que o presidente Lula defendeu ter maioria na Casa e que Jair Bolsonaro disse que seu grupo mandaria mais que o Planalto com mais senadores. Parte dessa cobertura registrou que Gayer é réu no Supremo por injúria contra Lula e foi indiciado pela Polícia Federal por suspeita de desvio da cota parlamentar, além de ouvir a defesa dele, que nega irregularidades e se diz alvo de perseguição política.
Veículos de esquerda destacaram que Gayer leva ao Senado uma das vozes mais radicais do bolsonarismo goiano e que fracassou a articulação de setores progressistas pelo voto estratégico em Zacharias Calil para barrá-lo. Esses veículos também lembraram a condenação do deputado a indenizar em 20 mil reais os parlamentares Gleisi Hoffmann e Lindbergh Farias por falas misóginas, e ressaltaram que a vitória de Gracinha mantém o sobrenome Caiado no centro do poder estadual. Veículos de direita, por sua vez, publicaram apenas o placar oficial da apuração, sem análise própria do resultado.
Ainda não se sabe como os processos contra Gayer vão avançar depois da posse no Senado, nem qual será o peso da bancada goiana na nova correlação de forças da Casa, que dependerá do resultado consolidado nos demais estados.
Gracinha Caiado conquista seu primeiro mandato eletivo como senadora por Goiás com foco em políticas sociais e proteção às mulheres.

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Goiás elegeu neste domingo (4) Gustavo Gayer (PL) e Gracinha Caiado (União Brasil) para o Senado Federal. Com 99,96% das seções totalizadas, Gayer tinha 24,53% dos votos válidos (1.638.758 votos)…

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