Raquel Lyra e João Campos ficam em empate técnico em Pernambuco, com 47% a 42%
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Duas pesquisas divulgadas na mesma semana apontam empate técnico na disputa pelo governo de Pernambuco. O Datafolha, publicado em 11 de setembro, mostra a governadora Raquel Lyra (PSD) com 47% e o ex-prefeito do Recife João Campos (PSB) com 42%, dentro da margem de três pontos. Nos votos válidos, Lyra marca 51%, e no segundo turno vence por 51% a 44%. Já o Real Time Big Data, divulgado em 15 de setembro, registra Campos com 44% e Lyra com 43% no primeiro turno, e 44% para cada um no segundo.
Pela leitura progressista, a corrida em Pernambuco está aberta e o crescimento de João Campos, apoiado pelo presidente Lula, torna a reeleição de Raquel Lyra incerta. O Real Time Big Data coloca Campos numericamente à frente, com 44% contra 43%, e empate de 44% no segundo turno.
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15 fontes políticas
Como decidimos →Veículos com viés à esquerda
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Nesta matéria: viés de centro.
Veículos com viés ao centro
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Ponto cego: esse lado ficou de fora.
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Todas as coberturas registram empate técnico entre Raquel Lyra (PSD) e João Campos (PSB) na disputa pelo governo de Pernambuco, com os demais candidatos em patamar de 1% a 4%.
Duas pesquisas divulgadas em setembro apontam empate técnico na eleição para o governo de Pernambuco. O Datafolha registra Raquel Lyra (PSD) com 47% e João Campos (PSB) com 42%, e o Real Time Big Data mostra Campos com 44% e Lyra com 43%. Os levantamentos também medem segundo turno, rejeição e avaliação da gestão.
A disputa pelo governo de Pernambuco chegou à metade de setembro em empate técnico, segundo duas pesquisas divulgadas na mesma semana. O Datafolha, publicado em 11 de setembro, mostra a governadora Raquel Lyra, do PSD, candidata à reeleição, com 47% das intenções de voto. O ex-prefeito do Recife João Campos, do PSB, tem 42%. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos.
Quatro dias depois, o instituto Real Time Big Data apresentou um retrato ainda mais apertado. Campos aparece com 44% e Lyra com 43% no primeiro turno. Na simulação de segundo turno, cada um tem 44%. Essa pesquisa ouviu 1.600 eleitores entre 10 e 14 de setembro, com margem de dois pontos.
Os números do Datafolha vieram de 1.204 entrevistas presenciais em 48 municípios, feitas de 8 a 10 de setembro. Em relação a agosto, Lyra ficou estável em 47% e Campos passou de 40% para 42%. Ivan Moraes, do PSOL, Professora Camila, da Unidade Popular, e Renan Hallais, do Missão, têm 1% cada. Considerando apenas os votos válidos, Lyra chega a 51% e Campos a 46%. Pela margem de erro, porém, a governadora pode ter 48%, o que levaria a disputa ao segundo turno. Nesse cenário, o Datafolha registra Lyra com 51% e Campos com 44%.
A rejeição também está próxima: 32% dos eleitores não votariam em Campos de jeito nenhum, e 29% dizem o mesmo sobre Lyra. A gestão da governadora é considerada ótima ou boa por 48% e ruim ou péssima por 20%. Seu trabalho é aprovado por 65%. O instituto aponta ainda que 81% dos eleitores se dizem totalmente decididos.
O relatório detalhado mostra um eleitorado dividido por perfil. Lyra vai melhor entre homens, moradores do interior, eleitores de renda mais alta e autodeclarados bolsonaristas, grupo em que tem 72%. Campos vai melhor entre mulheres, moradores da Região Metropolitana do Recife, eleitores de baixa renda e autodeclarados petistas, entre os quais marca 58%.
A cobertura de centro concentrou-se no Datafolha e destacou a liderança numérica da governadora, os votos válidos e o contexto da campanha: Lyra adota neutralidade na eleição presidencial, buscando votos entre aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e apoiadores do senador Flávio Bolsonaro, enquanto Campos reforça a aliança com Lula e as referências ao pai, o ex-governador Eduardo Campos. Parte dessa cobertura registrou também panfletos apócrifos contra a governadora espalhados no Recife antes da coleta de dados.
Veículos de esquerda deram destaque ao Real Time Big Data, enfatizando o empate e a vantagem numérica de Campos no primeiro turno, sem mencionar o resultado do Datafolha divulgado dias antes. Entre as fontes reunidas nesta story, não houve cobertura própria de veículos de direita sobre as pesquisas.
Ainda não se sabe qual dos levantamentos capta melhor o momento da disputa, já que os dois institutos chegam a líderes numéricos diferentes. A informação sobre quem pagou a pesquisa do Real Time Big Data também diverge entre as coberturas. E a Polícia Civil ainda não identificou a autoria dos panfletos contra a governadora.
Em cenário de empate nas pesquisas, candidato do PSB aposta em propostas, experiência de gestão e confronto direto; governadora enfrenta cobranças sobre saúde, água, educação e posicionamento político

Primeira prestação de contas foi divulgada pelo Tribunal Superior Eleitoral. Maioria dos gastos é com produtoras de audiovisual e impulsionamento de postagens nas redes sociais.

Governadora defendeu feitos da gestão e falou que o estado viverá "os quatro melhores anos da nossa história"
Governante evitou falar de apoio ao presidente, mas afirmou que Kassab tem conhecimento sobre sua posição no estado
Com duas vagas em jogo, eleitor pernambucano consolida favoritismo de Marília Arraes (PDT), mas deixa cenário aberto para a segunda cadeira do Senado

Governadora tem 51,1% contra 47,3% do candidato pelo PSB em eventual 2º turno; no 1º turno, Raquel Lyra tem 48,7% ante 45,6% do adversário. Leia no Poder360.

Levantamento do Real Time Big Data mostra disputa aberta pelo governo do estado

Candidatos do PSB e PSD também estão empatados tecnicamente pela margem de erro no 1º turno

A Real Time Big Data entrevistou 1.600 eleitores de Pernambuco de 10 a 14 de setembro de 2026. Leia no Poder360.

Pesquisa foi contratada pela TV Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo. Foram entrevistadas 1.204 pessoas entre os dias 8 e 10 de setembro.

No voto espontâneo, Lyra lidera com 41% ante 30% de Campos; indecisos recuaram para 19%

Governadora e ex-prefeito estão em situação de empate técnico no primeiro turno

Resultado é de empate técnico dentro da margem de erro, que é de 3 pontos para mais ou para menos

Pesquisa foi contratada pela TV Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo. Foram entrevistadas 1.204 pessoas entre os dias 8 e 10 de agosto.

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